<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325</id><updated>2012-01-13T09:48:24.769-08:00</updated><title type='text'>GRUPO JURAMENTO</title><subtitle type='html'>"La promesa de una lucha de muchos años"</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>95</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2446272158145545506</id><published>2012-01-13T09:46:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T09:48:24.775-08:00</updated><title type='text'>Sanjay Reddy, one of our own</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/x2uswpmtYZ8" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2446272158145545506?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2446272158145545506/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2446272158145545506' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2446272158145545506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2446272158145545506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2012/01/sanjay-reddy-one-of-our-own.html' title='Sanjay Reddy, one of our own'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/x2uswpmtYZ8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1285450585726919685</id><published>2012-01-03T18:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-03T18:32:01.222-08:00</updated><title type='text'>A religião dos derrotados</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-00g0kCcrM1o/TwO53Q6xRgI/AAAAAAAAAYc/__leelroCm8/s1600/imagen.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-00g0kCcrM1o/TwO53Q6xRgI/AAAAAAAAAYc/__leelroCm8/s1600/imagen.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;O cristianismo não é, como supôs Nietzsche, a religião dos ressentidos. Mais razão teve Unamuno ao defini-lo como a religião dos derrotados. Vitoriosos, compreendeu ele, são os que se adaptam ao mundo, aceitando como horizonte a circunstância que encontram. Derrotados, de início, são aqueles que exigem que o mundo se adapte a eles. Desses derrotados, derrotados porque inconformados, depende o avanço da humanidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;Se há sinal de que a vida não é o que parece ser é a carreira do cristianismo. Não há mensagem que contradiga mais o bom senso mundano do que a mensagem cristã. Ela surge de acontecimentos enigmáticos e paradoxais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;Um jovem judeu de periferia começa a ensinar um caminho de salvação. Intransigente e mal cercado, preocupa as autoridades políticas e religiosas, que se acertam para matá-lo. As expectativas que acalentou se frustram. Seus seguidores o renegam. Depois, sua existência e suas palavras são entendidas como prenúncios de vida maior para todos. Acabam virando diretriz de uma civilização que inventa mil maneiras de descarecterizá-las para poder domá-las.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;O cristianismo recolheu do judaísmo a idéia da transcendência radical de Deus sobre o mundo e da supremacia da personalidade humana, feita à imagem e semelhança de Deus, sobre o bem impessoal. Há mais em nós -- mais em cada indíviduo e mais na raça humana -- do que há em todas as sociedades e culturas. Elas são o finito. Nós, em comparação com elas, somos o infinito preso no finito. Temos de quebrar os ídolos -- inclusive as instituições estabelecidas e as idéias reinantes -- para poder respeitar as pessoas, o espírito inexaurível enjaulado dentro de cada um de nós. Temos de construir idéias e instituições mais compatíveis com a condição do espírito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;A reafirmação da transcendência convive no cristianismo, entretanto, com a idéia que está associada ao Natal. O espírito se encarnou no mundo porque o espírito é amor. Embora transcendentes sobre o mundo, somos carentes das outras pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;O mundo, porém, não está preparado para a primazia do amor porque no mundo cada um de nós está crucificado, em separado, na cruz das limitações que nosso destino social e genético nos impôs. Temos, por isso, de mudar o mundo, começando por transformar nossa relação com ele. Para isso, precisamos romper a múmia de rotinas e rendições que se vai formando em torno de cada um de nós. Desproteger-nos para poder imaginar o possível e aceitar os outros é a essência da sabedoria e o rumo da divinização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;No ambiente de semi-crença e confusão em que habitualmente vivemos, as fórmulas e os rituais da religião convencional não exprimem adesão a esse ideário. Servem apenas como encantamento para espantar o medo da morte e para compensar a incontrolabilidade da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;Melhor faríamos se rejeitássemos essa falsa religião, camada da múmia que nos sufoca, e passássemos, apóstatas intranquilos, a ver o ensinamento de Cristo como a doutrina desestablizadora que ele é. Melhor se, desprovidos do encantamento, tivéssemos de enfrentar o contraste, que o cristianismo nos revelou, entre o espírito ilimitado e a situação constrangedora. A hora da nossa apostasia seria o momento da nossa conversão. Isso sim seria Natal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;"&gt;Roberto Mangabeira Unger&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1285450585726919685?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1285450585726919685/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1285450585726919685' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1285450585726919685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1285450585726919685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2012/01/religiao-dos-derrotados.html' title='A religião dos derrotados'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-00g0kCcrM1o/TwO53Q6xRgI/AAAAAAAAAYc/__leelroCm8/s72-c/imagen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4071669935324237743</id><published>2011-10-18T19:31:00.000-07:00</published><updated>2011-12-02T12:32:39.991-08:00</updated><title type='text'>The Next Revolution in Legal Education</title><content type='html'>&lt;a href="http://jogue-fora-a-roupa-velha.blogspot.com/"&gt;Daniel Vargas&lt;/a&gt;, la esperanza de Sudamérica, produjo este video:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/rbu6DJF9oVI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4071669935324237743?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4071669935324237743/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4071669935324237743' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4071669935324237743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4071669935324237743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/10/next-revolution-in-legal-education.html' title='The Next Revolution in Legal Education'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/rbu6DJF9oVI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4829781294940709842</id><published>2011-08-09T17:39:00.000-07:00</published><updated>2011-12-02T12:30:57.122-08:00</updated><title type='text'>El amigo Caetano</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_zdTrNSiB-k/TkHdFC4OGRI/AAAAAAAAAVs/IZdbquIOaSA/s1600/CaetanoRMU.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639031287186331922" src="http://2.bp.blogspot.com/-_zdTrNSiB-k/TkHdFC4OGRI/AAAAAAAAAVs/IZdbquIOaSA/s400/CaetanoRMU.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 226px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mangabeira deve ser ouvido porque ele destoa dos papos costumeiros&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Minha amiga Heloisa Chaves me pergunta, brincando, se quero que os brasileiros se orientem pelas falas de Mangabeira no YouTube (&lt;a href="http://bit.ly/robertounger"&gt;http://bit.ly/robertounger&lt;/a&gt; ) se nem todos os brasileiros entendem inglês. Isso porque há uma série de vídeos sobre a crise econômica (além de outros, interessantíssimos, de temática religiosa e filosófica) dirigidas a um público global, quando não especificamente a estudantes americanos, todos em inglês. Mas os vídeos que recomendo aos brasileiros têm por título “Alternativa nacional”, e em todos Mangabeira fala português. Uma outra amiga, Suely, diz não entender o português do professor. Diferentemente de Heloisa, Suely não o faz (ao menos aparentemente) em tom de piada. Ela se queixa de que o sotaque dele a impede de compreender as palavras. Me pede que eu comente aqui as falas para que ela possa saber o que é que ele diz. Claro que eu não acreditei nela. Mangabeira tem um sotaque peculiar, mas fala pausado e com grande clareza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me lembro de ter um dia escrito aqui que seus erres retroflexos não se justificavam. Ouvindo essas palestras me dei conta de que, embora ele tenha aspectos fortes de pronúncia americana em sua fala, seus erres não são retroflexos (palavra que acho que aprendi com Heloisa, no tempo do blog Obra em Progresso, de feitura do CD “Zii e Zie”). Os erres de Mangabeira são linguodentais, nunca guturais ou aspirados, mas são tão límpidos quanto os de um cantor de ópera. Nada dos erres molhados e moles do inglês americano. Há mais estranhezas em algumas vogais (e outras consoantes, como o T ou o P) do que nos erres. Seja como for, o português de Mangabeira é excelente e claríssimo — e suas ideias, brilhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de brilho retórico com resquícios baianos mas sem dar a impressão de superfluidade. Mangabeira tem muito apreço pelo desenrolar da inteligência por entre as palavras. Mas não faz disso o fim último de seu discurso. A entrada direta na arte substancial dos assuntos de que trata é exigência primeira em suas manifestações. De resto, seu inglês tampouco é “normal”. Há uma estilização, uma empostação, que o distanciam do falar do americano comum. É um inglês totalmente americano, mas sem que se possa dizer de que parte dos Estados Unidos. É um inglês, mais do que da academia, do projeto pessoal único de Mangabeira. Em português ou em inglês, temos de enfrentar a peculiaridade desse pensador generoso, porém exigente — e nada preguiçoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já começamos com o reconhecimento do papel importante que pode e deve desempenhar na História futura do Brasil a nova classe média, que veio de baixo e que muitas vezes se reúne em igrejas neopentecostais e desenvolve uma cultura de autoajuda. Sobre essa classe média Mangabeira vem falando há muito tempo, desde bem antes de ela se tornar tão conspicuamente numerosa. &lt;strong&gt;Podemos dizer que ele foi seu profeta&lt;/strong&gt;. É esse tipo de coisa que sempre me atraiu no professor de Harvard. Ele percebe as possibilidades singulares do nosso país e busca pensar com coragem e lucidez sobre como fazer-nos realizá-las. Ele fala da grande vitalidade, “anárquica, quase cega”, do Brasil — e de nossa tragédia em não termos ainda achado os meios de encaminhá-la. Essa nova classe média consegue esboçar caminhos — e servir de guia e líder à multidão de emergentes que a seguirá. Mangabeira lembra que Getúlio Vargas promoveu uma revolução ao pôr o Estado a serviço das forças organizadas da sociedade brasileira no meio de século XX. E que agora a revolução seria o Estado pôr-se ao serviço da maioria que quer seguir a vanguarda representada por essa nova classe média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou parafrasear suas falas (sempre meio mal: é difícil, mesmo escrevendo, achar as palavras adequadas com tanta precisão quanto esse orador). Ou seja, vou ter que frustrar Suely e insistir em pedir que assistam aos vídeos. Posso, no máximo, chamar a atenção para trechos que possam servir de atrativo para curiosos. “ Precisamos construir um modelo de desenvolvimento baseado em ampliação de opor tunidades para aprender, para trabalhar e para produzir”;“A política industrial do Brasil consiste tradicionalmente em apoiar um pequeno número de grandes empresas sob o pretexto de transformá-las em campeãs mundiais. Enquanto isso, as pequenas e médias empresas, que geram a maioria esmagadora dos empregos, carecem de acesso a crédito e a tecnologia”. Tudo o que destoa da combinação de marxismo encolhido (que abandonou o ímpeto transformador e reteve o fatalismo histórico) com cópia das ideias econômicas neoliberais, combinação essa que é a língua franca da alta cultura brasileira, é rotulado de voluntarismo romântico — queixa-se Mangabeira. Eu, que uma vez fui chamado de arrogante por ter respondido “Sim” à pergunta “Você acha que o Brasil pode dar certo?” com a explicação de que isso é “Porque eu quero”, sou irresistivelmente atraído por esse suposto voluntarismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que destoa me interessa. Mangabeira deve ser ouvido porque ele destoa dos papos costumeiros. Mas não só. Faz anos que me proponho a fazer propaganda das atividades teóricas e das propostas práticas de Roberto Mangabeira Unger. Nunca me arrependi. Vendo esses vídeos — mesmo em meio a todas as urgentes novidades do noticiário nacional e internacional — me senti mais uma vez no dever de convidar meus compatriotas a atentarem mais para quem tem tanto a dar e demonstra tanto desejo de fazê-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Caetano Veloso&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Globo - 07/08/2011&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4829781294940709842?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4829781294940709842/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4829781294940709842' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4829781294940709842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4829781294940709842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/08/el-amigo-caetano.html' title='El amigo Caetano'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_zdTrNSiB-k/TkHdFC4OGRI/AAAAAAAAAVs/IZdbquIOaSA/s72-c/CaetanoRMU.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5084342823766613720</id><published>2011-08-02T05:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T06:00:22.608-07:00</updated><title type='text'>Seminario</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WxZpo7o_Wgg/Tjf01Kv6IhI/AAAAAAAAAVk/WsAEiO3erIw/s1600/Volante%2Bseminario%2Bintegraci%25C3%25B3n.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636242652933005842" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-WxZpo7o_Wgg/Tjf01Kv6IhI/AAAAAAAAAVk/WsAEiO3erIw/s400/Volante%2Bseminario%2Bintegraci%25C3%25B3n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5084342823766613720?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5084342823766613720/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5084342823766613720' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5084342823766613720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5084342823766613720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/08/seminario.html' title='Seminario'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WxZpo7o_Wgg/Tjf01Kv6IhI/AAAAAAAAAVk/WsAEiO3erIw/s72-c/Volante%2Bseminario%2Bintegraci%25C3%25B3n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2190528966254627778</id><published>2011-07-19T18:13:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T18:35:05.595-07:00</updated><title type='text'>Nuestra lucha con el nihilismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-g_KoAKtc7YA/TiYwqCYAojI/AAAAAAAAAVU/7yZjQVnGc88/s1600/RMU%2B-%2BCREA1.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631241882823598642" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-g_KoAKtc7YA/TiYwqCYAojI/AAAAAAAAAVU/7yZjQVnGc88/s400/RMU%2B-%2BCREA1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Inaugurando el &lt;a href="http://www.youtube.com/user/UngerRoberto"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;canal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; en YouTube: &lt;a href="http://www.youtube.com/user/UngerRoberto#p/c/726D48E9898E2758"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;la amenaza y las promesa del nihilismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2190528966254627778?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2190528966254627778/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2190528966254627778' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2190528966254627778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2190528966254627778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/07/nuestra-lucha-con-el-nihilismo.html' title='Nuestra lucha con el nihilismo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-g_KoAKtc7YA/TiYwqCYAojI/AAAAAAAAAVU/7yZjQVnGc88/s72-c/RMU%2B-%2BCREA1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5188509833229093841</id><published>2011-07-09T15:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T15:12:04.400-07:00</updated><title type='text'>La radicalización del experimentalismo democrático</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-u9NJ9_8Dgic/ThjR6TEH-lI/AAAAAAAAAVE/B_Bo938_Gdo/s1600/xpd.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5627478533879626322" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-u9NJ9_8Dgic/ThjR6TEH-lI/AAAAAAAAAVE/B_Bo938_Gdo/s400/xpd.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;"The existing social world, with its structure of stronger and weaker interests, will work to reproduce itself.&lt;/strong&gt; It will find an ally in prestigious superstitions, such as the beliefs that the market order has a single natural and necessary institutional form or that the different countries of the world converge, by evolutionary decantation, to a single set of best practices and arrangements. &lt;strong&gt;This struggle for self-reproduction will limit the chances for experimental innovation&lt;/strong&gt; in the development of new market organization and new comparative advantage. The present, acting through the logic of established interests and the tools of power at their disposal, will hold the future ransom.&lt;br /&gt;There are, in the end, only two directions in which this dependence of the future on the present -- the path dependency of social experience -- can be weakened. One is to create a hard power that seeks to lift itself over the particular interests of society. The other is to radicalize democratic experimentalism in culture as well as in politics. The first direction hits against intractable limits. No such hard power can be sustained that fails to have real ties to the real interests of society or that forgets to subordinate its experiments in policy to its stake in self-preservation.&lt;br /&gt;The second direction has no limits in principle. However, it has neither a self-evident institutional content nor a foreordained social constituency. Like the concept of a market economy, the idea of democracy lacks any natural and necessary institutional form. Moreover, the radicalization of democracy is feasible only if it is shown to offer a combination of powerful interests a way to achieve what the established order denies them. &lt;strong&gt;The content has to be supplied by a political imagination working with the institutional materials at hand. The constituency has to be produced together with the program&lt;/strong&gt;."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;RMU&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5188509833229093841?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5188509833229093841/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5188509833229093841' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5188509833229093841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5188509833229093841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/07/la-radicalizacion-del-experimentalismo.html' title='La radicalización del experimentalismo democrático'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-u9NJ9_8Dgic/ThjR6TEH-lI/AAAAAAAAAVE/B_Bo938_Gdo/s72-c/xpd.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1553110735655382629</id><published>2011-07-06T11:33:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T11:40:39.900-07:00</updated><title type='text'>Jogue fora a roupa velha</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OByPPfTrkGg/ThSsAACnkOI/AAAAAAAAAU8/BS-QjSRdSJI/s1600/DBV.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 186px; DISPLAY: block; HEIGHT: 139px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5626310950503551202" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-OByPPfTrkGg/ThSsAACnkOI/AAAAAAAAAU8/BS-QjSRdSJI/s400/DBV.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://jogue-fora-a-roupa-velha.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ideas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; del crédito -y &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Barcelos_Vargas"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;padrino&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;- del grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1553110735655382629?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1553110735655382629/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1553110735655382629' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1553110735655382629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1553110735655382629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/07/jogue-fora-roupa-velha.html' title='Jogue fora a roupa velha'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8474610202472591101' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8474610202472591101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8474610202472591101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2011/07/la-agricultura-como-vanguardia.html' title='La agricultura como vanguardia'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8753370758371019594</id><published>2010-12-14T08:44:00.000-08:00</published><updated>2010-12-14T09:34:08.407-08:00</updated><title type='text'>Seminario sobre la "nueva clase media"</title><content type='html'>Roberto Mangabeira Unger, Márcio Pochmann, Jessé Souza y Joaquim Falcão discuten sobre&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ustream.tv/recorded/11336473"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;“A Nova Classe Média e as Transformações do Capitalismo Brasileiro”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8753370758371019594?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8753370758371019594/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8753370758371019594' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8753370758371019594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8753370758371019594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/12/seminario-sobre-la-nueva-clase-media.html' title='Seminario sobre la &quot;nueva clase media&quot;'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5689365570986904475</id><published>2010-11-09T12:23:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T12:25:10.733-08:00</updated><title type='text'>Vanguardia regional</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Nordeste é a vanguarda de um novo projeto para o Brasil&lt;/strong&gt; (Diário de Natal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não chamem o professor Mangabeira Unger de "otimista" que ele corrige de imediato: "Otimista, não! Eu sou esperançoso". No raciocínio dele "otimismo" é atitude contemplativa, coisa de sonhador; já o "esperançoso" sinaliza para a ação. O tema da esperança de Mangabeira Unger agora é o Nordeste. Ele está esperançoso que a presidente eleita Dilma Rousseff avance mais do que Lula em relação à região. Isso porque ela vai começar já de um patamar confortável deixado pelo presidente Lula - obras, investimentos e inserção da região na agenda nacional. Mas para aproveitar esta oportunidade o Nordeste deve ter uma postura mais afirmativa e seus parlamentares precisam deixar de lutar por bandeiras pequenas no Congresso e abraçar a causa do desenvolvimento da região como projeto nacional. Há todas as condições para que, nesse novo governo, o Nordeste seja a vanguarda de um projeto desenvolvimentista para o Brasil, entende ele. Um otimista diria que este é um pensamento idealista; mas um esperançoso como o professor Mangabeira está convicto de que isso é possível. Professor de Harvard desde 1970, foi ministro de Assuntos Estratégicos de outubro de 2007 a junho de 2009, quando retornou à universidade norte-americana. Elaborou o estudo "O desenvolvimento do Nordeste como projeto nacional", fruto de encontros com autoridades e comunidades da região e que foi aprovado com entusiasmo por Dilma quando ela ainda era ministra. Retornou ao Brasil na reta final da eleição. Nessa entrevista, ele diz porque está "esperançoso" com o Nordeste no novo governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como fica o Nordeste no pós-Lula?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Nordeste pode tornar-se a vanguarda de um projeto de desenvolvimento do Brasil. Agora, a região precisa deixar de aparecer no imaginário do país como o pobrezinho pedindo uma compensação aqui e outra acolá. Tem é que fazer uma aliança com todas as outras grandes regiões do país. Para, juntos no espaço regional, construir um novo projeto nacional de desenvolvimento. Em vez de aparecer no cenário nacional como o primo atrasado pedindo uma ajudazinha, o Nordeste precisa aparecer como vanguarda da nova estratégia nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há condições objetivas para isso?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Nordeste já reúne todas as condições para isso. O Nordeste pode ser uma nova China. Agora, tanto pode ser uma China no bom sentido quanto no mau sentido. No bom sentido será um grande engenho de trabalho e inovação, com todo o crescimento e dinamismo, que me impressionou. E no mau sentido se for apenas um território de trabalho barato. A nós não interessa apostar em trabalho barato e desqualificado. Não prosperaremos como uma China com menos gente. Mas para sermos uma China no bom sentido precisamos ter um projeto para o Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que tipo de projeto?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um projeto que veja o Nordeste não apenas como um assunto regional, mas nacional. Não há solução para o Brasil sem solução para a região Nordeste. O país está em busca de um novo modelo de desenvolvimento, e esse novo modelo de desenvolvimento tem o seu terreno privilegiado justamente nas regiões menos desenvolvidas do Brasil. Sobretudo o Nordeste, mas também Amazônia e Centro-Oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Políticas setoriais (para agricultura,trabalho, indústria) não podem substituir políticas regionais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o presidente Lula me chamou para o governo [em 2007] a concepção inicial dele era que eu iria formular um projeto para o futuro, visando o horizonte do Bicentenário. Mas eu concluí que se eu apenas fizesse isso, seria muito grande o risco de ficar o trabalho natimorto no papel. E logo reorientei meu trabalho para um conjunto de ações que antecipassem o novo modelo de desenvolvimento. E passei a avançar nesse rumo em dois planos: o de iniciativas setoriais e o de iniciativas regionais. É importante dizer que em geral as ações regionais não só me entusiasmaram, como tiveram uma ressonância, demonstraram um potencial de progresso superior à maioria das ações setoriais. E uma das razões para isso acontecer é que, enquanto as iniciativas setoriais tratam de uma fatia do mundo, as iniciativas regionais tratam do mundo inteiro. E o mundo inteiro no qual há bases sociais reais: o governo, estado, empresariado, organizações sociais. Que são uma base para apoiar estas iniciativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com Dilma Rousseff, que futuro pode ter o estudo que o senhor deixou?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em todos os encontros que tive com ela para discutir o projeto ela concordou comigo na ideia central de que as políticas regionais em geral e a política para o Nordeste em particular devem ser encaradas como a construção regional de um projeto nacional, e não como uma distribuição de favores a uma região mais pobre. A minha esperança, então, é que este estudo sirva como uma ponte entre o governo atual e o futuro governo. Dilma Rousseff, ainda quando estava no governo, apoiou com muito entusiasmo o projeto, orientada pelo presidente Lula, mas ela própria convencida da importância e da viabilidade desse projeto. E ela inclusive presidiu várias reuniões de ministros, sobre o projeto, dando apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a importância da bancada de deputados federais para esse projeto?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nós temos aí um potencial de poder que não se aproveita. Um poder que não se exerce. Veja o seguinte fato interessante: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Oeste juntos têm a maioria esmagadora no Senado federal e também, o que é mais surpreendente, maioria na Câmara dos Deputados. Ninguém imaginaria isso, acompanhando os rumos que toma a política brasileira. Apesar disso, o ambiente que eu encontrei nas bancadas do Nordeste em Brasília foi muitas vezes um clima de lamentação. Em vez de ser a construção coesa de um potencial de poder, a serviço de um determinado projeto, lamentação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5689365570986904475?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5689365570986904475/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5689365570986904475' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5689365570986904475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5689365570986904475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/11/vanguardia-regional.html' title='Vanguardia regional'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3985435060126249856</id><published>2010-09-19T13:08:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T19:34:01.590-07:00</updated><title type='text'>Segundo ladrido</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TJZu00d-dFI/AAAAAAAAAUg/JdAqkMUdxKI/s1600/RMU+en+despacho.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 281px; DISPLAY: block; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518720247105746002" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TJZu00d-dFI/AAAAAAAAAUg/JdAqkMUdxKI/s400/RMU+en+despacho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Roberto Mangabeira Unger parece destinar tanto o más tiempo a pensar que a difundir sus ideas. &lt;a href="http://grupojuramento.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;En la Argentina tiene colaboradores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; que se preocupan de que se cumpla su expreso deseo: que cada visita al país termine reflejada en los medios con una &lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1305871"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;nota&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;." &lt;/div&gt;(Enfoques, La Nación 19/09/2010)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3985435060126249856?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3985435060126249856/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3985435060126249856' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3985435060126249856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3985435060126249856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/09/segundo-ladrido.html' title='Segundo ladrido'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TJZu00d-dFI/AAAAAAAAAUg/JdAqkMUdxKI/s72-c/RMU+en+despacho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6411473977823900095</id><published>2010-08-23T18:09:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T18:16:47.222-07:00</updated><title type='text'>O sonho de Mangabeira Unger</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/THMdCHAjPzI/AAAAAAAAAUQ/Yy_DGOQLmT8/s1600/Nordeste+Brasil.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 225px; DISPLAY: block; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508778691282550578" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/THMdCHAjPzI/AAAAAAAAAUQ/Yy_DGOQLmT8/s400/Nordeste+Brasil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Neto de Otávio Mangabeira, que foi governador da Bahia, o ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger tirou férias em Harvard para concluir um sonho: o Projeto Nordeste. Sua primeira escala foi na terra do avô. Unger quer acabar com o “pobrismo” no Nordeste, ou seja, com iniciativas que empregam os mais pobres sem uma estratégia de desenvolvimento. Também quer dar fim ao fascínio por grandes obras, como siderurgias e refinarias. Para ele, isso é pura ilusão. A solução estaria em duas grandes forças: no empreendedorismo das pequenas e médias empresas e na inventividade tecnológica popular. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fuente: &lt;a href="http://www.istoe.com.br/assuntos/brasil-confidencial/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Istoé&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/THMdB4U3j2I/AAAAAAAAAUI/rBg3SyrtY-k/s1600/Nordeste+Argentina.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 173px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508778687341236066" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/THMdB4U3j2I/AAAAAAAAAUI/rBg3SyrtY-k/s400/Nordeste+Argentina.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6411473977823900095?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6411473977823900095/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6411473977823900095' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6411473977823900095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6411473977823900095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/08/o-sonho-de-mangabeira-unger.html' title='O sonho de Mangabeira Unger'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/THMdCHAjPzI/AAAAAAAAAUQ/Yy_DGOQLmT8/s72-c/Nordeste+Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6792408222062605608</id><published>2010-07-28T17:31:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T17:37:19.922-07:00</updated><title type='text'>Atajos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TFDMew8sMNI/AAAAAAAAAUA/sxwkcsaewa0/s1600/RMU+y+Lula.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 373px; DISPLAY: block; HEIGHT: 280px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499119973926973650" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TFDMew8sMNI/AAAAAAAAAUA/sxwkcsaewa0/s400/RMU+y+Lula.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“La política argentina debe superar una atracción fatal por tomar siempre atajos” &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Un verdadero modelo de desarrollo no se puede basar en el voluntarismo político y algunos aciertos económicos: precisa un esfuerzo de construcción institucional y cultura republicana.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Por Fabián Bosoer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La proyección internacional y renombre de este intelectual y político brasileño es correlativa con la creciente relevancia de Brasil en el escenario mundial. Es profesor de la Universidad de Harvard, donde tuvo a Barack Obama como uno de sus más dilectos alumnos. Fue militante político de izquierda en su juventud, candidato a presidente en 2006 por un partido minúsculo y ministro de Asuntos Estratégicos del gobierno de Lula hasta el año pasado. Roberto Mangabeira Unger (62 años) siguió así, sólo en esto, el trayecto de un Fernando Henrique Cardoso o un Hélio Jaguaribe, grandes académicos que no dudaron en asumir responsabilidades de gobierno y meterse de lleno en la política sin menoscabo para su producción intelectual. Pero Mangabeira va más allá y propone, en su último libro editado en español, un manifiesto programático para una “reinvención de la izquierda”. De Brasil y América latina al mundo entero. Estuvo en Buenos Aires, invitado por la Fundación Universitaria del Río de la Plata (FURP), para disertar en el seminario “La Argentina y el mundo” organizado con motivo de su 40° aniversario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un viejo axioma decía que “de las crisis se sale por derecha”. Sin embargo, tenemos en la actualidad gobiernos tanto de derecha como de izquierda saliendo -o buscando salir- de la crisis económica internacional. ¿Qué tipo de izquierda es la que se observa hoy en los gobiernos que así se definen?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoy existen dos izquierdas en el mundo. Una rendida, resignada, que acepta la economía de mercado en su forma actual y la globalización como algo inevitable, y procura simplemente humanizarlas por medio de políticas sociales. Su palabra de orden es “humanizar lo inevitable”. Hay una segunda izquierda, recalcitrante, que tampoco ofrece alternativas, pero quiere desacelerar esa marcha, supuestamente inevitable, para proteger los intereses de su base histórica, el proletariado organizado en los sectores de capital intensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿No les da usted crédito a ninguna de las dos …?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta una tercera izquierda, transformadora, que se proponga reorganizar la economía de mercado al servicio del crecimiento incluyente. Reorganizarla institucionalmente, no simplemente regularla. Y reorientar la globalización, para que el orden global facilite los experimentos divergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Esa propuesta alternativa busca una nueva “tercera vía”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En mi pensamiento político, de alguna forma estoy recuperando la visión clásica de liberales y socialistas, en la que el objetivo supremo es engrandecer a la humanidad -a los seres humanos- y luchar contra las desigualdades. El medio es la reconstrucción institucional, pero sin seguir la visión restrictiva de ese objetivo o la fórmula institucional dogmática de liberales y socialistas clásicos. La práctica necesaria es renovar las instituciones y no aceptar la opción que se plantea hoy en los países del Atlántico Norte, que es restringir el debate a un esfuerzo para reconciliar la flexibilidad económica norteamericana con la protección económica de los europeos, dentro de un horizonte institucional muy limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Cómo situaría esta propuesta en el contexto político latinoamericano actual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si vemos sin sentimentalismos la situación en gran parte del continente, podríamos decir que hay tres categorías de países: hay países que se rindieron a una fórmula institucional importada, países muy bien organizados que aplicaron una construcción fuerte y original; hay una segunda categoría de países que quieren rebelarse pero no saben cómo, en un pantano de conflicto y confusión de fondo; y hay una tercera categoría de países que oscila entre las dos categorías. Lo que falta es un nuevo modelo de desarrollo basado en una verdadera ampliación de oportunidades económicas y educativas. Una democratización de oportunidades y capacitaciones por medio de la innovación institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Cómo observa a los gobiernos llamados “progresistas” de estos últimos años en la región?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es difícil hacer generalizaciones. Y la tragedia nacional en estos países es la coexistencia de una inmensa vitalidad y una vida desmesuradamente rica, con una enorme falta de instrumentos. Por causa de esa falta, la oportunidad de cambios radicales se disipa. La alternativa necesaria es claramente algo muy diferente del pseudo progresismo existente, que se reduce típicamente a un keynesianismo bastardo, a un distribucionismo popular financiado con la expropiación del excedente económico del agro o de la minería. Tampoco debe confundirse con el regreso al desarrollismo de la década del ‘70. No es volver a Frondizi y Prebisch, no es simplemente valorar un Estado fuerte. Es reconstruir y renovar la política y el Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿De qué modo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hay cinco directrices que me parecen más importantes. En primer lugar, democratizar y extender la economía de mercado. Por ejemplo, una política que eleve a las pequeñas y medianas empresas a través de créditos a nuevas tecnologías, una coordinación estratégica entre gobiernos y empresas que sea descentralizada, pluralista y experimental. Una política agrícola que asegure atributos empresariales a la agricultura familiar. Y una política de trabajo que enfoque sobre todo hacia los intereses de la mayoría, atendiendo a la gran cantidad de precarizados, trabajadores temporarios o tercerizados. Hay que organizar un estatuto legal para protegerlos, organizarlos y darles representación. No es simplemente regular la economía de mercado, es reorganizarla institucionalmente. Segunda directriz: asegurar un escudo económico para estas “herejías desarrollistas”. Eso significa cuestionar la pseudo ortodoxia económica de las últimas décadas, reafirmar la responsabilidad fiscal, atenuando el recurso a políticas contracíclicas keynesianas. La tercera directriz es una revolución en la educación pública, con dos prioridades: reconciliar la gestión local de las escuelas con padrones nacionales e inversiones de calidad (la calidad no debe depender del hogar en el que nace el niño) y reorientar radicalmente el paradigma pedagógico para sustituir el enciclopedismo informativo por una enseñanza analítica capacitadora. La cuarta directriz es sobre el&lt;br /&gt;Estado, con tres agendas simultáneas: profesionalismo burocrático, eficiencia administrativa y mejores servicios públicos. Que la sociedad civil participe de la provisión de los servicios públicos, incluso de la educación y la salud. Y la quinta directriz es profundizar la democracia. Una democracia de alta intensidad que no dependa de la crisis ni del dinero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es un ambicioso programa, pero ¿por dónde empezar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es un esfuerzo para institucionalizar la cultura republicana y sacar a la política de la sombra corruptora del dinero. Es así como concibo el contenido básico, que es muy diferente del mero desarrollismo del siglo pasado. Es un esfuerzo para reimaginar y reconstruir la economía de mercado y la democracia representativa pensando en una nueva clase media que está surgiendo y en la voluntad de la mayoría pobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Es Brasil el modelo a seguir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil realizó en el gobierno del presidente Lula, en el cual tuve el honor de participar, importantes avances. Millones de personas fueron liberadas de la pobreza, millones de jóvenes consiguieron acceso a la universidad y a la escuela técnica, hubo grandes obras de infraestructura y se consolidó la estabilidad macroeconómica. Pero con todos esos avances importantes no se resolvió el problema central, que es la falta de instrumentos de capacitación y de oportunidades para la mayoría. Vargas y Perón promovieron una revolución asociada a los sectores organizados de la sociedad. Ahora el problema es que nuestras sociedades están condicionadas por los lobbies y el corporativismo y la tarea es abrir condiciones y construir instituciones para toda esta vida que viene de abajo. En Brasil es la tarea de la próxima etapa. Y aspiro a que sea un tema de debate en esta sucesión presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Cómo ve a la Argentina, en ese diagnóstico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veo una gran disponibilidad en la clase política en favor de una discusión sobre el futuro nacional. Pero la política argentina debe superar la atracción fatal por tomar siempre ciertos atajos. En primer lugar, los atajos históricamente característicos del justicialismo: la idea de expropiar el excedente económico del agro para financiar el consumo urbano de las masas, que no es una alternativa de organización seria de las oportunidades de la riqueza, y el atajo político del personalismo para sustituir una construcción institucional, cuyo resultado es una alternancia dañosa entre una política transformadora antiinstitucional y una política institucional antitransformadora. El país tiene que evitar la tentación de oscilar entre “la aventura” y “el gris”. La aventura no funciona, pero tampoco el gris, que simplemente promueve una estabilidad institucional siempre sostenida sobre un tembladeral. Son formas de escapar del destino nacional, y como admirador y apasionado por la Argentina, lo que quiero es que enfrenten con coraje y realismo esos retos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright Clarín, 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6792408222062605608?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6792408222062605608/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6792408222062605608' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6792408222062605608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6792408222062605608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/07/atajos.html' title='Atajos'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TFDMew8sMNI/AAAAAAAAAUA/sxwkcsaewa0/s72-c/RMU+y+Lula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7366159369445438934</id><published>2010-07-22T15:41:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T20:47:55.645-07:00</updated><title type='text'>Están empezando a ladrar...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TEjMKNypNYI/AAAAAAAAAT4/znU_jhnrjcM/s1600/RMU+y+Vattimo+en+FURP.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496867821078525314" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TEjMKNypNYI/AAAAAAAAAT4/znU_jhnrjcM/s400/RMU+y+Vattimo+en+FURP.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Magabeira Unger se torna agora guru da oposição argentina&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Nota de Valor Económico)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem papel de destaque nas eleições brasileiras, apesar de estar filiado ao PMDB e engajado na campanha presidencial de Dilma Rousseff, o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger tornou-se uma espécie de guru da oposição - mas na Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira conseguiu a façanha de transitar com liberdade em todos os espectros ideológicos da tradicionalmente conflituosa política argentina, do partido de centro-direita PRO à esquerdista Coalizão Cívica. Ele aconselha de peronistas rompidos com o governo Kirchner, como o ex-presidente Eduardo Duhalde, que pretende voltar à Casa Rosada nas eleições de outubro de 2011, até o senador Ernesto Sanz, presidente da União Cívica Radical (UCR), o principal partido de oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma demonstração da influência de Mangabeira pôde ser notada no fim do ano passado: Duhalde, Sanz e outros cinco integrantes da elite política argentinaforam para Harvard, às próprias custas, encontrar-se com ele e discutir pessoalmente suas ideias. "Temos nos visto, mais ou menos, a cada dois meses", relatou ao Valor o presidente da Comissão de Finanças da Câmara, Alfonso Prat-Gay, ex-presidente do Banco Central e hoje deputado pela Coalizão Cívica. "Ele é um dos melhores professores de uma das mais prestigiadas universidades do mundo. Não só nos ajuda a encontrar consensos, como também a organizar o dissenso", elogiou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando esteve à frente da Secretaria de Assuntos Estratégicos, entre 2007 e 2009, Mangabeira visitou ministros da presidente Cristina Kirchner e propôs uma série de iniciativas conjuntas. Nenhuma delas prosperou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo do governo Lula, intensificaram-se os contatos com a oposição. Nos últimos dez meses, Mangabeira esteve pelo menos quatro vezes em Buenos Airese no interior da Argentina para reunir-se com lideranças partidárias e dar palestras. Exerce fascínio na mídia local, que aproveita essas oportunidades para publicar entrevistas de página inteira com o professor de Harvard. Nas apresentações, há sempre uma menção: "um dos professores preferidos" de Barack Obama na universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois postulantes da UCR à Casa Rosada têm mantido diálogo frequente com Mangabeira: o vice-presidente Julio Cobos e o deputado Ricardo Alfonsín (filho do ex-presidente Raúl Alfonsín), o político com a imagem mais positiva hoje no país, segundo pesquisas recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira também teve reuniões com o prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, do partido de centro-direita PRO. Com todos os interlocutores, apregoa um "novo modelo de desenvolvimento" e critica o "keynesianismo bastardo" com que governos de países ricos e emergentes reagiram à recessão mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entusiasmados com as ideias de Mangabeira, uma turma de jovens intelectuais organizou um movimento - chamado &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://grupojuramento.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Grupo Juramento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; - para difundir sua obra na Argentina. Eles traduzem livros, pleiteiam a abertura de cátedras em universidades para debater o pensamento de Mangabeira e fazem esforços para a concessão de títulos honoris causa ao brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mas há lideranças políticas que se interessaram bem menos pelos ensinamentos do filósofo e professor de Direito. O diretor de cinema Pino Solanas, 74, é deputado do movimento ultraesquerdista Proyecto Sur, que defende a estatização dos setores de petróleo e mineração. Foi o segundo parlamentar mais votado na cidade de Buenos Aires, em 2009, e analistas consideram sua candidatura nas próximas eleições presidenciais como crucial para os planos de Cristina e de Néstor Kirchner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos argumentam que Solanas dificilmente romperia a barreira de 10% dos votos, mas compete pelo mesmo eleitorado que os Kirchner. Com esse papel-chave, o deputado convidou Mangabeira para jantar em sua casa, mas o considerou "meio soberbo". "Ele falou sem parar durante duas horas", disse Solanas, que confessou ter admiração por Mangabeira, mas reconheceu não ter entendido todas as ideias expostas por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem também não guarda as melhores lembranças de Mangabeira é o ex-ministro Domingo Cavallo, que deu um curso de seis meses em Harvard, com o brasileiro, sobre o Consenso de Washington. As diferenças acadêmicas foram muito fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavallo sugere uma explicação para o fascínio da oposição argentina com Mangabeira. "Como ele critica o neoliberalismo e a ortodoxia econômica, encanta políticos que não gostam de ouvir falar em disciplina fiscal, disciplina monetária e competitividade da economia", disse o ex-ministro ao Valor. "Mas, quando deparam com questões práticas, ninguém consegue se guiar pelo pensamento de Mangabeira."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavallo continua: "Ele impressiona pelo uso de uma terminologia pouco habitual. Está em uma busca filosófica muito louvável. Só que, quando você lê os textos dele e ouve suas palestras, se dá conta de que ele usa os mesmos conjuntos de frases e lhe custa oferecer exemplos práticos. Pergunte, por exemplo, se ele acha que a Grécia deve sair da eurozona".&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Minha Tarefa é estimular ideias"&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ex-ministro Roberto Mangabeira Unger afirma que suas idas à Argentina têm como objetivo estimular discussões para construir "um novo modelo de desenvolvimento", que extrapola as fronteiras nacionais. Por isso, ele se diz à vontade nos contatos com a elite política argentina.&lt;br /&gt;Enquanto esteve no governo Lula, entre 2007 e 2009, manteve diálogo com os principais assessores da presidente Cristina Kirchner. Depois, passou a conversar só com a oposição. "Não estou fechado a esses contatos, pelo contrário. Mas os ministros de Estado estão ocupados com outras questões", afirma. Na semana passada, Mangabeira falou ao Valor por telefone, dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Como tem sido a sua atuação na Argentina?&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger: A discussão doutrinária faz parte do meu trabalho, não só no Brasil, mas mundo afora. Considero importante e legítimo participar do debate programático em todo o mundo, e a América do Sul é um caso especial. Meus interlocutores argentinos têm sido extremamente generosos. O próprio fato de eu ser um estrangeiro na Argentina, sem fazer parte de nenhum partido e sem pretensões a nenhuma fatia de poder, facilita essa ação. Não sou uma ameaça a ninguém, estou numa ação completamente desinteressada, com uma grande admiração pela Argentina e convicção sobre a convergência dos nossos destinos nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Vários de seus interlocutores são presidenciáveis nas eleições de 2011. Esse relacionamento pode avançar para uma participação efetiva nos programas de governo deles?&lt;br /&gt;Mangabeira: O meu foco é o processo eleitoral no Brasil. Vou fazer tudo o que puder para ajudar a campanha de Dilma Rousseff e o meu partido, que é o PMDB. Na Argentina, estou numa posição diferente. A minha tarefa não é assessorar candidatos, mas provocar uma discussão de projeto nacional e sul-americano, estimular um movimento de ideias. A última ocasião em que tivemos algo semelhante na América do Sul foi com o desenvolvimentismo das décadas de 60 e 70, com Raúl Prebisch e Celso Furtado. Devo dizer que o movimento atual é mais amplo porque está focado não apenas em questões de política econômica, mas na reconstrução das instituições econômicas e políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Que impressões o sr. tem da política argentina?&lt;br /&gt;Mangabeira: É uma cultura política que tem a virtude de partidos fortes, mas o defeito de um sectarismo que ameaça envenenar a construção de um projeto nacional. A história argentina tem uma alternância entre políticas transformadoras anti-institucionais (dos peronistas) e políticas institucionais antitransformadoras (radicais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O sr. fala muito de um novo modelo de desenvolvimento, e é com termos parecidos que o casal Kirchner classifica o modelo argentino atual. O sr. concorda?&lt;br /&gt;Mangabeira: O meu foco não é crítica, é proposta. Mas tenho sido muito franco nas minhas discussões. Assim como nós, brasileiros, os argentinos têm que resistir às tentações de certos atalhos. Uma delas é a tradição justicialista de tributar o excedente econômico da agropecuária para dirigi-lo às classes urbanas. Isso é uma maneira de não enfrentar um problema mais profundo de reconstrução do poder econômico. Em segundo lugar, há o atalho político de apelar ao personalismo, em vez de reconstruir as instituições democráticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Como o sr. vê a paralisia que tomou conta do Mercosul?&lt;br /&gt;Mangabeira: Falta ao Mercosul um projeto comum. A construção sul-americana não pode ser apenas comercial. Ela só se afirmará quando houver algo que transcenda as preocupações mercantis. A União Europeia repousa sobre dois grandes pressupostos: por fim às guerras europeias e ser um espaço neutro, uma forma diferente de organização da dos EUA. Ainda nos falta algo dessa dimensão. Aqui, o equivalente a isso é a construção comum de um novo modelo de desenvolvimento, calcado em democratização de oportunidades econômicas e educativas, aproveitando o fenômeno social mais importante das últimas décadas nos nossos países: o surgimento de uma segunda classe média empreendedora e o desejo da maioria pobre de seguir nessa vanguarda de emergentes. Essa novidade social representa a base para um novo projeto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7366159369445438934?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7366159369445438934/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7366159369445438934' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7366159369445438934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7366159369445438934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/07/por-lo-menos-estan-empezando-ladrar.html' title='Están empezando a ladrar...'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TEjMKNypNYI/AAAAAAAAAT4/znU_jhnrjcM/s72-c/RMU+y+Vattimo+en+FURP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8673201278775749294</id><published>2010-07-14T16:56:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T17:01:15.325-07:00</updated><title type='text'>Perturbados por una esperanza inesperada</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TD5PpnAkCiI/AAAAAAAAATg/NTwnJCQ3r9s/s1600/visi%C3%B3n.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 135px; FLOAT: right; HEIGHT: 126px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493916171703159330" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TD5PpnAkCiI/AAAAAAAAATg/NTwnJCQ3r9s/s400/visi%C3%B3n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;“Continuaremos (...) menos dispostos a tolerar as injustiças que nos abatem. Seremos, porém, mais fortes e, por isso, mais generosos. Não mais teremos de escolher entre a decência e a doçura. O engrandecimento (dos nossos países) soará em todos os recantos da terra como o grito de uma criança ao nascer, prometendo um novo começo para o mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Presos em seus afazeres, ansiosos para esquecer que morrerão, homens e mulheres pararão por um instante. Perturbados por esperança inesperada, ouvirão nesse grito a profecia do casamento da pujança com a ternura, da grandeza com o amor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Discurso proferido pelo ministro Roberto Mangabeira Unger em sua posse na Secretaria de Planejamento de Longo Prazo da Presidência da República&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8673201278775749294?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8673201278775749294/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8673201278775749294' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8673201278775749294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8673201278775749294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/07/perturbados-por-una-esperanza.html' title='Perturbados por una esperanza inesperada'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TD5PpnAkCiI/AAAAAAAAATg/NTwnJCQ3r9s/s72-c/visi%C3%B3n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1756087746907441758</id><published>2010-07-10T15:49:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T16:21:58.448-07:00</updated><title type='text'>Singularidad</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"I think Guillermo O’Donnell’s piece, “State and Alliances in Argentina,” is brilliant. I always give it to my students as &lt;em&gt;the&lt;/em&gt; country study. Yet Argentina is a unique case. If one does, as I eventually did, regressions of various kinds for the whole world, you find that Argentina is always standard deviations out. It had, by far, the largest number of regime transitions of all countries. And it had democracies that did not survive when the country was relatively wealthy. In fact, the wealthiest instances where democracy fell are Argentina in 1976, Argentina in 1966, and Argentina in 1962. Argentina was among the ten most developed countries in the world in 1900, but now it’s in the doldrums. &lt;strong&gt;It’s the weirdest country in the world.&lt;/strong&gt; What does this all mean? It means that when you start theorizing on the basis of Argentina you are going to get very little generality."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adam Przeworski&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(en “Capitalism, Democracy and Science”, entrevista de Gerardo Munck)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 347px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492418840661061586" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TDj91eND79I/AAAAAAAAATQ/MpYAWZcM4kg/s400/La+mazamorra.gif" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;("La mazamorra" de Fernando Fader - 1927)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1756087746907441758?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1756087746907441758/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1756087746907441758' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1756087746907441758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1756087746907441758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/07/singularidad.html' title='Singularidad'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TDj91eND79I/AAAAAAAAATQ/MpYAWZcM4kg/s72-c/La+mazamorra.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5363689799998161873</id><published>2010-07-09T10:02:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T14:07:38.456-07:00</updated><title type='text'>Batalladores</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TDdXhmi8NaI/AAAAAAAAASw/t1BYn8eVaZI/s1600/esfuerzo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 123px; FLOAT: right; HEIGHT: 122px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491954505396008354" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TDdXhmi8NaI/AAAAAAAAASw/t1BYn8eVaZI/s400/esfuerzo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Os Batalhadores&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Prefacio &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os batalhadores e a transformação do Brasil&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A publicação de “Os Batalhadores”, de Jessé de Souza, marca um avanço no entendimento que o Brasil tem de si mesmo. Ao mesmo tempo, ajuda a apontar rumo para o pensamento social brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um dos acontecimentos mais importantes no Brasil das últimas décadas é o surgimento, ao lado da classe média tradicional, de uma segunda classe média. Morena, vinda de baixo, refratária a sentir-se um pedaço do Atlântico norte desgarrado no Atlântico sul&lt;/strong&gt;, essa nova classe média compõe-se de milhões de pessoas que lutam para abrir ou para manter pequenos empreendimentos ou para avançar dentro de empresas constituídas, que estudam à noite, que se filiam a novas igrejas e a novas associações, e que empunham uma cultura de auto-ajuda e de iniciativa. Quase desconhecida das elites do poder, do dinheiro e da cultura, já estão no comando do imaginário popular. Representam o horizonte que a maioria de nosso povo quer seguir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A revolução brasileira hoje seria o Estado usar seus poderes e recursos para permitir à maioria do povo brasileiro trilhar o caminho dessa vanguarda de emergentes. Para consegui-lo, porém, seria preciso fazer o que raramente fizemos em nossa história nacional: reconstruir as instituições, inclusive as instituições que organizam a economia de mercado e a democracia política.&lt;/strong&gt; Só essa reconstrução institucional abriria caminho para estratégia nacional de desenvolvimento fundada em democratização de oportunidades para aprender, para trabalhar e para produzir.&lt;br /&gt;Debaixo dessa classe média emergente e do número relativamente pequeno de assalariados relativamente estáveis e qualificados, há uma massa de trabalhadores pobres que, em outra obra, Jessé de Souza chamou &lt;strong&gt;a ralé brasileira – vítima ainda de incapacitações e de inibições que não se limitam à falta de oportunidades econômicas&lt;/strong&gt;. Incluem os ônus que resultam de famílias desestruturadas, tipicamente conduzidas por uma mãe sozinha, que tem de combinar o trabalho ocasional ou instável com a luta para resguardar os filhos; comunidades desorganizadas, que não conseguem, portanto, fazer as vezes das famílias desfalcadas; e crenças que naturalizam o sentimento de impotência, resignação e fuga. Para muitos membros dessa ralé, a vida parece bloqueada.&lt;br /&gt;Dentro da ralé brasileira, surge, porém, surpreendentemente, um grupo que se soergue. Saídos do mesmo meio pobre e constrangedor, abraçados com os mesmos obstáculos enfrentados por seus pares do Brasil pobre, esses resistentes levantam-se. Comumente, têm mais de um emprego. Podem, por exemplo, trabalhar como faxineiros durante o dia e vigias à noite. Lutam, ativamente, com energia e engenho, para escapar da ralé e entrar no rol da pequena burguesia empreendedora e emergente. Exibem qualidades que Euclides da Cunha atribuía aos sertanejos. Existem, também, aos milhões, sobretudo nas partes mais pobres do país. São eles, os batalhadores, o tema deste livro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A realidade dos batalhadores e da nova classe média a que se querem juntar não se desvenda apenas à luz de ambições materiais. Entre eles, como em tantos outros aspectos da vida das sociedades contemporâneas, ressoa a ideia que há tempos sacode a humanidade, tanto em forma secular como em forma sagrada: a idéia da participação de cada homem e de cada mulher nos atributos que os crentes identificam em Deus e a esperança de aumentar a parte que lhes cabe nestes atributos. Não se trata apenas de assegurar certo grau de prosperidade e de independência. Trata-se, também, de construir uma subjetividade densa, digna da vida retratada na cultura romântica popular e mundial. Junto com o projeto da democratização das sociedades, representada historicamente pelas doutrinas do liberalismo e do socialismo, tal cultura representa uma das duas grandes forças revolucionárias no mundo de hoje.&lt;/strong&gt; Para entender quem são e o que querem os batalhadores, é preciso apreciar a variedade das manifestações, e a profundidade do alcance, dessas duas forças.&lt;br /&gt;A presença dos batalhadores na vida do país tem implicações para a política social, para a transformação de nossa sociedade e para o pensamento social, no Brasil e no mundo.&lt;br /&gt;Todos querem que os programas sociais de transferência, como o Bolsa Família, ganhem elementos de capacitação. Não se restringe essa aspiração a nós brasileiros; é aspiração que se difunde por toda a parte. Nessa busca, &lt;strong&gt;o equívoco mais comum que se comete é direcionar os programas de capacitação prioritariamente para o núcleo duro da pobreza&lt;/strong&gt;: a ralé de Jessé de Souza. Dificilmente, conseguem os membros da ralé beneficiar-se de tais programas. &lt;strong&gt;As incapacitações sociais e as inibições culturais intervêm para barrar a "porta de saída". Antes de se poderem beneficiar de tais programas, precisam que o Estado atue para estimular a auto-organização comunitária. Precisam que o Estado se associe, por meio de corpo próprio de agentes, com as comunidades organizadas para apoiar as famílias desestruturadas e, até mesmo, para assumir parte das responsabilidades&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Tal avanço não pode ser apenas inovação em matéria de política social. Tem de ser, também, avanço em matéria de federalismo. Exige a cooperação entre as três instâncias da federação. E exemplifica a substituição, que precisamos operar, do federalismo constituído – que distribui rigidamente poderes e responsabilidades, entre estas instâncias – por um federalismo cooperativo – que associe União, estados e municípios em ações conjuntas e em experimentos compartilhados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São os batalhadores os primeiros beneficiários potenciais dos projetos de capacitação e de ampliação de oportunidades. Mostraram que se podem resgatar porque já começaram a resgatar-se por conta própria. Nisso, como em muito, podem servir como o elo que nos faltava identificar entre a ralé e a pequena burguesia empreendedora&lt;/strong&gt;. Devem ser os primeiros destinatários das iniciativas de capacitação não por uma lógica de caridade (em que o critério é quem sofre mais) senão por uma lógica de eficácia transformadora (para a qual o critério é quem pode mais).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A existência dos batalhadores importa, também, para a prática da política transformadora. Erro capital da esquerda, sobretudo da esquerda européia, nos dois séculos anteriores, foi identificar a pequena burguesia como adversária inevitável. Hostilizada, veio essa pequena burguesia a servir de sustentáculo dos movimentos de direita mais poderosos do século vinte. Hoje no mundo, entretanto, há mais pequeno burgueses, e incomparavelmente mais aspirantes a condição pequeno-burguesa, do que gente que caiba no figurino novecentista do proletariado industrial&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Por trás do equívoco estratégico, havia, e há, um engano teórico. Ao contrário do que imaginou o marxismo, &lt;strong&gt;não há uma lógica objetiva de interesses de classe que se clareie à medida que se agrave e que se amplie o conflito social e ideológico. Pelo contrário, à medida que o conflito se aprofunda e se estende, os interesses de grupo perdem sua aparência mendaz de conteúdo objetivo.&lt;/strong&gt; O conteúdo dos interesses se torna inseparável da definição dos próximos passos, do possível adjacente, na reconstrução da ordem estabelecida.&lt;br /&gt;A definição e a defesa dos interesses de uma classe, ou de qualquer grupo, sempre pode desdobrar-se em duas direções divergentes. Pode seguir por meios que são institucionalmente conservadores e socialmente excludentes (o nicho que o grupo – por exemplo, determinado segmento de trabalhadores – ocupa será aceito como o cadinho em que se forjam os interesses do grupo). E os grupos vizinhos – os segmentos da força de trabalho mais próximos (por exemplo, os trabalhadores terceirizados ou temporários em relação ao corpo permanente de trabalhadores) serão vistos e tratados como rivais e ameaças.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A definição e a defesa dos interesses de grupo pode, contudo, sempre seguir por meios que são institucionalmente transformadores e socialmente includentes. Abraça-se uma estratégia de transformação, ainda que fragmentária e gradualista, da ordem existente. Tal estratégia permite ver os grupos vizinhos como aliados até que se construa com eles a base para uma convergência mais profunda de interesses e de identidades coletivos&lt;/strong&gt;. Por exemplo, os operários organizados da indústria intensiva em capital se podem aliar aos trabalhadores terceirizados e temporários para defender alternativa de política industrial.&lt;br /&gt;Assim também ocorre com respeito aos batalhadores, ou à segunda classe média, no Brasil. Seu destino político não está definido. No Brasil, como em qualquer outro lugar, tudo depende das alternativas, sobretudo das alternativas institucionais. Nada condena esta nova classe média, ou os batalhadores como aspirantes a se incorporar a ela, a estarem vidrados nas formas convencionais do anseio pequeno-burguês: a pequena propriedade urbana ou rural e o pequeno empreendimento familiar. Mas são essas as formas que prevalecem por falta de outras.&lt;br /&gt;Tratemos de providenciar essas outras. Para fazê-lo, é preciso inovar na organização dos mercados. Podemos imaginar que essa reconstrução avançaria em quatro passos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O primeiro passo é a revisão da política industrial. Ela teria por principal destinatário a parte mais importante de nossa economia: as pequenas e médias empresas&lt;/strong&gt;. E assumiria como tarefas principais a ampliação dos acessos ao crédito, à tecnologia, ao conhecimento e às práticas produtivas vanguardistas, bem como a difusão dos experimentos locais exitosos.&lt;br /&gt;Com isso, ajudaria criar um dínamo de crescimento econômico socialmente includente. E ajudaria também a assegurar condições para um modelo industrial diferente daquele que foi o cerne do sistema industrial instalado no Sudeste do Brasil em meados do século passado: a produção em grande escala de bens e serviços padronizados, por meio de maquinária e processos produtivos rígidos, mão de obra apenas relativamente qualificada e relações de trabalho muito hierárquicas e especializadas. É o Fordismo industrial.&lt;br /&gt;O Brasil todo não precisa transformar-se na São Paulo de meados do século passado para depois poder virar algo diferente. Fora dos centros industriais do país, não basta acelerar a passagem rumo a um modelo industrial que atenue o contraste entre supervisão e execução, relativize as especializações, combine concorrência com cooperação e transforme a produção em inovação permanente. É preciso – e possível – organizar uma travessia direta do pré-Fordismo para o pós-Fordismo, sem que o país todo tenha de passar pelo purgatório do Fordismo industrial. Os batalhadores e a pequena burguesia empreendedora seriam os primeiros beneficiários dessa construção.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O segundo passo é a renovação dos acertos institucionais que organizam a relação entre governos e empresas&lt;/strong&gt;. Não há por que escolher entre o modelo americano de um Estado que regula as empresas à distância e o modelo do nordeste asiático: a formulação de política industrial e comercial unitária, imposta de cima para baixo pela burocracia do Estado. Há uma terceira opção: &lt;strong&gt;coordenação estratégica entre governos e empresas que seja descentralizada, pluralista, participativa e experimental&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O terceiro passo é o surgimento, a partir dessa associação entre o público e o privado, de regimes alternativos de propriedade privada e social&lt;/strong&gt;. Tais regimes passariam a conviver experimentalmente dentro da mesma ordem econômica, com maior ou menor prevalência de acordo com as características de cada setor. &lt;strong&gt;A economia de mercado deixaria de estar fixada em uma única variante. A liberdade para combinar fatores de produção seria radicalizada como liberdade para inovar nos componentes do regime jurídico da produção e da circulação de bens e serviços.&lt;/strong&gt; As novas variantes do mercado – e, portanto, do direito de propriedade e de obrigações – dariam à descentralização da iniciativa formas que não se cingissem à pequena propriedade e ao empreendimento familiar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O quarto passo – mais longínquo – é o avanço rumo a dois objetivos entrelaçados que gozarão de autoridade crescente no mundo se a humanidade quiser engradecer-se. Um desses objetivos é a superação, ainda que fragmentária e gradual, do trabalho assalariado como forma predominante do trabalho livre.&lt;/strong&gt; Os liberais e os socialistas do século dezenove sempre entenderam o que nós esquecemos: que &lt;strong&gt;o trabalho assalariado é uma forma imperfeita do trabalho livre. Carrega ainda a mácula da servidão e da escravidão. Só a combinação das outras duas formas do trabalho livre – o autoemprego e a cooperação –, de maneira que permita agregar recursos e alcançar escala, dá eficácia ao ideal de trabalho livre&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O outro objetivo é assegurar que no futuro ninguém tenha de fazer o que uma máquina possa executar&lt;/strong&gt;. Tudo o que aprendemos a repetir podemos expressar em fórmulas. E tudo o que expressamos em fórmulas podemos encarnar num aparelho mecânico. As máquinas existem para que as pessoas não tenham de trabalhar como elas. Existem para que possamos dedicar nosso recurso supremo (o tempo) apenas àquilo que ainda não sabemos repetir. Com isso, voltamo-nos para a criação do novo.&lt;br /&gt;A trajetória demarcada por estes quatro passos é a radicalização daquilo que é mais poderoso nos sonhos dos emergentes e dos batalhadores. É a construção cumulativa da convergência entre suas ambições e os interesses da humanidade.&lt;br /&gt;As implicações das idéias e das descobertas expostas neste livro não se limitam ao desdobramento das políticas sociais e ao conteúdo de uma alternativa nacional democratizante e transformadora. Tocam, também, um enigma metodológico nas ciências sociais. E ajudam a suscitar um debate a respeito da vocação do pensamento social brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A tradição das ciências sociais construída a partir de Montesquieu pressupõe a quase irrelevância das características dos indivíduos. Valem as determinações, as práticas e as regras coletivas&lt;/strong&gt;. A força dessa orientação é tal que ela se impõe mesmo nas vertentes da ciência social que abraçam o individualismo metodológico. Entre elas figura a linha da teoria econômica que ganhou ascendência desde o marginalismo de finais do século dezenove e depois, em meados do século vinte, veio a se corporificar na chamada síntese neoclássica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualquer pessoa que atua no mundo e lida com seus semelhantes sabe que as coisas não são assim. Divide-se a humanidade em temperamentos, não apenas em classes, etnias e ideologias&lt;/strong&gt;. Nas mesmas circunstâncias, diante de constrangimentos e de oportunidades análogas, pessoas saídas do mesmo meio reagem de forma dramaticamente divergente. Alguns fazem muito com pouco; outros, pouco, com muito. &lt;strong&gt;Os devotos das determinações coletivas preferem acreditar que no final das contas tudo poderia ser explicado sem que nos tivéssemos que preocupar com o aviso dos gregos: caráter é destino&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Essa reflexão vem a título da história dos batalhadores. Saem do mesmo meio dos outros, que compõem a ralé brasileira de Jessé de Souza. Enfrentam a mesma carência de oportunidades econômicas e educativas. Muitos são filhos das mesmas famílias desestruturadas que predominam na massa pobre do país. &lt;strong&gt;Por alguma combinação de vontade individual, de graça dada por outra pessoa – uma mãe, um amigo ou até um estanho –, e, até, de sorte, reagiram. Foram à luta.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não há motivo aqui para celebrações morais. Há razão para compreender que não se desvenda a realidade dos trabalhadores sem admitir haver mais no mundo do que cabe em nossa vã filosofia. &lt;strong&gt;Não são, porém, heroísmos anômalos que fizeram os batalhadores. Os atos de resistência individual repetiram-se milhões de vezes. E produziram um fenômeno que há de alterar nosso entendimento do que o Brasil é do que ele pode vir a ser&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O mesmo princípio – que as determinações e os constrangimentos admitem respostas diferentes – repete-se no plano das explicações coletivas. Ao repetir-se, indica a tarefa do pensamento brasileiro na próxima etapa de nossa história.&lt;br /&gt;O traço dominante das idéias sociais no Brasil sempre foi amor fati – o amor do destino. Hoje o amor do destino aparece em nossa vida intelectual de duas maneiras aparentemente antagônicas, porém em verdade aliadas.&lt;br /&gt;Uma das duas vozes que falam mais alto no pensamento social brasileiro é o de um neomarxismo encolhido e acabrunhado. Há muito tempo deixou de acreditar que nos podemos aliar à História, amiga, para mudar o mundo. Do ideário Marxista, reteve um fatalismo desfalcado. Atrai-lhe as doutrinas que explicam a fatalidade do nosso atraso dada a irresistível correlação de forças no mundo: engrenagem medonha e supostamente inescapável. Não lhe impressionam os contrastes entre as experiências dos grandes países continentais em desenvolvimento, a braços com a mesma ordem mundial.&lt;br /&gt;A outra voz – só aparentemente contrastante – é a das ciências sociais concebidas e praticadas no figurino da academia dos Estados Unidos. Dessas ciências, a que de longe desempenha influência maior é a economia, manejada, como as outras, para dar cores de naturalidade, de autoridade e, até mesmo, de necessidade aos arranjos institucionais dos países do Atlântico norte, que nos acostumamos a tomar por referência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caso à parte entre as ciências sociais é o da antropologia, cuja vertente principal no Brasil, como em tudo o mundo, tem sido o determinismo cultural e a disposição de tratar as culturas, fossilizadas, como os protagonistas da história humana. Por trás dessa veneração pelos ídolos da cultura, estão a teologia da imanência (o que há de sagrado no mundo está encarnado nestes entes culturais coletivos) e a pragmática da suficiência (trabalhe e transforme o mundo só até o momento de adquirir o bastante para viver como está habituado; depois, descanse). Pela frente, há a crueldade travestida de benevolência: o sacrifício dos povos e, sobretudo, dos indivíduos indígenas no altar das superstições antilibertárias do culturalismo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As duas vozes – a do neomarxismo e a das ciências sociais sequestradas pelo espírito da mistificação racionalizadora – juntaram-se no Brasil para entoar o coro do fatalismo&lt;/strong&gt;. Desmerece-se, como voluntarismo jacobino, tudo o que destoe desse coro. Na verdade, as tendências construtivistas que se afirmaram na história das idéias no Brasil como vertente minoritária (por exemplo, por meio do positivismo republicano) sempre foram apenas o reverso da mesma medalha de racionalização fatalista.&lt;br /&gt;Para decifrar o Brasil e contribuir ao pensamento mundial, temos de romper com tudo isso. &lt;strong&gt;Nossa preocupação central no pensamento deve ser afirmar o vínculo entre o entendimento do existente e a imaginação do possível&lt;/strong&gt;. Por isso mesmo, &lt;strong&gt;há afinidade natural entre a imaginação programática e transformadora, e a interpretação da realidade social e histórica&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Direito e economia são as duas disciplinas da imaginação institucional. Precisam das luzes de uma sociologia que prefere entender a realidade a se ajoelhar diante dela&lt;/strong&gt;. O caso dos batalhadores é, para o embate das idéias no Brasil, um chamamento às armas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger&lt;br /&gt;Junho de 2010 &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5363689799998161873?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5363689799998161873/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5363689799998161873' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5363689799998161873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5363689799998161873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/07/batalladores.html' title='Batalladores'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TDdXhmi8NaI/AAAAAAAAASw/t1BYn8eVaZI/s72-c/esfuerzo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4326011848168147719</id><published>2010-05-31T09:14:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T09:33:44.456-07:00</updated><title type='text'>Conspirador</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TAPj_TPi9qI/AAAAAAAAASY/GVlo2F9zrOY/s1600/destino.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477472248449398434" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TAPj_TPi9qI/AAAAAAAAASY/GVlo2F9zrOY/s400/destino.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;“Un progresista es siempre un conspirador contra el destino”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira Unger traza un nuevo horizonte para una izquierda atrapada en un callejón sin salida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Boris Muñoz 1 de Mayo, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La siguiente entrevista es el fruto de una larga conversación que tuvo lugar en la oficina de Roberto Mangabeira Unger en la Escuela de Leyes de Harvard University a fines de abril. Por eso, consta de dos partes. En la primera se discuten el estado actual de la izquierda a través de las distintas concepciones vigentes y se trazan los puntos cardinales del programa de una nueva izquierda democrática, con capacidad de operar en el mercado y la globalización y alejada del dogmático. En la segunda entrega –y en la próxima- se revisan los escenarios geopolíticos más importantes del presente, con particular énfasis en la situación de América Latina, y se cuestionan los mitos y dogmas heredados que impiden el desarrollo de un modelo de crecimiento incluyente y democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es difícil imaginar a Roberto Mangabeira Unger cuando llegó a Harvard en 1969 para una estadía de algunos meses. Era apenas un muchacho de 22 años que intentaba tomar distancia de Brasil, su país, donde la dictadura militar que había derrocado a Joao Goulart acechaba a varios miembros de su familia. Antes de un año ya era el profesor de derecho más joven en la historia de la universidad más antigua y prestigiosa de Estados Unidos y el único latinoamericano en la Escuela de Leyes. Esto es bastante conocido y suele asociarse con otro momento singular en su fértil carrera intelectual y política. Aunque fue uno de los críticos más severos del primer gobierno de Luis Inácio Lula da Silva y el Partido de los Trabajadores, en 2007, Lula lo nombró ministro de Asuntos Estratégicos, un ministerio sin cartera especialmente creado para que Mangabeira Unger se dedicara a trazar el porvenir de Brasil a largo plazo. Durante esos dos años intensos, recorrió el país de extremo a extremo y también sirvió de embajador oficioso para intentar persuadir a otros gobiernos de América Latina de la necesidad de disminuir la dependencia de los recursos naturales y encaminar a la región hacia un rumbo muy diferente del actual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira Unger es uno de los pensadores contemporáneos mejores equipados para esta tarea. Atento a los mecanismos del poder en la globalización, ha enriquecido sus teorías con un vasto conocimiento del derecho, la historia, la economía, el diseño institucional y la teoría política. Esto le ha dado un considerable prestigio intelectual colocándolo entre los más importantes teóricos sociales de nuestra época. Mangabeira es uno de los poquísimos teóricos de la izquierda que ha escapado ileso de la osificación dogmática con la cual muchos “intelectuales de izquierda” justifican los oprobios de la autocracia como imperativos históricos. Sin embargo su trayectoria intelectual tampoco se limita a una incansable denuncia del statu quo. Va mucho más allá. Mangabeira se ha dedicado a pensar a fondo las alternativas para crear una sociedad más justa, pero sobre todo más plena. Su obra es un llamado a poner lo mejor de nuestras energías creativas al servicio del engrandecimiento humano y espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientación&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-¿Tiene sentido seguir hablando de izquierda y de derecha en nuestros días?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-En primer lugar, discúlpame por usar una lengua fantasiosa, el portuñol, para tratar temas realísimos. En verdad, hoy en el mundo hay dos izquierdas. Hay una izquierda recalcitrante, nostálgica, que no tiene alternativa a la economía de mercado y la globalización, pero que quiere restringir la marcha hacia el mercado y el rumbo de la globalización, sobre todo para defender los intereses de su base histórica, que son los trabajadores organizados en los sectores intensivos del capital. Es una izquierda que no tiene proyecto. Su proyecto es una negación. Hay una segunda izquierda que acepta el mercado y la globalización en sus formas actuales y quiere “humanizarlos”, por medio de la regulación de los mercados y de la redistribución compensatoria del ingreso. Por eso, su palabra de orden es humanizar lo inevitable. No tiene programa o, más bien, su programa es el programa de sus adversarios conservadores, con un descuento humanizador. El mundo necesita de una tercera izquierda reconstructora y transformadora que se proponga reorganizar la economía de mercado y redefinir el curso de la globalización.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Pareciera que mientras no exista esa alternativa no tiene mucho sentido hablar de izquierda, sino de grupos que adversan o intentan compensar la globalización. ¿Cuál es el objetivo de esa izquierda frente a las que acaba de esbozar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-El objetivo mayor de la izquierda es engrandecer la sociedad. Nunca fue simplemente humanizar la sociedad. Al contrario, siempre fue divinizar la sociedad elevando las capacidades e intensificando la experiencia de los hombres y las mujeres comunes. La lucha contra la desigualdad es un objetivo subsidiario, porque una desigualdad extrema inhibe el engradecimiento de la humanidad común. El método para perseguir ese objetivo es reconstruir las instituciones. En este momento, eso significa democratizar el mercado, profundizar la democracia y capacitar al individuo. No es esto lo que estamos viendo en el mundo. En los países ricos del Atlántico norte, todo el horizonte programático se restringe a una tentativa por reconciliar la flexibilidad económica de los americanos con la protección social de los europeos dentro del marco del sistema institucional existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-¿Cuál es el vínculo de esta tercera izquierda con formas de la izquierda histórica, como el socialismo marxista o el socialismo inglés?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Los liberales y los socialistas clásicos del siglo XIX tuvieron una idea semejante. Quisieron elevar la humanidad y propusieron un proyecto de transformación de las instituciones. En realidad, su idea del engrandecimiento de la humanidad era excesivamente restrictiva, porque estaba fundada en el modelo de la autoafirmación aristocrática que ellos quisieron universalizar. Su forma institucional era dogmática. Para los liberales era el derecho clásico de propiedad. Para los socialistas, la conducción de la economía por el Estado. Ahora eso fue sustituido por un igualitarismo teórico, que lleva a suponer que la igualdad es el valor supremo, combinado paradójicamente con un gran conservadurismo institucional. Es decir, aceptar el horizonte de las instituciones existentes y humanizarlas con políticas sociales. Eso no es izquierda. Eso es una capitulación y una postración al destino. Un progresista es siempre un conspirador contra el destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Más allá del modelo hidráulico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Usted dice que la izquierda actual carece de programa y proyecto. ¿Cómo se distinguiría una nueva alternativa de izquierda frente a factores como el Estado, que siempre han sido un problema para la izquierda histórica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Hay temas decisivos que definen el rumbo de esa izquierda. En primer lugar democratizar la economía del mercado. El modelo ideológico imperante hace pensar en un modelo hidráulico: más mercado, menos Estado; menos mercado, más Estado. Ese no es el problema. Lo que quiere la humanidad es organizar un crecimiento económico socialmente incluyente, transformar la democratización de oportunidades y de capacitaciones en el motor del crecimiento económico. Y con eso anclar lo social en la manera de organizar lo económico. Para eso es que es necesario reorganizar la economía de mercado. Porque no se trata de regular el mercado o compensar las desigualdades del mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-¿Qué hacer entonces?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comenzar, hay que innovar las formas de coordinación estratégica entre las empresas y los gobiernos, una forma que sea descentralizada, participativa y experimental. Que sirva sobre todo a elevar las empresas pequeñas y medianas y que universalice en la economía un experimentalismo productivo vanguardista. El segundo gran proyecto de esa izquierda es abrir un espacio que resguarde, que proteja esta democratización económica dentro de la economía del mundo. Significa que debemos bifurcar la pseudo ortodoxia económica que aceptamos en América Latina en las últimas décadas. La parte que debe ser conservada es el realismo fiscal para cortar la dependencia del capital extranjero. La parte que debe ser repudiada es la idea de enriquecerse con el dinero de los otros, como lo hace el capital financiero. O enriquecerse a costa de los recursos naturales, como es el caso del petróleo y el gas. En otras palabras, se trata de una movilización forzada de los recursos nacionales para abrir un espacio de rebeldía nacional. El tercer gran proyecto es capacitar a los individuos con una educación sobre la base del análisis verbal y el análisis numérico, y dentro de un sistema institucional que reconcilie la gestión local de la escuela de los estados y municipios con patrones nacionales de inversión y calidad. El cuarto proyecto es profundizar la democracia. Una democracia de alta energía que eleve el estatus de la participación popular. Por ejemplo, a través del financiamiento público de las campañas y el acceso gratuito a los medios en favor de los partidos y los movimientos sociales organizados. También a través de una superación de los impasses para acelerar el ritmo de la política; por ejemplo, mediante un sistema de elecciones anticipadas. Un esfuerzo para aprovechar el potencial experimentalista del régimen federativo de crear contramodelos del futuro y un camino que nos permita enriquecer la democracia representativa con trazos de democracia directa y participativa, pero sin diluir las garantías individuales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La salvación institucional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Algunos de los experimentos actuales de la izquierda en América Latina se basan en la democracia participativa y directa. Esos mismos regímenes manifiestan un gran desprecio por la democracia representativa. Usted, sin embargo, sostiene que hay que combinar ambas formas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-No se puede progresar rompiendo con la democracia representativa. Solo se puede avanzar enriqueciendo la democracia representativa. En verdad, en América Latina, como en gran parte del mundo actual, nos planteamos el falso dilema de elegir entre una política institucional antitransformadora y una política transformadora antiinstitucional. Lo que debemos perseguir como objetivo es construir las instituciones de una democracia más caliente e innovadora, que no dependa de caudillos y personalismos y que supere el vicio del constitucionalismo estadounidense en la organización del Estado que copiamos en América del Sur. El constitucionalismo estadounidense asocia equivocadamente el principio liberal de fragmentar el poder con el principio conservador de desacelerar la política. Lo que debemos hacer es afirmar el principio liberal y repudiar el conservador. Esto es un ejemplo de la tarea de reinventar las instituciones. Cuando en América Latina no conseguimos reinventar las instituciones, apelamos a un atajo: los personalismos, los salvadores de la patria, pasando por alto que la única salvación segura está en las instituciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Su planteamiento es muy interesante, pero a la luz de nuestra tradición de caudillos y personajes delirantes, resulta contrahistórico. ¿Cómo superar ese vicio tan arraigado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-No menosprecio el papel de los individuos. Hay un rol para la visión profética en la política. Cualquier política transformadora necesita simultáneamente de dos lenguajes. Un lenguaje de cálculo y negociación y un lenguaje de visión profética. La presencia de la visión profética es peligrosa, pero su ausencia es fatal. Al mismo tiempo, toda acción transformadora que se inicia por un mensaje encarnado en una acción ejemplar, solo perdura cuando se transforma en un legado institucional. En mi país, en Brasil, lucho desde hace muchos años por una alternativa nacional. Estamos en América del Sur, construyendo el Mercosur. El Mercosur, hasta hoy, es un cuerpo sin espíritu, porque tenemos integración comercial, logística y energética, pero nos falta lo más importante que es un proyecto común.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-¿Cree usted que es posible una integración política entre países institucionalmente disímiles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Falta en primer lugar el contenido de un horizonte de desarrollo. Tienes el caso de la Unión Europea. Se construyó sobre la base de dos grandes presupuestos históricos. Ser un proyecto de paz perpetua para poner fin al siglo de las guerras europeas y ser un espacio alternativo al modelo de Estados Unidos. Ahora pregunto: ¿cuál es ese horizonte en el caso de América Latina? La única cosa que tenemos hasta hoy, como alternativa al neoliberalismo, es el desarrollismo de la década de 1970. No es suficiente. Por eso vemos que en gran parte de América del Sur, hay tres categorias de países. Hay países bien organizados, eficientes, que ya se vendieron. En esos países prevalece la mentalidad de la república de Vichy. Hay una segunda categoria de países que quieren rebelarse pero no saben cómo y están hundiéndose en un pantano de conflicto y de confusión. Y hay una tercera categoría de países que oscila entre las dos primeras categorías. Eso es lo que tenemos y tendremos que buscar un camino alternativo para movernos hacia otras posibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-La manera en que el trabajo y el mercado están organizados en nuestra época va contra de esa idea. Por otra parte, las sociedades del sur tienen necesidades urgentes de alimentación, salud, educación y producción que hacen mucho más difícil un vigoroso experimentalismo institucional. Eso sin contar que son los países que más sufren de una de las grandes paradojas de la globalización: el capital puede moverse libremente, pero las personas no. ¿Cómo solucionar este gran problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Es necesario descomponer el problema en sus elementos. En el caso de la reconstrucción de la economía de mercado, veo una serie de etapas. Insisto en etapas porque una práctica transformadora puede seguir un método gradualista y fragmentario, pero tener un resultado radical si la fragmentación sigue pasos sucesivos informados por una concepción. El primer paso es una política industrial que eleve las pequeñas y medianas empresas que son el sector más importante de la economía y que construya una travesía directa de la economía más rudimentaria a una economía vanguardista. El modelo industrial dominante en el mundo hasta recientemente fue lo que se denomina el fordismo industrial o la producción en gran escala de bienes y servicios manufacturados por mano de obra semi calificada. Ahora estamos construyendo en el mundo un nuevo paradigma productivo basado en el conocimiento y que permite transformar la producción en una práctica de innovación permanente. La mayoría de la humanidad está excluída de este paradigma. Debemos organizar en nuestros países un viaje directo del prefordismo al postfordismo industrial. En agricultura, debemos al mismo tiempo superar el falso contraste entre agricultura industrial y agricultura familiar, asegurando atributos empresariales para la agricultura familiar. El segundo paso es innovar en la forma de colaboración entre los gobiernos y las empresas. No hay que escoger entre el modelo estadounidense de un Estado que regula las empresas desde la distancia y el modelo del nordeste asiático que impone burocráticamente una política industrial y comercial unitaria. Lo que nos conviene es una coordinación estratégica descentralizada, pluralista y experimental. El tercer paso es comenzar a formar regímenes alternativos de propiedad privada y social que pueden coexistir experimentalmente en la economía de mercado. Y el cuarto paso, algo para mucho más adelante en el futuro, es crear condiciones para superar la hegemonía del empleo asalariado como única forma de trabajo libre. Así es posible construir las condiciones para combinar el autoempleo con la cooperación y, simultáneamente, aprovechar las tendencias inmanentes de evolución económica y tecnológica para que en el futuro ningún hombre o mujer haga el trabajo que puede ser hecho por una máquina. El ser humano es para hacer todo lo que las máquinas no pueden. Todo lo que aprendemos a repetir lo pueden hacer las máquinas. Nuestro tiempo precioso debe estar reservado a lo que podemos repetir. Los puntos que acabo de trazar forman una trayectoria. No es la fórmula de un cambio instantáneo, sino un cambio de la economía de mercado paso a paso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crecimiento incluyente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Es un cambio que las instituciones globales difícilmente permitirán.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es verdad que el sistema global conspira contra esto. Por ejemplo, el orden internacional de comercio está caracterizado por un maximalismo institucional. En nombre del libre comercio quiere imponer a los países comerciantes la adhesión a una variante específica de la economía de mercado. Esto hay que repudiarlo. Sin embargo, hay que tomar en cuenta que la dialéctica transformadora comienza por la construcción de Estados nacionales fuertes, al servicio del objetivo que goza de mayor autoridad en el mundo de hoy: organizar institucionalmente el crecimiento incluyente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-En nombre de un ideal de patria soberana, a veces esos proyectos nacionales desdeñan importantes atributos de la democracia como el pluralismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-No debería ser. La democracia no es un impedimento para un proyecto nacional fuerte. Un proyecto nacional construido a partir de un voluntarismo jacobino y dependiente de personalidades autoritarias, es un proyecto nacional frágil. El único proyecto nacional fuerte es un proyecto nacional montado sobre los pilares de una construcción colectiva, un proceso para definir el destino de la nación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-¿Qué rol juega el consenso en la construcción de ese proyecto que permita el avance?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-En la política transformadora no basta organizar un consenso. Es necesario también organizar el disenso. El consenso por sí solo es un mínimo denominador común entre las fuerzas existentes, cuando no resulta en la imposición de un camino de arriba para abajo. Lo que es necesario que exista es la formación de un camino transformador apoyado en una gran mayoría nacional pero que sea energizado por un disenso y un juego de alternativas nacionales. Sin esto cualquier proyecto es precario y enteramente dependiente de las imposiciones y los dogmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Si un programa como el suyo surgiera tendría que lidiar con los desafíos de la real política: un intrincada red de agendas partidistas, las personalidades de los líderes, los intereses empresariales y corporativos, incluso tendría que vérselas con las instituciones nacionales e internacionales que regulan la política de hoy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-La realidad no es simplemente una muralla de impedimentos. Es un juego de contradicciones. Cuando se tiene una idea inmediatamente aparecen las oportunidades. Tomemos el caso de los progresistas en Estados Unidos. Ellos juzgan que su problema son las fuerzas contrarias y los grandes intereses que los acechan. No es verdad. Su problema mayor es que no tienen proyecto. Su proyecto es el proyecto de sus adversarios y por eso amenazan con desperdiciar la gran oportunidad transformadora de esta crisis económica y financiera actual. Los progresistas no consiguieron darle una secuela al proyecto del New Deal de Roosevelt. Hay dos tradiciones de reforma en Estados Unidos. Hay una tradición que defiende al pequeño contra el grande, la pequeña empresa contra la gran empresa. Hay una segunda tradición que acepta al grande, pero regulándolo a través del Estado. Ambas tradiciones son insuficientes, porque lo que hoy es necesario es reorganizar el propio mercado para posibilitar la inclusión y la democratización de oportunidades. Esa es otra idea muy diferente y conlleva un experimentalismo institucional. Es una paradoja de Estados Unidos que en una cultura tan experimental como la de este país, siempre le hayan querido dar a la instituciones inmunidad contra el experimentalismo. Hay un fetichismo y una idolatría institucional. En América Latina tuvimos un problema inverso al de los estadounidenses. Ellos supusieron que había descubierto la fórmula definitiva de una sociedad libre y el resto de la humanidad acepta esa fórmula o la rechaza mediante el despotismo y la pobreza. En cambio, en América Latina tradicionalmente no nos damos crédito a nosotros mismos e importamos nuestras instituciones –¡ropa prestada que no sirve para resolver nuestros problemas! Y cuando nos desesperamos de esta situación tomamos el atajo del Salvador, del caudillo y de la idea revolucionaria mal pensada. Ese es el fondo de nuestro problema. Antes de ser un problema de intereses y fuerzas en conflicto es un problema de ideas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-¿En qué lugar cree usted que están dadas las condiciones para una transformación gradual revolucionaria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Todo lugar tiene potencial de transformación y en general uno de los descubrimientos que hice en mi actividad pública es que es siempre más fácil transformar a un país que transformar a una persona.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4326011848168147719?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4326011848168147719/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4326011848168147719' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4326011848168147719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4326011848168147719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/05/conspirador.html' title='Conspirador'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/TAPj_TPi9qI/AAAAAAAAASY/GVlo2F9zrOY/s72-c/destino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4727684670882687627</id><published>2010-04-30T17:55:00.000-07:00</published><updated>2010-04-30T17:58:42.984-07:00</updated><title type='text'>Tenemos una alternativa…</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9t8t7YwluI/AAAAAAAAASQ/D48D5ynBS-8/s1600/laalter.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 138px; FLOAT: right; HEIGHT: 219px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466099701221725922" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9t8t7YwluI/AAAAAAAAASQ/D48D5ynBS-8/s400/laalter.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.fce.com.ar/ar/libros/detalles.aspx?IDL=6750"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;La alternativa de la izquierda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; es un manifiesto sobre un tema vital de nuestro tiempo: cuál debe ser la propuesta de la izquierda, ahora que los proyectos ideológicos que marcaron los últimos dos siglos se han agotado. Para Roberto Mangabeira Unger, la reinvención de la izquierda requiere la formulación y la defensa de alternativas institucionales: nuevas maneras de organizar la economía de mercado, la democracia política y la sociedad civil libre. Su premisa es que la capacitación y el engrandecimiento de los hombres y las mujeres comunes tienen más valor que la disminución de las desigualdades de ingreso y riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La tesis del autor tiene un especial significado para los países de América Latina, en un momento histórico en el que se decide si nos contentaremos con el esfuerzo de humanizar lo supuestamente inevitable –el mercado y la globalización como generalmente se los entiende– por medio de políticas sociales redistributivas, o si reconstruiremos nuestras instituciones para darle más oportunidades a más gente y de más formas. Como un llamado a optar por el segundo camino, señala un conjunto de iniciativas que pueden comenzar a desarrollarse, incluso en el contexto actual y con los elementos disponibles, para avanzar en la tarea de reorganizar, parte por parte y de manera acumulativa, la política y la economía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Durante más de doscientos años, una visión de la capacidad de los hombres y las mujeres comunes para elevarse –no sólo para volverse más ricos y más libres, sino también más grandes– se ha unido a la contienda salvaje entre Estados, clases e ideologías y a la fuerza intensificadora de nuestras invenciones mecánicas y organizacionales para prender fuego al mundo entero. A nuestros ojos incrédulos, incapaces de discernir su brillo bajo esta forma desconocida, la llama puede parecer casi extinguida o visible apenas como reacción, terror y fantasía. No obstante, volverá a arder, con una luz mayor. Son ahora nuestras ideas y nuestras acciones las que deben definir con qué propósito."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4727684670882687627?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4727684670882687627/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4727684670882687627' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4727684670882687627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4727684670882687627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/04/tenemos-una-alternativa.html' title='Tenemos una alternativa…'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9t8t7YwluI/AAAAAAAAASQ/D48D5ynBS-8/s72-c/laalter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6934942947051954210</id><published>2010-04-22T17:08:00.000-07:00</published><updated>2010-04-22T17:18:17.046-07:00</updated><title type='text'>Pasión</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9DmoMMnbVI/AAAAAAAAASI/-eqiQHHm9i4/s1600/Rio+080.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463119926143708498" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9DmoMMnbVI/AAAAAAAAASI/-eqiQHHm9i4/s320/Rio+080.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9Dl8Xa92NI/AAAAAAAAASA/E3J9ylG5fKE/s1600/Rio+080.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seguimos. Con la misma pasión del primer día.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6934942947051954210?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6934942947051954210/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6934942947051954210' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6934942947051954210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6934942947051954210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/04/pasion.html' title='Pasión'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S9DmoMMnbVI/AAAAAAAAASI/-eqiQHHm9i4/s72-c/Rio+080.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7966753756560818612</id><published>2010-03-23T19:53:00.000-07:00</published><updated>2010-03-23T20:02:51.074-07:00</updated><title type='text'>24 de marzo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S6l-1y3GItI/AAAAAAAAAR4/nCfmtO0tmYE/s1600-h/nuncamas.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 258px; DISPLAY: block; HEIGHT: 183px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452028286559724242" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S6l-1y3GItI/AAAAAAAAAR4/nCfmtO0tmYE/s400/nuncamas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;Uno más entre tantos soy que olvidar no quiere los delirios del de facto. Me ha dictado la razón cantar en repudio al genocidio ejecutado. Porque no olviden, porque recuerden -aún los que hoy mismo engendrados fueren, tal vez- la impunidad del perro guardián. Por los que eligen quién es gobierno, por quién digite el control de este infierno, también, sobre tu extensión, latina Nación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uno más entre tantos soy que ha desviado el rumbo de mártires y de santos, encontrando, por cuestión, cantar en repudio al genocidio ejecutado. &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=g7c7DFBNAaM"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Por los más chicos, por los que vienen, por los que hoy mismo engendrados fueren, tal vez.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; Por la impunidad del perro guardián. Por los que eligen quién es gobierno, por quien digite el control de este infierno, también, sobre tu extensión, latina Nación.&lt;br /&gt;(Los delirios del defacto - Almafuerte)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7966753756560818612?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7966753756560818612/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7966753756560818612' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7966753756560818612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7966753756560818612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/03/24-de-marzo.html' title='24 de marzo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S6l-1y3GItI/AAAAAAAAAR4/nCfmtO0tmYE/s72-c/nuncamas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2917229812022186450</id><published>2010-03-17T09:03:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T09:15:19.870-07:00</updated><title type='text'>La oportunidad de la mente</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S6D_TkCAl8I/AAAAAAAAARw/3Y9XwpuQqlI/s1600-h/altarromano.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 99px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449636260673001410" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S6D_TkCAl8I/AAAAAAAAARw/3Y9XwpuQqlI/s400/altarromano.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;When we came, they were like a priesthood that had lost their faith and kept their jobs. They stood in tedious embarrassment before cold altars. But we turned away from those altars and found the mind’s opportunity in the heart’s revenge. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;RMU en “The Critical Legal Studies Movement”&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2917229812022186450?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2917229812022186450/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2917229812022186450' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2917229812022186450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2917229812022186450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/03/la-oportunidad-de-la-mente.html' title='La oportunidad de la mente'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S6D_TkCAl8I/AAAAAAAAARw/3Y9XwpuQqlI/s72-c/altarromano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5171654036742216107</id><published>2010-02-22T18:11:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T18:48:06.105-08:00</updated><title type='text'>Diálogo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S4M-Mys9ZbI/AAAAAAAAARo/y_Z80Pz5ro4/s1600-h/wordsworth.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 220px; height: 270px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S4M-Mys9ZbI/AAAAAAAAARo/y_Z80Pz5ro4/s400/wordsworth.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441261164283389362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Señala Wordsworth:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The passions of men (I mean, the soul of sensibility in the heart of men) –in all quarrels, in al contests, in all quests, in all delights, in all employments which are either sought by men or thrust upon them- do immeasurably transcend their objects. The true sorrow of humanity consists in this; not that the mind of man fails; but that the course and demands of action and of life so rarely correspond with dignity and intensity of human desires: and hence that, which is slow to languish, is too easily turned aside and abused.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responde Mangabeira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;However, there is a solution – at least to some extent and in some sense. It requires a sustained set of changes in the organizations of society as well as in the orientation of consciousness. Its benefits touch on our most fundamental interests. First, on our material interests in lifting the burden of poverty, drudgery, and infirmity weighing on human life; it lightens this burden by developing those forms of cooperation that are most hospital to permanent innovation. Second, on our social interests in disengaging our cooperative relations from the restraints on predetermined social division and hierarchy. Third, on our moral interests in creating circumstances that enable us better to reconcile the conflicting requirements of self-construction: to live among others without surrendering to them our self-possession. Fourth, on our intellectual and spiritual interests in so arranging society and culture that we are better able to be both insiders and outsiders, and engage without surrendering.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The enlargement of human power, individual and collective, we should seek and prize is a combination of these four interests. The protagonists and beneficiaries are ordinary men and women rather than an elite of heroes, geniuses and saints.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5171654036742216107?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5171654036742216107/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5171654036742216107' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5171654036742216107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5171654036742216107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/02/dialogo.html' title='Diálogo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S4M-Mys9ZbI/AAAAAAAAARo/y_Z80Pz5ro4/s72-c/wordsworth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3728922090581149095</id><published>2010-02-20T13:45:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T17:58:16.684-08:00</updated><title type='text'>Barricada</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S4BZasyzzEI/AAAAAAAAARQ/es-t_bPW8I8/s1600-h/barricada.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 312px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440446665099299906" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S4BZasyzzEI/AAAAAAAAARQ/es-t_bPW8I8/s400/barricada.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://coa.counciloftheamericas.org/article.php?id=1595"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Audio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de la presentación de Roberto Mangabeira Unger en el &lt;a href="http://coa.counciloftheamericas.org/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Council of the Americas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;... Porque &lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1235801"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;cada espacio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;es una barricada en potencia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3728922090581149095?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3728922090581149095/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3728922090581149095' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3728922090581149095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3728922090581149095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/02/barricada.html' title='Barricada'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S4BZasyzzEI/AAAAAAAAARQ/es-t_bPW8I8/s72-c/barricada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1355041026758516353</id><published>2010-02-16T14:58:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T15:32:42.469-08:00</updated><title type='text'>Las humanidades y la privatización de lo sublime</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S3soUnRqyAI/AAAAAAAAARI/5j2fbl6VNrk/s1600-h/VictoriaHLiev+125.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5438985309585590274" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S3soUnRqyAI/AAAAAAAAARI/5j2fbl6VNrk/s400/VictoriaHLiev+125.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;En las humanidades predominan las tendencias escapistas. Su característica principal es incitar a aventuras de la conciencia desconectadas de la reforma práctica de la sociedad. En la cultura moderna, la funesta divisón de caminos entre la modernidad y el izquierdismo es el antecedente inmediato de este divorcio. Al amparo de esta desconexión entre nuestros proyectos para la sociedad y nuestros proyectos para el ser, privatizamos lo sublime, relegando al espacio interior de la conciencia y el deseo nuestro proyecto transformador más ambicioso y considerando a la política como el terreno de modestas decencias y eficiencias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;El mensaje secreto es que la política debería achicarse para que los individuos puedan agrandarse. La política, sin embargo, no puede achicarse sin que el resultado sea disminuir a las personas. El deseo, por naturaleza propia, se expresa en las relaciones; el impulso fuerte busca su expresión en las formas de la vida común. Si la política se vuelve fría, también lo hará la conciencia, a menos que conserve su calor bajo la forma autodestructiva del narcisismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;                                                                                               RMU&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1355041026758516353?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1355041026758516353/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1355041026758516353' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1355041026758516353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1355041026758516353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/02/las-humanidades-y-la-privatizacion-de.html' title='Las humanidades y la privatización de lo sublime'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S3soUnRqyAI/AAAAAAAAARI/5j2fbl6VNrk/s72-c/VictoriaHLiev+125.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3116563699340173821</id><published>2010-02-08T16:33:00.000-08:00</published><updated>2010-03-25T15:08:40.082-07:00</updated><title type='text'>Ropas prestadas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S3Cv60JZLkI/AAAAAAAAARA/9FzAoynzRLI/s1600-h/rags.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 315px; FLOAT: right; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436038175201504834" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S3Cv60JZLkI/AAAAAAAAARA/9FzAoynzRLI/s400/rags.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nuestras instituciones no son nuestras, son ropas prestadas. Hemos sufrido el defecto opuesto al de los estadounidenses. Ellos han tendido a considerarse como los inventores y arquitectos de arreglos institucionales que representan las formas naturales y definitivas de una democracia política y de una economía de mercado. Nosotros hemos perdido la esperanza de crear instituciones propias que se adecuen a nuestros propósitos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No sorprende, por eso, que Argentina continúe, aún hoy, enfrentando a sus antiguos demonios: la elección, inaceptable, entre la respetabilidad estéril y la aventura frustrada, entre el gobernante rendido y el gobernante no confiable, entre una civilización postiza, compuesta de empréstitos materiales y espirituales, y una barbarie que no consigue traducir a la vitalidad en fecundidad. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;RMU&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3116563699340173821?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3116563699340173821/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3116563699340173821' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3116563699340173821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3116563699340173821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/02/ropas-prestadas.html' title='Ropas prestadas'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S3Cv60JZLkI/AAAAAAAAARA/9FzAoynzRLI/s72-c/rags.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6804803009287311078</id><published>2010-01-19T18:47:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T19:13:01.752-08:00</updated><title type='text'>El Despertar del Individuo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S1ZwrAlfKdI/AAAAAAAAAQ4/3aX8oVY5rXk/s1600-h/ElDespertardelIndividuo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 138px; FLOAT: left; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428650285035629010" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S1ZwrAlfKdI/AAAAAAAAAQ4/3aX8oVY5rXk/s400/ElDespertardelIndividuo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S1ZvKJBSWsI/AAAAAAAAAQw/vXwS4LfEZV0/s1600-h/ElDespertardelIndividuo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;En &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.fce.com.ar/ar/libros/detalles.aspx?IDL=6652"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;El Despertar del Individuo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; Roberto Mangabeira Unger presenta la concepción filosófica que guía el extenso programa interlectual sobre el que ha trabajado durante años, un programa que aporta aleternativas reales y concretas a los ordenamientos existentes en nuestras sociedades y a los supuestos sobre los que descansan.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;La propuesta esbozada en este libro desafia a la "filosofía perenne", aquella que nos invita a interpretar nuestra existencia desde un punto externo a nosotros mismos, como si fuéramos ajenos a los avatares del tiempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;El pragmatismo sin ataduras que propone Roberto Mangabeira Unger implica entender a la humanidad y construir su futuro reconociendo nuestra finitud, pero también nuestra capacidad de trascender los contextos en los que actuamos. El autor señala los primeros pasos en esa construcción: con la imaginación y la esperanza como guías gemelas, reorientaremos la economía, la política, la moral y la religión.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"La imaginación por sobre el dogma, la vulnerabilidad por sobre la serenidad, las aspiraciones por sobre las obligaciones,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;la comedia por sobre la tragedia, la esperanza por sobre la experiencia, la profecía por sobre la memoria, la innovación por sobre la repetición, lo personal por sobre lo impersonal, el tiempo por sobre la eternidad. Y, por sobre todo, la vida."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S1Zu_rPsz2I/AAAAAAAAAQo/HmKY-Jl97OI/s1600-h/ElDespertardelIndividuo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6804803009287311078?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6804803009287311078/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6804803009287311078' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6804803009287311078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6804803009287311078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/01/el-despertar-del-individuo.html' title='El Despertar del Individuo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/S1ZwrAlfKdI/AAAAAAAAAQ4/3aX8oVY5rXk/s72-c/ElDespertardelIndividuo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2930602536407882851</id><published>2010-01-08T17:13:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T17:33:57.731-08:00</updated><title type='text'>Free Trade Reimagined en 4 minutos</title><content type='html'>&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cVzuLiR-fx8&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cVzuLiR-fx8&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2930602536407882851?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2930602536407882851/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2930602536407882851' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2930602536407882851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2930602536407882851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2010/01/free-trade-reimagined-en-4-minutos.html' title='Free Trade Reimagined en 4 minutos'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-851022277288499657</id><published>2009-09-23T14:30:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T08:44:24.696-07:00</updated><title type='text'>Hace un tiempo...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SrqUqeZuRZI/AAAAAAAAAQg/uHSnsbN3LK4/s1600-h/MangaIglesiasPino.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384779761911219602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SrqUqeZuRZI/AAAAAAAAAQg/uHSnsbN3LK4/s400/MangaIglesiasPino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Encuentro en Buenos Aires reunió a Solanas, Iglesias y Mangabeira Unger: ¿Qué significa ser progresista hoy?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;La necesidad de redefinir el espacio y recomponer alianzas sociales y políticas en un mundo cambiante signó las reflexiones de los destacados referentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;por Aleardo F. Laría&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;La expresión "progresista" está desplazando paulatinamente a la palabra "izquierda" en el vocabulario de la política. En ocasiones se emplea por superposición y en otros casos con la pretensión de designar algo diferente. El interés por el significado actual del progresismo en la Argentina del siglo XXI dio lugar a un interesante debate entre intelectuales progresistas, reunidos días pasados en Buenos Aires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al encuentro acudieron Fernando "Pino" Solanas, Fernando Iglesias y el intelectual brasileño Roberto Mangabeira Unger, para discutir el alcance del término progresista en una mesa redonda que se realizó en el local del Partido Socialista Obrero Español.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Solanas como Iglesias son conocidos dirigentes políticos, uno diputado electo y el otro en ejercicio. Roberto Mangabeira Unger ha sido minis- tro de Asuntos Estratégicos de Brasil y durante su profesorado en Harvard tuvo un discípulo excepcional: el actual presidente de EE.UU., Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El primero en abrir el turno de intervenciones fue Fernando Iglesias, quien justamente acaba de publicar un libro que se denomina "Qué significa ser progresista en la Argentina del siglo XXI" (Editorial Sudamericana). Iglesias, integrante de la Coalición Cívica, es un crítico filoso del gobierno de los Kirchner y su primera observación pasó por resaltar una curiosidad. Afirmó que en un momento en que la palabra "progresista" se intercambia con la expresión "izquierda", el gobierno progresista que pretende encarnarla en Argentina es un revival de las peores prácticas de las décadas del cincuenta y del setenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mientras la palabra izquierda hace referencia a un dato espacial (un espacio a la izquierda del centro y de la derecha), la categoría progresista está relacionada con el tiempo. Progresista es el que apunta al futuro, mientras los conservadores pretenden congelar el presente y los reaccionarios hacernos retroceder al pasado. Esta nueva forma de clasificar las posiciones políticas tiene curiosos resultados, dado que se puede ser de izquierdas y al mismo tiempo conservador, como lo evidencia el caso de Fidel Castro en Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Iglesias, los desafíos del presente que enfrentan los progresistas hoy en día consisten, en primer lugar, en la pérdida de los sujetos históricos tradicionales, como la clase obrera y, como consecuencia, la necesidad de recomponer grandes alianzas que incorporen al centro liberal y democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En segundo lugar, se debe pensar en un modelo de desarrollo y modernización no industrial, basado en el conocimiento y que, por tanto, asigne singular importancia a la educación. Otro desafío consiste en hacer frente al fenómeno de la globalización mediante la defensa de los intereses nacionales por nuevos métodos que no pueden ser ya concebidos desde el nacionalismo tradicional. Por último, señaló la necesidad de conformar instancias democráticas globales, puesto que actualmente todo se globaliza menos la democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pino" Solanas toma distancias del gobierno K, al menos en el lenguaje. Así afirmó que el gobierno, con un tercio de pobreza y cinco millones de indigentes sobre sus espaldas, ha dejado vaciado de contenido el término progresista. En su opinión, el matrimonio K sigue profundizando el modelo menemista manteniendo una sólida alianza con grandes conglomerados de la banca, las petroleras, las empresas mineras y las agroexportadoras. Señaló que las grandes tareas actuales pasan por la lucha contra la marginación y la pobreza, recuperar las rentas de los recursos naturales, invertir en salud y educación y favorecer la capitalización de pequeños y medianos productores agrarios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger es un intelectual de gran fuerza oratoria y pensamiento innovador. Comenzó señalando que había que radicalizar el impulso reformista de la época, pero sin abandonar el marco democrático vigente. En su opinión, para la actual socialdemocracia, hegemónica en el mundo, lo social es el azúcar que cubre propuestas muy tibias y poco audaces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirmó que la tarea principal de la etapa pasa por dignificar a las personas y rebelarse contra un destino que las conduce a la miseria y marginación. En el terreno institucional, puso como ejemplo el radicalismo argentino, que nació tratando de integrar a las masas pero terminó aceptando el presidencialismo conservador de Madison. Al no renovar la democracia pecó de exceso de timidez y dejó un país vulnerable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los ejes de una nueva alternativa pasan, en su opinión, por dotar de un escudo económico a la rebeldía nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defendió los procesos endógenos de desarrollo señalando que ningún país se había enriquecido con el dinero de los otros países. Afirmó la necesidad de democratizar el mercado, no sólo regularlo. Habría que reconstruirlo institucionalmente en base a un nuevo modelo industrial pluralista y participativo, reconfigurando la relación capital-trabajo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Señaló que las políticas sindicales de defensa de los derechos adquiridos favorecían a los trabajadores que estaban adentro, en perjuicio de los que quedaban marginados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Unger la sociedad debe brindar oportunidades, no ofrecer caridad. Es necesario capacitar al pueblo dado que está emergiendo una segunda clase media mestiza, imaginativa, con inmensas ganas de progreso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimó que debía usarse todo el poder del Estado para favorecer la expansión de esa nueva vanguardia social. Instó a modificar el actual modelo pedagógico y aprovechar el potencial del federalismo al promover un asociacionismo cooperativo entre los tres niveles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En relación con el impulso democrático, Unger hizo un llamado a profundizar la democracia y abandonar este modelo soporífero. Señaló la necesidad de acelerar el tiempo de la política y favorecer la modernización institucional. Sugirió modificaciones dirigidas a conseguir que tanto el Poder Ejecutivo y el Legislativo pudieran ser disueltos anticipadamente para dar lugar a nuevas elecciones. Con respecto a la situación de Unasur, Unger resumió su posición afirmando que no debíamos aceptar la actual división entre países serios y países ganados por rebeldías retóricas de confusión y conflicto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-851022277288499657?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/851022277288499657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/851022277288499657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/09/hace-un-tiempo.html' title='Hace un tiempo...'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SrqUqeZuRZI/AAAAAAAAAQg/uHSnsbN3LK4/s72-c/MangaIglesiasPino.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5654345564115250078</id><published>2009-09-11T10:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-11T10:20:30.003-07:00</updated><title type='text'>Lo que se llevan, lo que dejan</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SqqGB_DknSI/AAAAAAAAAQY/ZMr6FMmOEyg/s1600-h/tierrasublevada.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380260073511886114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 264px; CURSOR: hand; HEIGHT: 376px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SqqGB_DknSI/AAAAAAAAAQY/ZMr6FMmOEyg/s400/tierrasublevada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.pinoseplanta.com/2009/09/109-estreno-de-oro-impuro.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Estuvimos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www.pinosolanas.com/tierra_sublevada.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Vimos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Sufrimos. Recomendamos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5654345564115250078?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5654345564115250078/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5654345564115250078' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5654345564115250078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5654345564115250078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/09/lo-que-se-llevan-lo-que-dejan.html' title='Lo que se llevan, lo que dejan'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SqqGB_DknSI/AAAAAAAAAQY/ZMr6FMmOEyg/s72-c/tierrasublevada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8705903022155348864</id><published>2009-08-14T14:59:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T15:26:45.667-07:00</updated><title type='text'>Estratagemas de la imaginación y la actividad</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXkTmharAI/AAAAAAAAAQQ/nytQni_fVPM/s1600-h/rain.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369949156118539266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXkTmharAI/AAAAAAAAAQQ/nytQni_fVPM/s400/rain.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; “… the same circumstances that see men and women accelerate their experiments with disentanglement of associative possibility from hierarchical and communal examples of association already available to them are also likely to witness experiment with assertion of their personalities beyond the limits drawn by their routines of conduct and vision. Such experiments encourage the individual to treat his settled character as the incomplete and corrigible expression of a self. The stratagems of imagination and activity by which he carries out such experiments already involve a partial victory over automatisms and rigidities of a closed character. To come out from under the protective wall of role, habit, and frozen perception, a person must throw himself into a situation of heightened exposure. He must put himself at greater risk to the harm that other people may do him and to the destructive influence that enlarged experience may have on what he had previously regarded as his enduring core identity. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;The analogies between process and outcome in material progress, visionary politics, and personal experience are more than superficial parallels. The further you go in the understanding of any of these lines of movement, the more clearly you see how such experiments connect and how the all give practical significance to the idea that, in politics, means create their own ends.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;                                                                                                        &lt;strong&gt;RMU en "Plasticity into Power"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8705903022155348864?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8705903022155348864/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8705903022155348864' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8705903022155348864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8705903022155348864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/08/estratagemas-de-la-imaginacion-y-la.html' title='Estratagemas de la imaginación y la actividad'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXkTmharAI/AAAAAAAAAQQ/nytQni_fVPM/s72-c/rain.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-782052001146659972</id><published>2009-08-14T14:49:00.001-07:00</published><updated>2009-08-14T15:29:27.151-07:00</updated><title type='text'>100% anti-destino</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXc7h_4t7I/AAAAAAAAAQA/dZ8Z7r1wRVo/s1600-h/ioriobillete.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369941046005905330" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 62px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXc7h_4t7I/AAAAAAAAAQA/dZ8Z7r1wRVo/s400/ioriobillete.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vamos por más. Doblamos la apuesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siendo que ‘flaco es el ovillo de nuestro íntimo carretel’ y que nos la pasamos ‘largando hilo al remontar estrellas de caña y papel’, tenemos derecho de alegrarnos por las ‘risas ciertas de libertad que da el Dios vivo, más no el gobierno de turno”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-782052001146659972?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/782052001146659972/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=782052001146659972' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/782052001146659972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/782052001146659972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/08/100-anti-destino.html' title='100% anti-destino'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXc7h_4t7I/AAAAAAAAAQA/dZ8Z7r1wRVo/s72-c/ioriobillete.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-599064446739933800</id><published>2009-08-14T14:43:00.001-07:00</published><updated>2009-08-14T14:49:01.668-07:00</updated><title type='text'>Sigue dibujando</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbhsrrw_I/AAAAAAAAAPo/vhRPdet8YDg/s1600-h/dv12.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369939502685733874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbhsrrw_I/AAAAAAAAAPo/vhRPdet8YDg/s320/dv12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbhIqRtTI/AAAAAAAAAPg/qwKTzyfy12M/s1600-h/dv11.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369939493016155442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbhIqRtTI/AAAAAAAAAPg/qwKTzyfy12M/s320/dv11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbSLMzDbI/AAAAAAAAAPY/KY_z6TIkcOs/s1600-h/dv10.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369939235999780274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbSLMzDbI/AAAAAAAAAPY/KY_z6TIkcOs/s320/dv10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbR8B4ybI/AAAAAAAAAPQ/dPH1EBbb4L0/s1600-h/dv9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369939231927486898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbR8B4ybI/AAAAAAAAAPQ/dPH1EBbb4L0/s320/dv9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbRgeYRKI/AAAAAAAAAPI/LNXiu0guyrw/s1600-h/dv8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369939224530797730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbRgeYRKI/AAAAAAAAAPI/LNXiu0guyrw/s320/dv8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbResnerI/AAAAAAAAAPA/PPZ1RHc6CZQ/s1600-h/dv7.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369939224053643954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 149px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbResnerI/AAAAAAAAAPA/PPZ1RHc6CZQ/s320/dv7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa5f1iphI/AAAAAAAAAOw/13KANKnB9aA/s1600-h/dv6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369938812042651154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa5f1iphI/AAAAAAAAAOw/13KANKnB9aA/s320/dv6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa5GwBgcI/AAAAAAAAAOo/ZrIEZfniUDI/s1600-h/dv5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369938805308621250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa5GwBgcI/AAAAAAAAAOo/ZrIEZfniUDI/s320/dv5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa4yHvjyI/AAAAAAAAAOg/tm8a4OzMR6E/s1600-h/dv4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369938799770963746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa4yHvjyI/AAAAAAAAAOg/tm8a4OzMR6E/s320/dv4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa4qiNkQI/AAAAAAAAAOY/Tdt10IuaXiU/s1600-h/dv3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369938797734498562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa4qiNkQI/AAAAAAAAAOY/Tdt10IuaXiU/s320/dv3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa4KtfrmI/AAAAAAAAAOQ/LLxLBhMmha0/s1600-h/dv2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369938789191888482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXa4KtfrmI/AAAAAAAAAOQ/LLxLBhMmha0/s320/dv2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-599064446739933800?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/599064446739933800/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=599064446739933800' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/599064446739933800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/599064446739933800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/08/sigue-dibujando.html' title='Sigue dibujando'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoXbhsrrw_I/AAAAAAAAAPo/vhRPdet8YDg/s72-c/dv12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-943610074841198264</id><published>2009-08-10T15:28:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T15:42:42.927-07:00</updated><title type='text'>Inquietud</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoChRHbzWrI/AAAAAAAAAN4/3Ejvj7hGBJ8/s1600-h/Mangaricatura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368468071251139250" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoChRHbzWrI/AAAAAAAAAN4/3Ejvj7hGBJ8/s320/Mangaricatura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Este es un clásico de Savio.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;La inquietud con Mangabeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Es probable que nunca antes en la historia de Brasil la convocatoria a un ministro haya causado tanta polvareda como el nombramiento de Roberto Magabeira Unger para integrar el equipo de gobierno de Luiz Ignacio "Lula" da Silva. El tono generalizado de los comentarios de periodistas, políticos e intelectuales en relación a la noticia fue el de profunda irritación. En algunos casos presentados en términos de indignación ética; en otros, en denuncia a la inconsistencia programática, y aún en muchos, hasta como puro oportunismo. Son reacciones que merecen reflexión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las razones para la sonora condena de los críticos deben ser buscadas, sin embargo, en otro terreno. Desde el fin de la dictadura militar las elites pensantes y dirigentes del país se esforzaron por construir un consenso en torno de una agenda. La desintegración del sistema soviético ayudó a intensificar la urgencia de la tarea. Desde el punto de vista teórico, se trataba de la reducción del Estado a la condición de gobierno (y un gobierno sobrio y eficiente) y, aún en algunos círculos, a mero reflejo de la conciliación de clases en lucha (la idea de populismo). Desde la perspectiva práctica, el esfuerzo por construir este consenso implicaba algún cambio, sin pasar, no obstante, los límites de la lógica de continuidad del exitoso proceso de redemocratización política diseñado por los agentes de transición, muchos salidos de las entrañas del régimen autoritario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Después de los fracasos sucesivos de los gobiernos de José Sarney (1987-1990) y Fernando Collor de Melo (1990-1992) en la organización y realización de aquella agenda, sin dejar de servir, sin embrago, como laboratorio para la reformulación de los términos del deseado consenso, el sistema brasilero experimentó señales cada vez más claras de agotamiento. Sumados a los incontables y seculares problemas derivados de la exclusión social, se convive ahora con una economía en situación de stress acentuado por la cuestión inflacionaria. En ese momento, en una singular combinación de destino y acción humana, la historia brasilera pasa por una reorientación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El impeachment, el intervalo del gobierno de Itamar Franco (1992-1995) y la elección de Fernando Enrique Cardoso (1995-2003), posibilitaron el surgimiento de las condiciones apropiadas para la realización del soñado consenso y de su nueva agenda. Desde entonces este proceso fue entendido y procesado por la mayoría de los que escriben y leen los diarios –la opinión pública del país- como una especie de “renacimiento”. Hasta mismo sus más visibles adversarios, años más tarde, se acomodarían a este consenso y a su agenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El profesor Roberto Mangabeira Unger fue, desde siempre, la figura que, de forma más consistente, se opuso a este consenso y a sus premisas. Y, tal vez, aquel que también de manera más clara y acertada presentó una alternativa teórica y política. Sus interpretaciones de los constreñimientos que traban al país y sus propuestas programáticas para superarlos siempre estuvieron –desde la apertura política cuando actuó en el Movimiento Democrático Brasileiro (MDB) hasta la actualidad- en confrontación abierta tanto con el núcleo duro del consenso, representado por el neoliberalismo selectivo practicado por el Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), como también con la posición del Partido dos Trabalhadores (PT), desorientado por sus abstracciones conceptuales e ideológicas que, al aproximarse al poder, las descartó en las progresivas concesiones hechas al consenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De esa forma, la comprensión adecuada al bullicio causado por la aproximación de Roberto Mangabeira Unger al gobierno de Lula –que a rigor ya había ocurrido durante la última campaña electoral - requiere, prima facie, la constatación de que el pensador brasilero radicado en E.E.U.U. no se sumó al consenso “social demócrata” tropical ni se dejó seducir por una eventual cooptación. Por lo tanto, los temores de tener un consejero de príncipe dotado de autoridad intelectual singular e imaginación institucional rica –lo que, para muchos, es el mayor de los peligros- no son inapropiados. Pero, si esta línea de interpretación fuera útil para explicar las razones de todo este ruido, aún no permite divisar los sentimientos que la conducen con tanto furor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger, a pesar de todo el deslumbramiento intelectual que causa en el primer mundo –lo que despierta la envidia y el desprecio de muchos en nuestra intelectualidad- siempre tuvo su mente y corazón puestos en Brasil. ¿Cómo explicar que una persona tenga una cátedra vitalicia en la más prestigiosa universidad del mundo y querer obsesivamente participar de la política brasilera? Más allá de eso, frecuentemente son asociados a él algunos fantasmas que asombran tanto a la elite del poder como a las izquierdas convencionales en nuestro país. De un lado, la relación política e identificación personal con Leonel Brizola –considerado un radical y estigmatizado por su disposición práctica intransigente. De otro lado, la creencia inexorable en la posibilidad de la reorganización estructural, sin fetiches, del poder y de la economía en la sociedad brasilera. Por eso, las ideas sin acento del brasilero que habla con acento, generan tanta inquietud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carlos Savio G. Texeira&lt;/strong&gt; es asesor especial de la Secretaria de Asuntos Estratégicos y profesor de Ciencia Política de la Universidad Federal Fluminense (UFF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trad.: &lt;strong&gt;María Sol González Sañudo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-943610074841198264?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/943610074841198264/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=943610074841198264' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/943610074841198264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/943610074841198264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/08/inquietud.html' title='Inquietud'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoChRHbzWrI/AAAAAAAAAN4/3Ejvj7hGBJ8/s72-c/Mangaricatura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-962200350394303916</id><published>2009-08-03T09:10:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T11:45:21.000-07:00</updated><title type='text'>Seis</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoG8NOgN2pI/AAAAAAAAAOI/gt_R_wv_Xsw/s1600-h/ernstgaleriagrabados.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368779166219885202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 316px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoG8NOgN2pI/AAAAAAAAAOI/gt_R_wv_Xsw/s320/ernstgaleriagrabados.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SncM4ORQTiI/AAAAAAAAANw/ygaZF14JuRQ/s1600-h/seis.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Seis tesis sobre el presente y futuro regional&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger Para LA NACION&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ads.e-planning.net/ei/3/39aa/suplementos_enfoques_nota/comsponsor?rnd=0.22369368420386626&amp;amp;pb=fbab0cd2b2d78ce6&amp;amp;fi=c6be37d59bd6ed06" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1. En América del Sur falta definir y explorar el camino. El Mercosur y la Unión Sudamericana continúan siendo cuerpos sin espíritu. Discutimos sobre comercio y dinero. No hablamos de lo más importante: nuestro proyecto común, nuestra estrategia de desarrollo, nuestro modelo institucional. No hablamos del modelo porque no lo tenemos. No tenemos modelo porque no hablamos del él. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;En nuestro continente, prevalecen dos orientaciones. Hay Estados que se quieren revelar pero no saben cómo. Se hunden en un pantano de conflictos y confusión. Y hay naciones bien organizadas que aceptaron las fórmulas institucionales recomendadas por las autoridades políticas, económicas y académicas de los países ricos. Padecen el síndrome del niño que se comporta bien. La Argentina y Brasil intentan escapar de la opción entre confusión y claudicación.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;2. No es verdad que el rumbo para avanzar sea combinar el formulario institucional importado y la pseudo-ortodoxia económica con programas sociales -"redes de protección social"- destinados a humanizar lo inevitable. Eso puede tener éxito relativo en países chicos, a costo de aumentar la desigualdad interna y de limitar la independencia nacional. No es una solución para repúblicas grandes y vibrantes como la Argentina y Brasil. No lograríamos ser pedazos de la Europa desilusionada, perdidos en el Atlántico sur, aunque quisiéramos serlo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;3. La esencia de la alternativa necesaria es promover las innovaciones institucionales que necesitamos para democratizar el mercado, capacitar el pueblo y profundizar la democracia. Construir un modelo de desarrollo basado en la ampliación de oportunidades para aprender, trabajar y producir. Y afirmar la primacía de los intereses del trabajo y de la producción sobre los intereses del dinero ocioso. No alcanza con regular el mercado o contrabalancear, con programas sociales, sus desigualdades. Es necesario reorganizar la economía de mercado para dar más acceso a más mercados a más gente de más maneras. Instaurar una forma de educación pública que subordine la asimilación de informaciones al dominio de capacitaciones analíticas. Y formar las instituciones de una democracia por el cambio, de alta energía, que eleve, de manera organizada, la participación popular en la vida republicana, rompa los impasses entre los poderes políticos, aproveche el potencial experimentalista del régimen federal y, con todo eso, garantice que el cambio no necesite de la crisis como partera.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;4. Partamos al medio la falsa ortodoxia económica. Reafirmemos la parte indispensable -el realismo fiscal- aunque sea a costa de renunciar al keynesianismo bastardo, que entre nosotros se transformó en populismo irresponsable. Rechacemos la parte dañina: la ilusión de que podemos enriquecernos a costa de vivir de fiado del capital extranjero. Aseguremos el aumento obligado del ahorro nacional público y privado como indispensable escudo de nuestra insubordinación.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;5. Este programa tiene base social. Hay en nuestras sociedades una nueva clase media mestiza: millones de personas que vienen de abajo, luchan por abrir pequeños emprendimientos e inauguran la cultura de autoayuda e iniciativa. Ya están en el comando del imaginario popular. La revolución que nos conviene es que el Estado use sus poderes y recursos para permitir a la mayoría seguir el ejemplo de esta vanguardia de batalladores y de emergentes. Es para eso que tenemos que reconstruir nuestras instituciones.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;6. Un día, la Argentina y Brasil serán un único país. Cuentan con energía humana ilimitada y recursos naturales casi ilimitados. Lo que aún no consiguieron es unir audacia e imaginación. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-962200350394303916?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/962200350394303916/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=962200350394303916' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/962200350394303916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/962200350394303916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/08/seis.html' title='Seis'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoG8NOgN2pI/AAAAAAAAAOI/gt_R_wv_Xsw/s72-c/ernstgaleriagrabados.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8004390168312063098</id><published>2009-07-30T09:39:00.000-07:00</published><updated>2009-07-30T09:53:43.586-07:00</updated><title type='text'>Una forma de tragedia</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SnHQA5Q227I/AAAAAAAAANI/_MovskSTDrM/s1600-h/Poverty_Rangers.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364297344965073842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SnHQA5Q227I/AAAAAAAAANI/_MovskSTDrM/s320/Poverty_Rangers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;"I know of few greater personal tragedies than those of well meaning men and women who have devoted their lives to the achievement of some ideal only to find at the end that they were dealing with surface causes and cures. Such are the peace workers who think that war can be eliminated by governments formally agreeing to renounce aggression; such are the charity workers who think that poverty can be overcome by private contributions to the needy; such are all those who think that depressions can be avoided by tinkering with the capitalist system."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corliss Lamont&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8004390168312063098?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8004390168312063098/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8004390168312063098' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8004390168312063098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8004390168312063098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/07/una-forma-de-tragedia.html' title='Una forma de tragedia'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SnHQA5Q227I/AAAAAAAAANI/_MovskSTDrM/s72-c/Poverty_Rangers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6579152140489515420</id><published>2009-07-23T12:05:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T11:40:33.387-07:00</updated><title type='text'>Uno de los sabios</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoG7Felr6UI/AAAAAAAAAOA/xxUNjz0u-mA/s1600-h/alejandrokorn.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368777933587212610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 179px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoG7Felr6UI/AAAAAAAAAOA/xxUNjz0u-mA/s320/alejandrokorn.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Smi1Rna3qjI/AAAAAAAAAM4/kjpW73X1STU/s1600-h/Alejandro_korn.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.abanico.org.ar/2007/03/korn.hegel.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Alejandro Korn&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; es uno de los miembros del panteón platense, también integrado por el mismísimo &lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Pedro_Bonifacio_Palacios"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Almafuerte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Sobre él, leemos a Oscar Terán (y no dudamos en seguir agregando negrita):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;“Lo que atrae al filósofo argentino es la concepción de la conciencia que establece una diferencia esencial entre ella y el mundo físico, y que se traduce en la apertura de una zona de libertad allí donde el positivismo había establecido la férreas leyes del determinismo naturalista. (…) Pero dentro de esta adhesión, Korn no está dispuesto a renunciar a logros de la modernidad positivista como la ciencia y la técnica, y mediante una actitud componedora y moderada pretende introducirlos en una jerarquía que los subordina a otros valores espirituales.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Si Korn no cuestionaba estructuralmente el modelo económico del 80’ era porque suponía que los efectos negativos de sus logros podían corregirse en el sentido de la justicia social. Si la finalidad del positivismo alberdiano había residido en la acumulación de riquezas, la &lt;strong&gt;hora actual es para Korn el momento de la redistribución de dichos bienes, aunque ello implique la relativización del derecho de la propiedad privada&lt;/strong&gt;.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6579152140489515420?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6579152140489515420/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6579152140489515420' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6579152140489515420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6579152140489515420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/07/alejandro-korn-es-uno-de-los-miembros.html' title='Uno de los sabios'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SoG7Felr6UI/AAAAAAAAAOA/xxUNjz0u-mA/s72-c/alejandrokorn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7204503599525183179</id><published>2009-07-23T11:34:00.000-07:00</published><updated>2009-07-23T11:37:40.632-07:00</updated><title type='text'>Transformación institucional</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Smit5o2TfyI/AAAAAAAAAMw/4m09PRqL4dE/s1600-h/karl-polanyi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361726562113912610" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 139px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Smit5o2TfyI/AAAAAAAAAMw/4m09PRqL4dE/s200/karl-polanyi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De Karl Polanyi, en “&lt;strong&gt;La Gran Transformación&lt;/strong&gt;”, con &lt;strong&gt;negrita &lt;/strong&gt;nuestra:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;“El fracaso del patrón oro apenas hizo otra cosa que fijar la fecha de un acontecimiento que era demasiado grande para haber sido causado por él. Nada menos que una destrucción completa de las instituciones nacionales de la sociedad del siglo XIX acompañó a la crisis en una gran parte del mundo, y por todas partes estas instituciones fueron cambiadas y reformadas hasta el punto de casi no poder ser reconocidas. El Estado liberal en muchos países fue reemplazado por dictaduras totalitarias, y la institución central del siglo – la producción basada en los mercados libres- fue sustituida por nuevas formas de economía. El fracaso del sistema internacional, aunque precipitó la transformación, ciertamente no hubiera explicado su profundidad y contenido. (…) &lt;strong&gt;La historia fue ajustada al cambio social; el destino de las naciones fue unido a su papel en una transformación institucional&lt;/strong&gt;”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7204503599525183179?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7204503599525183179/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7204503599525183179' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7204503599525183179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7204503599525183179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/07/transformacion-institucional.html' title='Transformación institucional'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Smit5o2TfyI/AAAAAAAAAMw/4m09PRqL4dE/s72-c/karl-polanyi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6414757976520346297</id><published>2009-07-14T08:18:00.000-07:00</published><updated>2009-07-30T09:56:06.523-07:00</updated><title type='text'>Mala racha</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Slyl85Nj3VI/AAAAAAAAAMo/3hsfVj4AYMc/s1600-h/obstaculo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358340122232479058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Slyl85Nj3VI/AAAAAAAAAMo/3hsfVj4AYMc/s200/obstaculo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por &lt;a href="http://compartidoespacio.blogspot.com/2009/07/renuncia-la-ceplan-fernando-villaran.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;un motivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; u otro, se sigue &lt;a href="http://compartidoespacio.blogspot.com/2009/07/cronologia-del-ceplan-fernando-villaran_28.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;constatando&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; que es muy difícil pensar a largo plazo en nuestra Patria Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;("&lt;strong&gt;Obstáculo&lt;/strong&gt;", de Caridad Pontes)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6414757976520346297?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6414757976520346297/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6414757976520346297' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6414757976520346297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6414757976520346297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/07/mala-racha.html' title='Mala racha'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Slyl85Nj3VI/AAAAAAAAAMo/3hsfVj4AYMc/s72-c/obstaculo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2339772087714536214</id><published>2009-07-13T08:46:00.001-07:00</published><updated>2009-07-13T08:49:16.563-07:00</updated><title type='text'>Al infinito y más allá!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SltXBgEyUJI/AAAAAAAAAMI/iwyzVp0bsVU/s1600-h/danielvargas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357971864988831890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SltXBgEyUJI/AAAAAAAAAMI/iwyzVp0bsVU/s320/danielvargas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dibuje, Danielao, dibuje...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2339772087714536214?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2339772087714536214/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2339772087714536214' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2339772087714536214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2339772087714536214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/07/al-infinito-y-mas-allaaaa.html' title='Al infinito y más allá!!!'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SltXBgEyUJI/AAAAAAAAAMI/iwyzVp0bsVU/s72-c/danielvargas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-9184067176317072583</id><published>2009-07-02T09:16:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:31:25.691-07:00</updated><title type='text'>Barajar y seguir dando...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Skzg1iznPuI/AAAAAAAAAMA/wVq9z_l6tmw/s1600-h/manguita.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353901267517652706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Skzg1iznPuI/AAAAAAAAAMA/wVq9z_l6tmw/s320/manguita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Skzd_nMJZBI/AAAAAAAAALw/UD93dMQfJvs/s1600-h/truco.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Em tudo, apliquei um método. Procurei reinventar e reconstruir, ao mesmo tempo, a idéia de um projeto de desenvolvimento nacional e a prática do planejamento de longo prazo."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Carta de RMU a Lula&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-9184067176317072583?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/9184067176317072583/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=9184067176317072583' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/9184067176317072583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/9184067176317072583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/07/barajar-y-seguir-dando.html' title='Barajar y seguir dando...'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Skzg1iznPuI/AAAAAAAAAMA/wVq9z_l6tmw/s72-c/manguita.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4892230656844646953</id><published>2009-06-19T13:16:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T15:41:38.532-07:00</updated><title type='text'>Él es la bandera</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sjv8iaRIXrI/AAAAAAAAALo/LOY5yPpvOPU/s1600-h/FotosMar-Ago08+272.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349146650529521330" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sjv8iaRIXrI/AAAAAAAAALo/LOY5yPpvOPU/s320/FotosMar-Ago08+272.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Al acercanos a un nuevo aniversario de la muerte de uno de nuestros&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sjv0vQdOnrI/AAAAAAAAAKo/2wu8PyGSMGM/s1600-h/FotosMar-Ago08+272.jpg"&gt;&lt;/a&gt; compatriotas más grandes, recurro, como forma de homenajearlo, a un artículo de un notable justiciero historiográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Belgrano no fue un costurero&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Rodolfo Terragno&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Visionario y hombre de acción, Belgrano es recordado por haber mandado a coser géneros de dos colores. En Estados Unidos se dice que la bandera la diseñó una costurera de Filadelfia. En la Argentina, se atribuye el “mérito” a un hombre de quien se olvida lo principal: concibió el primer plan económico, hizo la Revolución y ganó las principales batallas de la Guerra de la Independencia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La historia argentina está cargada de injusticias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta es una de las mayores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un padre de la Patria —visionario y hacedor— es recordado por el más insignificante de sus méritos: haber mandado a hacer una bandera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La creadora del pabellón norteamericano fue Betsy Ross, una costurera de Filadelfia. A nadie se le ocurre rendirle pleitesía por haber juntado unas barras y unas estrellas: un diseño, al menos, más imaginativo que el de la elemental bandera argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El estandarte que Belgrano creó en 1812 no fue, siquiera, símbolo de independencia.&lt;br /&gt;Celeste y blanco eran los colores borbónicos. Goya inmortalizó a Carlos IV y Fernando VII luciendo, sobre sus pechos, bandas idénticas a las que hoy usan los presidentes argentinos.&lt;br /&gt;Manuel Joaquín del Corazón de Jesús Belgrano estudió leyes en Salamanca, pero tenía todo aquello que Salamanca non presta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fue él quien elaboró el primer plan de desarrollo económico del Río de la Plata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginó cómo expandir la agricultura, fomentar el comercio e introducir nuevas industrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprendió —anticipándose a Alberdi— que el país estaba “vacío” y había que poblarlo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprendió —anticipándose a Sarmiento— que sólo un pueblo cultivado podía “conocer y amar la libertad”; y bregó por la difusión del libro, “maestro sin pereza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fue, sin embargo, un mero planificador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabía que —así como la acción sin ideas es vicio de políticos— la idea sin acción es vicio de intelectuales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando los británicos invadieron Buenos Aires, tomó las armas y, en 1807, sirvió como oficial de Patricios a las órdenes de Santiago de Liniers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretario de la Primera Junta, luego se improvisaría como militar para triunfar en las dos mayores batallas de la Independencia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tucumán (1.800 criollos contra 3.200 realistas)&lt;br /&gt;Salta (3.000 criollos contra 3.400 realistas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El exitismo argentino terminó condenando a Belgrano porque, después de aquellas victorias, no pudo con 3.000 realistas en Vilcapugio y 3.500 en Ayohuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, nadie puede menospreciar su rol libertador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;San Martín —grande por su campaña continental— libró en el territorio argentino apenas un combate que, comparado a las batallas belgranianas, aparece como una refriega: sus granaderos, apostados en el convento de San Carlos, emboscaron a 250 realistas que llegaban a buscar víveres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belgrano, el hombre que había asegurado la frontera jujeña y salvado a la Revolución, mereció el olvido por no haber salvado (como si hubiese sido fácil) el Alto Perú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando murió, el 20 de junio de 1820, era una figura desdibujada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sólo un periódico le dedicó un breve obituario. Fue el Despertador Teo-Filantrópico, Místico-Político, editado por el sacerdote franciscano Francisco de Paula Castañeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuatro décadas después, Bartolomé Mitre hizo justicia: en 1859 apareció la primera edición de Historia de Belgrano y la Independencia Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fue después de escribir la biografía de Belgrano que Mitre redactó su Historia de San Martín y la Emancipación Sudamericana (1877).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los dos títulos se resumía la diferencia entre dos hombres insignes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;San Martín, el vencedor de Maipú y Chacabuco, el conquistador de Lima, fue el genial libertador itinerante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belgrano fue la gran figura de la independencia vernácula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La bandera no tiene la menor importancia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4892230656844646953?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4892230656844646953/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4892230656844646953' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4892230656844646953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4892230656844646953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/06/el-es-la-bandera.html' title='Él es la bandera'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sjv8iaRIXrI/AAAAAAAAALo/LOY5yPpvOPU/s72-c/FotosMar-Ago08+272.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4246889366918093805</id><published>2009-04-29T09:02:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T09:18:33.917-07:00</updated><title type='text'>Lo social</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sfh8zopugYI/AAAAAAAAAKg/B7nwmOPwAGo/s1600-h/divine+imagination.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330147385520587138" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sfh8zopugYI/AAAAAAAAAKg/B7nwmOPwAGo/s320/divine+imagination.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Abusando de nuestra amistad con C.S., volvemos a recurrir a él para que nos aclare un poco el panorama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A idéia contemporânea do "social"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Sávio G . Teixeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão política e intelectual deste início de milênio continua sendo: é possível reconstruir as sociedades para que elas consigam ir além das conquistas alcançadas pelas socialdemocracias? As características mais marcantes das socialdemocracias são a acomodação diante do sistema institucional existente e a adoção de práticas de compensação social para amenizar os conflitos no interior da ordem social.O arranjo político que propiciou a emergência da socialdemocracia se baseou em um acordo para que as forças contestadoras - tendo a seu favor a ameaça do avanço do comunismo - negociassem o abandono do esforço de reorganizar a produção e a política em troca da possibilidade de reforma social da sociedade por meio de práticas de redistribuição. O problema é que este contrato socialdemocrata dá mostras de que chegou aos seus limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exaustão socialdemocrata exige, para ser superada, a recuperação da idéia de futuros alternativos para as sociedades. Mas o problema é que os instrumentos com que pensar as alternativas estão bloqueados pela herança recebida das grandes narrativas teóricas dos séculos XIX e XX, que exerceram e ainda exercem enorme influência sobre a política contemporânea. A idéia mais importante desta tradição intelectual é a de que as sociedades enfrentam grandes alternativas estruturais: o que parece ser um conjunto eterno de leis sociais é, de acordo com esta idéia, apenas um conjunto de leis de uma forma específica de organização social e econômica. Ela define como particular aquilo que seria universal.Mas a esta idéia metodológica antinaturalista das grandes teorias sociais foi acoplado um conjunto de premissas fatalistas que lhes roubaram o poder transformador. Primeiro, a concepção de que há uma lista fechada de alternativas estruturais na história, como o feudalismo, o capitalismo e o socialismo. Segundo, a concepção de que cada um desses sistemas institucionais é indivisível e que, portanto, toda a prática política ou é a reforma trivial de um desses sistemas ou a substituição revolucionária de um por outro. E, terceiro, a busca de leis que moveriam a sucessão preestabelecida desses sistemas. Estas premissas atrapalharam e continuam atrapalhando a prática transformadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, na ciência social positiva, sobretudo na que é praticada na academia dos Estados Unidos e em seus satélites, o determinismo é abandonado ao preço da desconsideração das alternativas estruturais. Essa ciência social se esforça para naturalizar o existente, retirando da história o seu cunho chocante, surpreendente, absurdo, violento,que seria a tarefa de toda ciência social realista reconhecer e explicar. O grande desafio de nosso momento histórico está, portanto, no resgate da idéia de que a sociedade é um artefato, resultado de uma construção e de que esta construção pode ser alterada nos seus pressupostos institucionais e ideológicos. Para realizar esta tarefa é preciso rejeitar a herança política e intelectual do século XX. Ela forjou uma situação na qual todo o campo das idéias sociais está hoje dominado pelas práticas intelectuais da racionalização e da humanização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A racionalização sugere que as práticas e as instituições estabelecidas são necessárias e inevitáveis e, dessa forma, liga o trabalho da inteligência à apologia da realidade. Nenhuma área do estudo social evidencia mais explicitamente essa tendência do que a economia. Já a humanização sugere meios para atenuar os efeitos das desigualdades. O resultado é o predomínio, no debate de políticas públicas, da ênfase em ações sociais compensatórias para redimir a desumanidade do mercado. Significa ganhar a capacidade de humanizar a situação existente em troca do desarmamento da capacidade de reorganizar a sociedade. Esta é a idéia predominante na teoria jurídica e na filosofia política atuais. A solução é a compreensão de que a troca de passividade institucional por compensação social não funciona. A política social não é ramo da caridade, é espaço da política. Investir no social sem mudar as instituições não constrói cidadania.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4246889366918093805?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4246889366918093805/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4246889366918093805' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4246889366918093805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4246889366918093805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/lo-social.html' title='Lo social'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sfh8zopugYI/AAAAAAAAAKg/B7nwmOPwAGo/s72-c/divine+imagination.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5147857612349538623</id><published>2009-04-22T10:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T10:20:13.658-07:00</updated><title type='text'>Año</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Se9Qg6FjwmI/AAAAAAAAAKQ/U47afzis2NM/s1600-h/horaciosjuramentodavidcgfa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327565410481193570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Se9Qg6FjwmI/AAAAAAAAAKQ/U47afzis2NM/s400/horaciosjuramentodavidcgfa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;("&lt;em&gt;&lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Juramento_de_los_Horacios"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Le Serment des Horaces&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;" de Jacques-Louis David) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inspiración. Carta. Ayuda. Solidaridad. Esfuerzo. Fe. Alegría. Sorpresa. Sueños. Tiempos. Peleas. Agendas. Viajes. Proyectos. Dudas. Cansancio. Deslumbramientos. Idiotez. Argentinidades. Amistades. Renovaciones. Política. Confirmaciones. Decepciones. Intereses. Instintos. Mezquindades. Abusos. Desgano. Futuro. Ideas. Libros. Poder. Pasado. Dinero. Trabajo. Radio. Almuerzo. Presente. Fundación. Cena. Negocios. Televisión. Embajada. Enemigos. Corrupción. Fuerzas. Intentos. Progreso. Ida. Universidad. Vuelta. Realidad. Fantasía. Websites. Homenajes. Juramento… En una palabra: LUCHA. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La promesa de una lucha de muchos años&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5147857612349538623?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5147857612349538623/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5147857612349538623' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5147857612349538623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5147857612349538623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/ano.html' title='Año'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Se9Qg6FjwmI/AAAAAAAAAKQ/U47afzis2NM/s72-c/horaciosjuramentodavidcgfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7541159856118330257</id><published>2009-04-15T11:36:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T12:14:12.564-07:00</updated><title type='text'>The Future of Religion and the Religion of the Future</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SeYqkiynbnI/AAAAAAAAAKI/FPhgPLI9hE0/s1600-h/TannerLectures2009(1).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324990416714952306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 259px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SeYqkiynbnI/AAAAAAAAAKI/FPhgPLI9hE0/s400/TannerLectures2009(1).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ese es el título de dos&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; &lt;em&gt;&lt;a href="http://ethicsinsociety.stanford.edu/ethics-events/tanner-lectures/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;palestras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; que RMU estará dando hoy y mañana en Stanford, en el marco de las &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.uofupress.com/store/page23.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Tanner Lectures on Human Values&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Se trata de una una serie de conferencias sobre humanidades, iniciada por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Obert_Clark_Tanner"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;O. C. Tanner&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; en 1978. Estamos a la caza de los correspondientes &lt;em&gt;papers.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7541159856118330257?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7541159856118330257/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7541159856118330257' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7541159856118330257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7541159856118330257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/future-of-religion-and-religion-of.html' title='The Future of Religion and the Religion of the Future'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SeYqkiynbnI/AAAAAAAAAKI/FPhgPLI9hE0/s72-c/TannerLectures2009(1).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3529615094586496228</id><published>2009-04-13T08:35:00.000-07:00</published><updated>2009-04-13T08:50:45.809-07:00</updated><title type='text'>Principios del desarrollo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SeNfQ2ebFPI/AAAAAAAAAKA/NhjXPFJbCiA/s1600-h/desarrollo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324203927587722482" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 125px; CURSOR: hand; HEIGHT: 120px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SeNfQ2ebFPI/AAAAAAAAAKA/NhjXPFJbCiA/s400/desarrollo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hace unos años, RMU dictó un seminario junto a Dani Rodrik. Para esa ocasión, prepararon una serie de trabajos muy cortos. Uno de ellos era simplemente una lista de principios "respetables " sobre el desarrolllo, seguida por una lista de principios "execrables". Ahi van:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Thinking about development: respectable and accursed principles&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The respectable principles&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;1. Avoid deficits both in the budget of the government and in the external accounts. Do not live beyond your means, except if:&lt;br /&gt;a. You use the borrowed means effectively to fund an increase of productive capacity;&lt;br /&gt;b. You need to break a low-level equilibrium of economic activity, shaped by inadequate willingness to spend and invest.&lt;br /&gt;c. You are the hegemonic power (i.e. the United States), and can live for a long time off other people's money as well as off your own.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Do not debase the currency. Be sure the monetary authorities are independent and committed to price stability.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. In general, prefer to achieve fiscal balance by limiting public spending rather than by increasing the tax take. Lighten the burden of taxation on economic activity both by preferring taxes that are relatively neutral in their economic impact (e.g., the VAT) and by limiting the aggregate tax yield.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. In every area of economic, social. and political life, adopt some version of the best available practices and institutions, as they are now established in the United States and Western Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. In particular, consolidate the classic institutions of private property, and make them available, with a minimum of cost and red tape, to the largest number of people. Get the government out of the business of producing things.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Preserve incentives to work, save, and invest, and avoid distortions of price signals.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Encourage competition, both domestic and international Develop free trade as rapidly and as broadly as possible..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Maintain hard budget constraints, at both the national and the enterprise levels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Spurn administrative arrangements susceptible to rent-seeking. Do not try to "pick winners" through a directed trade and industrial policy. Prefer rule-bound, arm's-length regulation to the discretionary allocation of support.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Regulate the banks carefully, and ensure their transparency to depositors as well as to regulators. Develop an orderly capital market that can help attract saving and channel funds to the most efficient users.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Move prudently toward an opening of the capital account. Be sure your financial and regulatory institutions are ready.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Adopt a floating exchange-rate regime or, in special circumstances, a fixed peg to a major world currency or&lt;br /&gt;currencies. Avoid intermediate solutions in the design of the exchange regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Do not try to raise the real value of the wage above the rate of productivity growth in your economy. Move toward flexibility in labor markets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Strive for clean government and for a judiciary capable of enforcing contracts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Run a public administration that is lean but able, staffed by a qualified and well-compensated career public service.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Give high priority to broad-based investment in education and to the development of social-safety nets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Direct social spending to the people who most need it , and prevent it from being squandered on relatively privileged groups.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Above all, win and maintain the confidence of the people at home and abroad who have the money.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Send your young economists, lawyers, and bureaucrats to study at Harvard (the better to grasp the respectable principles), or, when that is not possible, to the closest available equivalent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The accursed principles&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Treat markets as a simplified form of cooperation among strangers (impossible when there is no trust and unnecessary when there is high trust), rather than treating cooperative practices as localized responses to market failures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Prefer those cooperative regimes that are more hospitable to innovation. Recognize cooperation and innovation as twin but conflicting requirements of economic growth and look how to moderate their interference with each other.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Look for economic and political institutions that can expand access to productive resources and institutions, even when the development of such institutions may set you an a path of cumulative divergence from the arrangements now established in the rich North Atlantic world. Understand that the market economy, like representative democracy or free civil society, lacks a natural and necessary institutional form. Treat the coexistence and conflict of alternative institutional forms of economic, political, and social pluralism as a practical and moral opportunity for all humanity as well as for each nation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Reject, as self-defeating, populist and authoritarian shortcuts to socially inclusive economic growth. Incorporate most of the respectable principles, but change their meaning by combining them with these accursed principles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Ensure the conditions for mobilizing the resources of the country and defying the whims of the international capital markets:&lt;br /&gt;a. high, mandatory pension saving;&lt;br /&gt;b high tax yield, with minimal trauma to relative prices and incentives (i.e., initial reliance on regressive taxation, with redistributive correction achieved on the spending side of the budget);&lt;br /&gt;c. the stick: selective controls of capital movements;&lt;br /&gt;d. the carrot: tightening of links between saving and production, both within capital markets (e.g. protection of minority shareholders) and outside them (independent public and private venture capital funds).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Prefer democratizing the market to merely regulating it or compensating, through retrospective transfers, for gross inequalities. Find institutionalized ways to give more people access, in more ways, to productive resources and opportunities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Seek to challenge and overcome economic dualism -- the deep separation between productive vanguards and rearguards -- by lifting up the rearguards and tightening their links with the vanguards. Press to generalize advanced economic practices (flattened hierarchies, cooperative competition, production as learning and permanent innovation) beyond the frontiers of the present capital and knowledge-intensive vanguards. Do so by encouraging cooperative competition among networks of small and medium firms as well as by establishing decentralized partnerships between government and existing or emerging private enterprise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. By such partnerships, give practical effect to the idea of a modest economic independence for the little guy, while distinguishing this idea from the limited vehicle of isolated small business.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. In this context, reintroduce public enterprise whenever useful as a temporary tool, not as the expression of an ideological principle. However, impose hard budget constraints on all public enterprises, and make them independent and competitive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. In the established private economy, impose “capitalism” on “capitalists.” Break up oligopolies, and undermine family control of big business.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Prefer capacity-giving economic and educational endowments (including some form of asset redistribution) to compensatory transfers. Give everyone a capacity-enhancing stake in the economic order.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Discard the dogma that the value of the real wage cannot rise above the level of productivity growth. Raise the value of the wage by a combination of democratic deepening, institutional changes (enhancing labor rights without creating a division between insiders and outsiders) and educational, skill-enhancing initiatives.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Prefer a strategy of economic growth that combines export orientation with a deepening of the domestic market, achieved through (a) expansion of the social base of advanced production and learning; (b) decentralized, pluralistic, rule-bound, and performance-based coordination between government and private enterprise; (c) resistance to making competitiveness depend on continuing wage repression; (d) selective engagement with the world economy on terms compatible with the national project.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Do not accept the identification of free trade with the system now organized by the dominant powers. Agitate to change the rules. Base the agitation on national heresies and on pressure applied by the heretical powers both to (a) prevent the world system from entrenching as vested rights the interests of the dominant powers (interests reflected, for example, in the aggressive expansion of intellectual property rights, the exemption of first-world agriculture, and the grandfathering of first-world export subsidies) and (b) make the system more supportive of altenative national ways (either the many ways or the second way to the many ways).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. In the organization of the world economy, struggle to diminish, by small but cumulative steps, the contrast between the mobility of capital and the immobility of labor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Deny conclusive force to arguments of the form: any policy involving differential treatment (for example, differential tariffs or differential interest rates) may be best in theory but will not be best in practice, because all selectivity is an invitation to the marriage of dogmatism with favoritism. Refuse the choice between "laissez-faire" and collusion. To escape this Hobson's choice, forge the instruments for a decentralized coordination between government and private enterprise. And change the background conditions and constraints shaping the relation of government to the economy and the society (theses 17 and 18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Do not count on policy makers. Count on politics. Work toward a high-energy but institutionalized politics, marked by a high level of civic engagement and the rapid resolution of impasse between branches of government.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Favor a more general, more equal, and more independent organization of civil society as a counterpart to the democratizing of the market and the deepening of democracy. Supplement the traditional devices of private law by a public-law framework for the organization of civil society outside the state.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Seek in all things creative and productive power, with the broadest possible social base, and sacrifice, when necessary, the confidence of international finance to the needs of the real economy. To this end, take advantage of contradictions among domestic as well as foreign interests (for example, differences between the interests or the prejudices of financial and industrial capital). Take care first, however, to put in place the conditions for a favorable outcome (high tax take and saving level, prospect for expansion of productive activity and opportunity, promising export strategies, selective capital controls).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Go to Harvard (or the equivalent) to master the respectable principles, and discover the accursed principles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3529615094586496228?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3529615094586496228/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3529615094586496228' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3529615094586496228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3529615094586496228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/pirncipios.html' title='Principios del desarrollo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SeNfQ2ebFPI/AAAAAAAAAKA/NhjXPFJbCiA/s72-c/desarrollo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6739384337502351333</id><published>2009-04-08T14:40:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T14:45:27.032-07:00</updated><title type='text'>Христос Bоскрес</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sd0a7wsTiDI/AAAAAAAAAJg/3hP29BLbq1E/s1600-h/ukranian+eggs.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322439948607129650" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 93px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sd0a7wsTiDI/AAAAAAAAAJg/3hP29BLbq1E/s400/ukranian+eggs.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Воїстину воскрес!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Es lo único que importa.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6739384337502351333?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6739384337502351333/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6739384337502351333' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6739384337502351333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6739384337502351333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/b.html' title='Христос Bоскрес'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sd0a7wsTiDI/AAAAAAAAAJg/3hP29BLbq1E/s72-c/ukranian+eggs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4280208273528746127</id><published>2009-04-08T13:48:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T15:37:41.404-07:00</updated><title type='text'>Histórico</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sd0m3YRUf4I/AAAAAAAAAJo/s3SO8xwTddw/s1600-h/leyendas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322453067471552386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 259px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sd0m3YRUf4I/AAAAAAAAAJo/s3SO8xwTddw/s400/leyendas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Siendo que este espacio ya rumbeó para el transitado lado de los tomates, aprovecho para expresar mi felicidad por el histórico evento del viernes próximo: &lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Iorio"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Iorio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; y &lt;a href="http://www.lemmymovie.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Lemmy&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, los colosos del metal pesado, se unen para reventar cabezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparto, en homenaje a las dos bandas más grandes del mundo, un par de letras inspiradoras, aunque crudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;br /&gt;&lt;a name="4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por nacer - (&lt;a href="http://www.ricardo-iorio.com.ar/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Almafuerte&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por nacer, en este suelo,&lt;br /&gt;hice un pacto yo con Dios&lt;br /&gt;o tal vez fue con el diablo, no lo sé.&lt;br /&gt;Sólo recuerdo el mandato decidor,&lt;br /&gt;de no callar lo que tanto se calló.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Después, parece no importarle&lt;br /&gt;a quién parece no sentir.&lt;br /&gt;Tal vez, porque guardando el pan&lt;br /&gt;se cree dueño del buen vivir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pobre de él, el orejero cipayo del patrón.&lt;br /&gt;De quien decreto o palazo manda sean ley.&lt;br /&gt;Por mantener a resguardo el botín,&lt;br /&gt;de los que matan con hambrea la nación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donde yo, soñando estoy morir&lt;br /&gt;como quién soñando está crecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Después, parece no importarle&lt;br /&gt;a quien parece no sentir.&lt;br /&gt;Tal vez prefiere olvidar,&lt;br /&gt;por bien de su propio existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;March or Die - (&lt;a href="http://www.imotorhead.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Motorhead&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The beast behind our eyes is loose,&lt;br /&gt;The day has come, the day has come,&lt;br /&gt;We march to Armageddon,&lt;br /&gt;hungry for the war.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I see the hated enemy,&lt;br /&gt;I see what I was taught to see.&lt;br /&gt;And one of us will bend the knee.&lt;br /&gt;We understand the law.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The blood lust jerks our legs to march.&lt;br /&gt;Fife and drum, fife and drum.&lt;br /&gt;Our eyes are fixed and fearless,&lt;br /&gt;searching for the war.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our statesmen deal in blood and lies,&lt;br /&gt;100 million stifled cries,&lt;br /&gt;100 million wasted lives&lt;br /&gt;already gone before.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So March or Die, March or Die.&lt;br /&gt;The stench of death is in the sky.&lt;br /&gt;We never fail to satisfy.&lt;br /&gt;We rend with tooth and claw.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sword and shield and jackboot heel&lt;br /&gt;We love to kill, we love to kill.&lt;br /&gt;We love to taste our own blood&lt;br /&gt;squirm in our own gore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Children weep and widows wail.&lt;br /&gt;Our education systems fail.&lt;br /&gt;To hide our guilt we build more jails&lt;br /&gt;and we shall build still more.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our forests die, the stranglehold&lt;br /&gt;that we put on the earth for gold&lt;br /&gt;will yet increase ten thousand fold.&lt;br /&gt;And no one knows what for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;March and die, March and die.&lt;br /&gt;Defecate, despoil and lie.&lt;br /&gt;Cheat, dissemble, preach &amp;amp; spy.&lt;br /&gt;Build your house of straw.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laugh and cry, laugh and cry.&lt;br /&gt;Bloody sunset drowns the sky&lt;br /&gt;for earth to heal then we must die.&lt;br /&gt;No-one deserves it more.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I tell you we are doomed my friends.&lt;br /&gt;Our time is come, our time is come.&lt;br /&gt;We live within a charnel house,&lt;br /&gt;rotten to the core.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We glorify lust, greed &amp;amp; pain.&lt;br /&gt;We drown our hope in poison rain.&lt;br /&gt;We point the finger, shift the blame.&lt;br /&gt;Ambition makes us whores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;March or croak, march or croak.&lt;br /&gt;All your lives a cosmic joke.&lt;br /&gt;Fill your days with piss and smoke.&lt;br /&gt;The wolf waits at your door.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Burn and dance, burn and dance.&lt;br /&gt;Sex, death, torture, false romance.&lt;br /&gt;Whoop and howl, you have no chance.&lt;br /&gt;Burn and rise no more. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4280208273528746127?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4280208273528746127/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4280208273528746127' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4280208273528746127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4280208273528746127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/historico.html' title='Histórico'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sd0m3YRUf4I/AAAAAAAAAJo/s3SO8xwTddw/s72-c/leyendas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4304154668154231933</id><published>2009-04-08T12:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T12:34:24.773-07:00</updated><title type='text'>El aviso de un grande</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sdz7OGX9abI/AAAAAAAAAJI/JfBCHLEtBW4/s1600-h/scalabrini.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322405079292930482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sdz7OGX9abI/AAAAAAAAAJI/JfBCHLEtBW4/s400/scalabrini.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Un día de 1942, en el diario “La Prensa”, apareció el siguiente clasificado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Caballero argentino, casado, de 44 años, con amplias relaciones, estudios universitarios, técnicos, una vasta cultura general, científica, literaria y filosófica, con experiencia general y profunda de nuestro ambiente económico y político, ex redactor de los principales diarios, autor de varios libros premiados y de investigaciones, aceptaría dirección, administración o consulta de empresa argentina, en planta o en proyecto, en los órdenes industria, comercial o agrario. Dirigirse a Raúl Scalabrini Ortiz, Calle Vergara 1355, Vicente López".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voy a estar en deuda siempre con &lt;a href="http://www.elforjista.unlugar.com/galasso.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Norberto Galasso,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; aunque hoy por hoy rechazo sus &lt;a href="http://www.discepolo.org.ar/node/182"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;posturas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, por haber comentado esa anécdota y por haber reflexionado así:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“¿Por qué R.S.O pide trabajo y es desconocido para el público en general? ¿Por qué no tiene donde expresarse. Es un maldito y él era consciente que eso se produciría: aislamiento, boicot, marginalidad, etc. El había descubierto algo importante y sabía lo que le ocurriría. Fue conscientemente al silenciamiento.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4304154668154231933?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4304154668154231933/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4304154668154231933' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4304154668154231933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4304154668154231933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/el-aviso-de-un-grande.html' title='El aviso de un grande'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sdz7OGX9abI/AAAAAAAAAJI/JfBCHLEtBW4/s72-c/scalabrini.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-666762382651041324</id><published>2009-04-08T11:36:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T11:46:10.932-07:00</updated><title type='text'>Devaneo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdzwfQXp21I/AAAAAAAAAJA/74PqiwBvfdM/s1600-h/Kiss.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322393279405874002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 372px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdzwfQXp21I/AAAAAAAAAJA/74PqiwBvfdM/s400/Kiss.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como no puede ir a verlos, compenso la frustración desnaturalizando el propósito para el cual este espacio fue creado.&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-666762382651041324?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/666762382651041324/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=666762382651041324' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/666762382651041324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/666762382651041324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/para-compensar.html' title='Devaneo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdzwfQXp21I/AAAAAAAAAJA/74PqiwBvfdM/s72-c/Kiss.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-141405973477036916</id><published>2009-04-07T09:41:00.000-07:00</published><updated>2009-04-07T09:55:30.093-07:00</updated><title type='text'>La globalización (a veces) no se mancha</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SduFYotrxvI/AAAAAAAAAI4/0Q6-e3zJkHA/s1600-h/mundial.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321994042960758514" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SduFYotrxvI/AAAAAAAAAI4/0Q6-e3zJkHA/s400/mundial.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Simpático el artículo de &lt;a href="http://rodrik.typepad.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Dani Rodrik&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que recientemente encontramos en su blog. Veamos cómo el turco -que no es &lt;a href="http://www.jorgeasisdigital.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Asís&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; utiliza a la pasión de multitudes para presentar los potenciales beneficios de la globalización. Fobal!! Fobal!! Foobaaall!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Globalization and the Beautiful Game&lt;img class="gl_link" alt="Enlace" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;March 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;How does globalization reshape wealth and opportunity around the world? Is it mainly a force for good, enabling poor nations to lift themselves up from poverty by taking part in global markets? Or is it mainly an unequalizing force, creating vast opportunities for a small minority while leaving the rest out in the cold?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you want to understand these questions, look no further than soccer. Ever since European clubs loosened restrictions on the number of foreign players, the game has become truly global. African players, in particular, have become ubiquitous on the scene, supplementing the usual retinue of Brazilians and Argentines. Indeed, the foreign presence in soccer surpasses anything that we see in other areas of international commerce. Arsenal, which currently tops the English Premier League, has a first eleven that typically does not include a single British player. If you put together all the English players on the roster of the four English clubs which recently advanced to the final 16 of the UEFA Champions’ League, you would hardly be able to field a single team.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is little doubt that foreign players greatly enhance the quality of play in the European club championships. Europe's soccer scene would not be half as exciting without strikers such as Cote d’Ivoire’s Didier Drogba (playing with Chelsea) or Cameroun’s Samuel Eto'o (with Barcelona). The benefits to African talent are easy to see too. African players are able to earn much more money by marketing their skills to European clubs—not just the top clubs in the Premiership or the Spanish Primera Liga, but the countless nouveau-riche clubs in Russia, Ukraine or Turkey.&lt;br /&gt;Sure, the international mobility of soccer players has no doubt increased the earnings gap between stars such as Drogba and Eto’o and their compatriots back home. This is part and parcel of globalization too: enhanced global economic opportunities lead to wider disparities between those who have the skill or the luck to take advantage of these opportunities, and those who do not. But this kind of inequality is not necessarily a bad thing. It makes some people better off without making others worse off.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So is soccer globalization win-win? Not necessarily, because soccer enthusiasts care about country as well as club, and here the consequences of the global mobility of talent are not as straightforward. Many fear that the quality of national teams is affected negatively by the availability of foreign players. Why invest in breeding grounds for local talent if you can simply hire them from abroad?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;England once again provides an apt illustration. Many have blamed the country’s failure to qualify for this summer’s European national championship on the preponderance of foreign players in English club teams. And there is a broader backlash under way as well. Sepp Blatter, the president of soccer’s global governing body (FIFA), has been pushing a plan to introduce quotas on the number of foreign players that club teams would be allowed to have on the field: he wants no more than five.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What about the impact on African countries? What has the exodus of players done to their domestic leagues and the enjoyment of African fans? No doubt the globalization of soccer has increased the quality of many African national teams relative to European national teams. After all, countries such as Cameroon and Cote d’Ivoire nowadays field teams that include some of the very top players in European clubs. On the other hand, globalization probably also has reduced the quality of domestic leagues in Africa relative to club play in Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Is the typical resident of Yaoundé better or worse off as a result? The decline in the quality of domestic play is perhaps not a big deal if you can afford a cable connection that allows you to tune in to the English Premier League every weekend. But otherwise, you are entitled to feel that globalization has left you out in the cold.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The 2008 Africa Cup of Nations, held in Ghana during January and February, revealed the two-way interdependence that the globalization of soccer has created. Many European clubs were left without their star players, as those players were called on to national-team duty. For their part, the African players grumbled that their absence from Europe reduced their commercial opportunities during a crucial period of league play.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the most important lesson revealed by the Africa Cup is that successful nations are those that combine globalization’s opportunities with strong domestic foundations. For the winner of the cup was not Cameroun or Cote d’Ivoire or any of the other African teams with loads of star players from European leagues, but Egypt—a country where only 4 players (out of a roster of 23) play in Europe. By contrast, Cameroun, whom Egypt beat in the final, featured just a single player from a domestic club, and 20 from European clubs. Few of the Egyptian players would have been familiar to Europeans who watched that game, but Egypt played much better and deserved to win. And it wasn’t a fluke either: Egypt is the most successful national team in the tournament, and had won the African cup five times previously.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The lesson is not that embracing globalized soccer is a bad thing. If that was the key, Sudan, which has no players in Europe, would have done really well. Instead, it was the least successful team of the tournament (along with Benin), losing all three games it played.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The real lesson is that if you are going to take full advantage of globalization, you need to develop domestic capabilities along with international links. What makes the difference for Egypt is that the country has a strong domestic league, which fosters depth of talent and coherence as a national team.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And so it is with the champions of globalizations in other arenas. What sets apart the Chinas and Indias of this world is not that they have laid themselves bare to the forces of globalization, but that they have used those forces to enhance their domestic industrial and productive capacities. The benefits of globalization come to those that do their homework.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dani Rodrik&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-141405973477036916?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/141405973477036916/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=141405973477036916' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/141405973477036916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/141405973477036916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/la-globalizacion-veces-no-se-mancha.html' title='La globalización (a veces) no se mancha'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SduFYotrxvI/AAAAAAAAAI4/0Q6-e3zJkHA/s72-c/mundial.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3058522700257772450</id><published>2009-04-06T09:33:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T09:40:36.790-07:00</updated><title type='text'>Aporte</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sdowe78K1JI/AAAAAAAAAIw/mCRqAQCbdO8/s1600-h/quijopt.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321619217735931026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 93px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sdowe78K1JI/AAAAAAAAAIw/mCRqAQCbdO8/s400/quijopt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;El amigo Carlos Savio nos manda su reseña de "&lt;strong&gt;O que a esquerda deve propor&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A esquerda que diviniza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um pequeno, porém, brilhante e marcante artigo (Folha de SP, 01/12/98) Mangabeira resume o enredo de um dos mais espetaculares romances da literatura mundial, D. Quixote de la Mancha. Fala-nos de Quixote, um homem franzino, que recusa a inevitabilidade da pequenez e quer ser grande. Ele vê no sacrifício e no enfrentamento o caminho que leva à grandeza. Apesar de suas ilusões, consegue achar alguém que nele acredite; é Sancho que irá se transformar em seu fiel escudeiro, deixando-se seduzir pelas suas fantasias. Convidado para compartilhar grandes aventuras, os dois travam lutas fantásticas, no plano da realidade e principalmente da fantasia. Algumas esse homem sonhador ganha, outras tantas perde e empata em muitas. No final, trazido de volta para casa, "adoece, delira, conclui que se iludira e morre". Antes, no entanto, no decorrer do périplo maravilhoso, Quixote começa a "sanchificar-se" e Sancho a "quixotizar-se". Ambos, afinal, lutam pela mesma coisa, o trabalho do amor e da imaginação diante da morte. Reconhecem o descompasso entre as circunstâncias amesquinhadoras em que todos vivemos e o desejo infinito do infinito. Carrega significado especial para sociedade e cultura como as nossas, que dificultam e desautorizam toda tentativa de virar as costas para que se pode ver e tocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora este novo livro de Mangabeira seja dirigido ao mundo, é possível que ele tenha sido pensado tendo à sociedade brasileira como horizonte. Em seus trabalhos sobre o Brasil, Mangabeira persevera na idéia de que há um rumo diferente do atual para o país. Mas supõe que uma alternativa nacional só pode vingar à luz de uma ortodoxia universalizante que combata, sem tréguas, a "ortodoxia universal" dominante. Investe, portanto, contra uma vasta literatura que, entre nós, recusa-se a pensar o novo, mesmo que para isso tantas criem moinhos de vento para justificar a ausência da audácia criadora. Não se detém na vertente conservadora, porque essa já capitulou antes mesmo de começar a lutar. Lança-se contra pretensos reformistas, progressistas de toda sorte, falsos revolucionários, que "interpretam" o Brasil com olhos estrangeiros. Mangabeira examina, analisa, faz o diagnóstico, e propõe um esquema de enfrentamento, fundamentado na construção pretérita de sua argumentação teórica. Na melhor tradição do pensamento moderno e contemporâneo, entre os séculos XVII e XIX, propõe ação transformadora, passando ao largo do niilismo pós-moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Advoga, desse modo, a construção de um pensamento radical voltado à imaginação das instituições alternativas, tarefa tão desprezada pelas duas principais correntes teóricas no país. Os formados no âmbito das ciências sociais de corte norte-americano sonham com a repetição de condições e etapas que, no mundo central, conduziram ao desenvolvimento e à superação de estruturas obsoletas. Os que bebem na tradição marxista de extração européia parecem, a cada conjuntura, ou ficarem perplexos com o fenômeno da "reprodução das estruturas" (parece que ad infinitum, diga-se). Ou, então, parecem apalermados pela incapacidade do país trilhar o périplo revolucionário. Entre um limite e outro reina a confusão teórica e a falta de rigor conceitual, enquanto o doente paralisado aguarda soluções que não chegam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propostas de Mangabeira visam atingir dois grandes conjuntos de objetivos. De um lado, construir instituições que se abra para o experimentalismo permanente das práticas sociais e, de outro, em decorrência e paralelamente a isso, realizar o mais nobre ideal moderno: engrandecer os homens e as mulheres comuns. Esta obra, uma vez iniciada, permitirá que a esquerda novamente vislumbre a sua grande ambição: tornar a humanidade divinizada - ao invés de apenas humanizar a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Sávio G. Teixeira (cientista político)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3058522700257772450?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3058522700257772450/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3058522700257772450' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3058522700257772450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3058522700257772450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/aporte.html' title='Aporte'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sdowe78K1JI/AAAAAAAAAIw/mCRqAQCbdO8/s72-c/quijopt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2441973990421800272</id><published>2009-04-03T08:59:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T09:55:10.503-07:00</updated><title type='text'>2 de abril, Prometeo y el fragote permanente</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdY02N38MBI/AAAAAAAAAIo/6FFONPElsBU/s1600-h/prometeo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320498115826692114" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 257px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdY02N38MBI/AAAAAAAAAIo/6FFONPElsBU/s400/prometeo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Viví el día de ayer con mucha emoción. Primero, el recuerdo de aquel día en que mi mamá me vino a buscar a la escuela, me calzó una escarapela y me dijo que muy al sur había ocurrido un &lt;a href="http://www.cecim.org.ar/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;milagro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Después, el aniversario de la muerte de alguien que tuvo mucha influencia en mi vida y quien fue un &lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/index_sp.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;hombre extraordinario&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a pesar de no considerarlo yo el portavoz de Dios en la tierra. Finalmente, la despedida popular a un gran líder nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quizás el homenaje a Alfonsín más efectivo en términos políticos lo hizo &lt;a href="http://www.terragno.org.ar/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Rodolfo Terragno&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, quién además de escribir &lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/Necrologicas/Raul/Alfonsin/audacia/honradez/elpepinec/20090403elpepinec_2/Tes"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;esto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, comentó el gesto de confianza que el presidente tuvo cuando lo llamó como ministro y lo puso a manejar una enorme parte del presupuesto nacional y más de la mitad de los empleos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero sin dudas el homenaje más poético lo realizó un dirigente de la UCR bonaerense, cuyo nombre no retuve, quien comparo a &lt;strong&gt;Alfonsín con Prometeo&lt;/strong&gt;, personaje que se aventuró a sacarles el fuego a los dioses y dárselo a los humanos. &lt;strong&gt;¿No es eso la esencia del experimentalismo democrático?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;La analogía puede continuar hasta la parte en que a Prometeo, como a Alfonsín, le comieron el hígado. Es que parece que somos así. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De hecho, terminé el día escuchando a un periodista que cubrió la guerra de Malvinas que relataba como se estaba preparando un golpe contra &lt;a href="http://www.clarin.com/diario/2006/04/01/um/m-01169406.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;mario benjamín&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, cuando ya se podía ver a la distancia la artillería inglesa, para poner al &lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mohamed_Al%C3%AD_Seineld%C3%ADn"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;mejor soldado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; como gobernador de las islas. Aparentemente, el soldado mismo frenó el intento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pero la moraleja es clara: el impulso fratricida no se detiene ni siquiera cuando los de afuera nos están por devorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2441973990421800272?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2441973990421800272/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2441973990421800272' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2441973990421800272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2441973990421800272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/vivi-el-dia-de-ayer-con-mucha-emocion.html' title='2 de abril, Prometeo y el fragote permanente'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdY02N38MBI/AAAAAAAAAIo/6FFONPElsBU/s72-c/prometeo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2802085636244377322</id><published>2009-04-03T08:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T09:09:23.184-07:00</updated><title type='text'>Otra</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdYxQ_jbnbI/AAAAAAAAAIg/_ZcxP_8PTLo/s1600-h/apl.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320494177792531890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 78px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdYxQ_jbnbI/AAAAAAAAAIg/_ZcxP_8PTLo/s400/apl.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me averguenza no haberme &lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1110707&amp;amp;high=terragno"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;enterado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; antes de que hace unos días había fallecido Arturo Peña Lillo, un pilar en el que se sostuvo el pensamiento nacional mucho años. Cada vez más solos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2802085636244377322?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2802085636244377322/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2802085636244377322' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2802085636244377322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2802085636244377322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/otra.html' title='Otra'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdYxQ_jbnbI/AAAAAAAAAIg/_ZcxP_8PTLo/s72-c/apl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-554829177442750334</id><published>2009-04-02T17:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T08:54:04.195-07:00</updated><title type='text'>Visión del significado de las lágrimas derramadas por la muerte de R.A.</title><content type='html'>"Padre de la democracia", lo bautizó en las últimas horas el pueblo argentino; "abogado de la libertad", lo apodó el ex Presidente de Brasil José Sarney en su visita al país. Raúl R. Alfonsín fue probablemente el único personaje de la historia argentina reciente que logró unir a un pueblo que en estos días está profundamente dividido, recibiendo los respetos de correligionarios y opositores que se cansaron de dedicarle palabras de afecto y reconocimiento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yo nací en democracia, es algo de lo que estoy feliz. De chico aprendí que el ex Presidente Alfonsín era uno de los responsables de que hayamos recuperado la libertad de elegir a nuestros representantes... Ahora bien, estoy seguro de que no fue el único y estoy seguro de que, hasta hace no mucho tiempo, el pueblo argentino no le reconocía tan expresamente su importante rol en el proceso más trágico de la historia nacional. Y por todo eso me hago una pregunta ¿Qué hizo que miles de ciudadanos comunes, políticos y clérigos de Argentina y de muchas otras partes del mundo lloren en estos días la extinción de este gran líder? Y me animo, como de costumbre, a ensayar una respuesta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acuerdo o en contraposición con sus ideas, es innegable que Alfonsín poseía dos atributos (entre muchos otros) que en nuestra política hoy no abundan:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instrucción es la primera, acompañada por la capacidad de dialogar y consensuar. El ex Presidente era uno de los pocos hombres políticos con una sólida formación intelectual, que se manifestaba no sólo en su brillante oratoria sino también en su sed de diálogo con los más destacados intelectuales del país. Los invito a que hagan el ejercicio de pensar en un dirigente que hoy cumpla con esta combinación de atributos y me atrevo a adelantarme a las conclusiones... Muy pocos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La segunda es la capacidad de pacificar. Ya sea por el momento histórico en que gobernó o por cualquier otra causa, Alfonsín juzgó cuando hubo que juzgar, negoció cuando tuvo que hacerlo (en política exterior se avanzó en erradicar la hipótesis de conflicto con Brasil y se evitó una guerra con Chile) y echó mantos de paz cuando fue necesario, aún frente a los levantamientos que quisieron interrumpir una vez más con la democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En momentos en que el país parece no encontrar políticos (salvo raros espacios a los que se tilda injustificadamente de opositores irresponsables) que debatan seriamente en base a programas y propuestas concretas; y al mismo tiempo en el marco de un conflicto que divide profundamente a la sociedad, por la falsa necesidad de encontrar siempre un enemigo, me pregunto ¿No serán estos atributos, que Alfonsín tenía tan marcados, los que reclama la sociedad? ¿No estarán esas lágrimas pidiendo en realidad más políticos de la talla del ex Presidente? Ojalá sepamos, con las elecciones a pocos meses, interpretar el dolor del pueblo argentino por la muerte de Raúl R. Alfonsín (QEPD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-554829177442750334?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/554829177442750334/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=554829177442750334' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/554829177442750334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/554829177442750334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/vsion-del-significado-de-las-lagrimas.html' title='Visión del significado de las lágrimas derramadas por la muerte de R.A.'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1713791999758724335</id><published>2009-04-01T09:24:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:17:39.777-07:00</updated><title type='text'>Pérdida</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdOaxwpC9QI/AAAAAAAAAIY/U8XAfNi_qvs/s1600-h/acto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319765764516017410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdOaxwpC9QI/AAAAAAAAAIY/U8XAfNi_qvs/s400/acto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hace unos días S. me contaba que cuando era un chico su mamá solía despertarlo diciéndole que empezara su día con alegría y esperanza, porque R.A. estaba en el gobierno. Yo también era chico en esa época. Los discursos de la primavera del 83’ me emocionaban profundamente. Entonces pensaba que ese tipo de comunicación sería una realidad permanente en mi país. También pensaba que siempre llenaríamos, unos y otros, la 9 de Julio cada vez que hubiera algo importante por decidirse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le agradezco a R.A. por esos rasgos de mi infancia, época que en un sentido era, paralelamente, la infancia democrática del país. Le agradezco por esas emociones. Por haberme enseñado el Preámbulo sin siquiera yo saber que se trataba del Preámbulo. Le agradezco por la grandeza que demostró en aquellas circunstancias en las que es tan difícil demostrarla, pero que a la vez son las únicas ocasiones para hacerlo: cuando somos débiles y se nos castiga. Le agradezco por sus ideas e intenciones, incluso las no concretadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando con la democracia demos de comer, curemos y eduquemos, este agradecimiento y los miles que hoy se apilan tendrán algún valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1713791999758724335?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1713791999758724335/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1713791999758724335' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1713791999758724335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1713791999758724335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/04/perdida.html' title='Pérdida'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SdOaxwpC9QI/AAAAAAAAAIY/U8XAfNi_qvs/s72-c/acto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2746176071812898922</id><published>2009-03-20T12:55:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T09:23:21.706-07:00</updated><title type='text'>Día de radio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScP49GQ7QeI/AAAAAAAAAIQ/oRP1OmDvcmk/s1600-h/RadioDays.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315365713764631010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 230px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScP49GQ7QeI/AAAAAAAAAIQ/oRP1OmDvcmk/s320/RadioDays.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ayer estuvimos hablando sobre nuestro grupo en el programa "&lt;a style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(153,0,0)" href="http://www.hablemosderrpp.com.ar/"&gt;Hablemos de RRPP&lt;/a&gt;", en FM Palermo. Fuimos generosamente invitados por Gerardo Sanguine, el conductor del ciclo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La entrevista se puede escuchar &lt;a href="http://dl-client.getdropbox.com/u/57405/radioJG.mp3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;acá&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2746176071812898922?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2746176071812898922/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2746176071812898922' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2746176071812898922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2746176071812898922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/dia-de-radio.html' title='Día de radio'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScP49GQ7QeI/AAAAAAAAAIQ/oRP1OmDvcmk/s72-c/RadioDays.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7054856676341077055</id><published>2009-03-19T11:15:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T12:25:21.476-07:00</updated><title type='text'>Espera</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKcGpBmT3I/AAAAAAAAAIA/cx52h3IO9BA/s1600-h/espera.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 101px; height: 123px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKcGpBmT3I/AAAAAAAAAIA/cx52h3IO9BA/s400/espera.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314982148156313458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mientras esperamos cerrar algunos temas largamente trabajados, nos dedicamos a leer el artículo "&lt;a style="color: rgb(204, 0, 0);" href="http://www.law.harvard.edu/faculty/unger/english/proeu.php"&gt;España y su futuro&lt;/a&gt;" de RMU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provecho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7054856676341077055?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7054856676341077055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7054856676341077055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/dos-articulos-de-y-sobre.html' title='Espera'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKcGpBmT3I/AAAAAAAAAIA/cx52h3IO9BA/s72-c/espera.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8064046976164562485</id><published>2009-03-13T16:04:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T16:47:52.559-07:00</updated><title type='text'>Anhelo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXI9dgtqI/AAAAAAAAAHY/dmSwy_tjUK8/s1600-h/speakGod.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314976690443695778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXI9dgtqI/AAAAAAAAAHY/dmSwy_tjUK8/s400/speakGod.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Desirous of faith, touched by hope, and moved by love, men look unceasingly for God. Their search for Him continues even where thinking must stop and action fails. And in their vision of Him they find the beginning and the end of their knowledge of the world and of their sympathy for others. So is man’s mediation on God a final union of thought and love – love which is thought disembodied from language and restored to its source.&lt;br /&gt;But our days pass, and still we do not know you fully. Why then do you remain silent? Speak, God."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expresado por RMU. Sentido por nosotros.&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8064046976164562485?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8064046976164562485/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8064046976164562485' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8064046976164562485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8064046976164562485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/anhelo.html' title='Anhelo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXI9dgtqI/AAAAAAAAAHY/dmSwy_tjUK8/s72-c/speakGod.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1531589847596080415</id><published>2009-03-13T15:52:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T12:05:46.346-07:00</updated><title type='text'>Motivo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXfUr-K0I/AAAAAAAAAHg/nfvt8qVXU-I/s1600-h/grandeza.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXfUr-K0I/AAAAAAAAAHg/nfvt8qVXU-I/s400/grandeza.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314977074635483970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;RMU escribió:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Life comes before goodness, because vitality is the condition of sustained and magnanimous compassion. We are plunged into a great and mysterious darkness, which our minds are able to penetrate only at the edges. Luck and misfortune, beginning with the accident of our birth in a particular class, nation, and community, shape much of what happens to us. We would be almost nothing if we did not fight against the consequences of this fate and recognize in ourselves the unresigned and uncontainable spirits we all really are. By rebelling against our belittlement by the alliance between chance and society, we cease to be little. We become great: unshaken, unsubdued, unterrified.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our struggle, which is the condition of greatness, would also be the cause of our perversion, were it not transformed by love. To love another person and to be driven by a vision defining a task are the two decisive events a person can experience. They make us godlike. But not just like the God who creates; also like the God who suffers and dies, because through them we also become hostages to other people, who may rebuff our love or destroy our work. This dependence on the others is not our doom. It is our salvation."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahora recuerdo por qué intento hacer esto...&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1531589847596080415?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1531589847596080415/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1531589847596080415' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1531589847596080415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1531589847596080415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/life-comes-before-goodness-because.html' title='Motivo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXfUr-K0I/AAAAAAAAAHg/nfvt8qVXU-I/s72-c/grandeza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1811568291595828859</id><published>2009-03-10T15:24:00.001-07:00</published><updated>2009-03-10T15:27:15.066-07:00</updated><title type='text'>Fetichismo obamístico</title><content type='html'>&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/k1ZCiyh6xXqqHFX9vA" width="320" height="256" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;p&gt;Me limito a invitarlos a ver la respuesta en 5:08.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sólo un alumno más...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;GLS&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1811568291595828859?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1811568291595828859/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1811568291595828859' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1811568291595828859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1811568291595828859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/roberto-mangabeira-unger-habla-sobre-la.html' title='Fetichismo obamístico'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-88712700359768863</id><published>2009-03-10T14:59:00.000-07:00</published><updated>2009-03-10T15:34:03.394-07:00</updated><title type='text'>Generosidad social y vitalidad</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SbbjFIE3bcI/AAAAAAAAAHQ/RImo4J_yUr0/s1600-h/solidaridad.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311682487736823234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 337px; CURSOR: hand; HEIGHT: 347px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SbbjFIE3bcI/AAAAAAAAAHQ/RImo4J_yUr0/s400/solidaridad.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De RMU:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Un acto de fuerza no hace que las personas se amen. Entretanto, las instituciones pueden multiplicar las ocasiones para que se conozcan. Pueden salvarlas de una situación en la que, participantes en mundos prácticos cada vez más separados, sólo se juntan – a distancia- en las fantasías de la cultura popular.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Densificar el vínculo asociativo sirve también para socializar las responsabilidades de la familia. Si hay un indicio revelador de la generosidad social, es el de la disposición a sacrificarse por los niños de los demás. Disposición que necesita ser cultivadas en sociedades europeas..., que corren el riesgo de vivir una implosión demográfica de graves consecuencias prácticas y morales. Una sociedad donde el egoísmo, el materialismo y la desesperanza sofocan el deseo de tener hijos es una sociedad confusa y pobre en la virtud crucial de la vitalidad."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-88712700359768863?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/88712700359768863/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=88712700359768863' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/88712700359768863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/88712700359768863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/de-rmu-un-acto-de-fuerza-no-hace-que.html' title='Generosidad social y vitalidad'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SbbjFIE3bcI/AAAAAAAAAHQ/RImo4J_yUr0/s72-c/solidaridad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5720334555695107727</id><published>2009-03-09T15:39:00.000-07:00</published><updated>2009-03-11T06:43:50.461-07:00</updated><title type='text'>Biguá Mboí</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sbbiv6HwlTI/AAAAAAAAAHI/L4xkteajUXc/s1600-h/ps.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311682123213608242" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 111px; CURSOR: hand; HEIGHT: 78px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sbbiv6HwlTI/AAAAAAAAAHI/L4xkteajUXc/s400/ps.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Es el famoso pájaro serpiente, según su nombre guaraní. Dicen que hace tiempo se dedica a la política, sin dejar de lado sus negocios. Con su veneno trata de liquidar a los emergentes y batalladores, mientras aprovecha sus alas para huir volando cuando la cosa se pone seria. Aunque siempre pierde alguna pluma por el camino...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5720334555695107727?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5720334555695107727/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5720334555695107727' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5720334555695107727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5720334555695107727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/bigua-mboi.html' title='Biguá Mboí'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/Sbbiv6HwlTI/AAAAAAAAAHI/L4xkteajUXc/s72-c/ps.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6388875805304225539</id><published>2009-03-05T10:09:00.001-08:00</published><updated>2009-03-19T12:56:28.142-07:00</updated><title type='text'>Dejame que te cuente, argento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SbWZJHoVaKI/AAAAAAAAAG4/2PBK6ukkfPA/s1600-h/inka.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311319717499463842" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 124px; height: 79px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SbWZJHoVaKI/AAAAAAAAAG4/2PBK6ukkfPA/s400/inka.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;En diciembre estuve, por primera vez, en Lima. La visita la debo a los esfuerzos de mi amigo Christian (“el monstruo neoliberal”, para los que lo escuchamos opinar de política) quien gestionó mi presencia en un evento organizado por el &lt;a href="http://www.prompyme.gob.pe/"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;Ministerio de la Producción de Perú&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesar de sus &lt;a href="http://www.elcato.org/"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;deformaciones ideológicas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, mi amigo es una muy buena persona. Me paseo por la ciudad, me obligó a comer toda clase de frutos del mar, me habló de una supuesta rivalidad entre Charly García y Calamaro (que yo por suerte desconozco, como desconozco la obra de ambos), forzándome a tomar partido, me hizo socio – con mi consentimiento- del club de fans de la &lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Chicha_Morada"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;chicha morada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; todo mientras me explicaba que en poco tiempo Perú va a transformarse en potencia mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consecuencia directa de mi sobredosis de Inca Kola, yo le creí todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo cierto es que en Perú noté un optimismo generalizado, un convencimiento de que el pueblo peruano necesita, merece y puede lograr un desarrollo real, con ampliación de oportunidades para todos. Desde la tv, vi como Alan García le hablaba a los egresados de la Escuela Diplomática, señalando las puertas que se abrían para el país, al actuar este como puente entre “la gran Nación de China y la gran Nación de Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el evento tuve la oportunidad de conocer a Fernando Villarán, de quién mi amigo me había hablado muy bien. El Ingeniero Villarán fue Ministro de Trabajo de Alejandro Toledo. También presidió la comisión que tuvo por tarea diseñar el Centro de Planeamiento Estratégico (CEPLAN). Las &lt;a href="http://www.participaperu.org.pe/apc-aa/archivos-aa/068d5099c088d67686280321657b29ee/_19__10_tesis_sobre_CEPLAN.pdf"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;10 Tesis&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;que describen su visión sobre cómo debería funcionar el Centro son excelentes y dan cuenta de un autor innovador y visionario. Además, fue una alegría escucharlo citar a &lt;a href="http://www2.law.columbia.edu/sabel/"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;Charles Sabel&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;y a &lt;a href="http://www.carlotaperez.org/index.htm"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;Carlota Pérez&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;en su presentación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomiendo leer los documentos que se encuentran en la página de su &lt;a href="http://www.sase.com.pe/"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;consultora&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. También invito a visitar frecuentemente el blog “&lt;a href="http://compartidoespacio.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;Espacio Compartido&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”, donde escriben varios autores progresistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6388875805304225539?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6388875805304225539/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6388875805304225539' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6388875805304225539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6388875805304225539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/dejame-que-te-cuente-porteno.html' title='Dejame que te cuente, argento'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SbWZJHoVaKI/AAAAAAAAAG4/2PBK6ukkfPA/s72-c/inka.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4519364944828426009</id><published>2009-03-05T08:27:00.000-08:00</published><updated>2009-03-19T12:07:02.452-07:00</updated><title type='text'>Sentido común</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXzUrFPCI/AAAAAAAAAHo/mR41H8Cx5Lo/s1600-h/Commonsense.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 180px; height: 282px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXzUrFPCI/AAAAAAAAAHo/mR41H8Cx5Lo/s400/Commonsense.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314977418229136418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De Thomas Paine: "A thing moderately good is not so good as it ought to be. Moderation in temper is always a virtue; but moderation in principle is always a vice."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4519364944828426009?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4519364944828426009/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4519364944828426009' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4519364944828426009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4519364944828426009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/03/sentido-comun.html' title='Sentido común'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/ScKXzUrFPCI/AAAAAAAAAHo/mR41H8Cx5Lo/s72-c/Commonsense.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7483756720061455755</id><published>2009-02-25T07:20:00.001-08:00</published><updated>2009-03-04T07:11:24.957-08:00</updated><title type='text'>Reunión</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SacB7Tau3aI/AAAAAAAAAGg/BAEveKQQ9jw/s1600-h/FUEGO.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307212804215725474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SacB7Tau3aI/AAAAAAAAAGg/BAEveKQQ9jw/s400/FUEGO.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SacArbjauuI/AAAAAAAAAGY/dFmG_81eK84/s1600-h/FUEGO.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SaVjIDYl3BI/AAAAAAAAAGI/DBJnRK3UW-4/s1600-h/fuego.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;strong&gt;Pero qué amarga, qué desesperada tarea la de ser músico de hombres..."&lt;/strong&gt; reflexiona el héroe rosarino del cuento de Cortázar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Y continúa preguntándose “si seremos capaces de alcanzar la reconciliación con todo lo que haya quedado vivo frente a nosotros. Tendríamos que ser como L., no ya seguirlo sino ser como él, dejar atrás inapelablemente el odio y la venganza, mirar al enemigo como lo mira L., con una implacable magnanimidad que tantas veces ha suscitado en mi memoria (pero esto, ¿cómo decírselo a nadie?) una imagen de pantocrátor, un juez que empieza por ser el acusado y testigo y que no juzga, que simplemente separa las tierras de las aguas para que, al fin, alguna vez, nazca una patria de hombres en un amanecer tembloroso, a orillas de un tiempo más limpio."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;EL L. del médico era &lt;a href="http://www.patriagrande.net/cuba/fidel.castro/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;este&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. El mío es otro, el verdadero &lt;a href="http://www.fortunecity.com/victorian/museum/309/pantor.html"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;pantocrátor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mientras tanto, seguimos esperando que el fuego, todos los fuegos, hagan su sagrada tarea.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7483756720061455755?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7483756720061455755/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7483756720061455755' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7483756720061455755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7483756720061455755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/02/reunion.html' title='Reunión'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SacB7Tau3aI/AAAAAAAAAGg/BAEveKQQ9jw/s72-c/FUEGO.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6195747670258087781</id><published>2009-02-10T11:12:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T11:26:43.607-08:00</updated><title type='text'>De apuestas, deslumbramientos e ideas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SZHSLuLej6I/AAAAAAAAAF4/yQOCzXgodeE/s1600-h/Master+Tinkerer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301249335208349602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SZHSLuLej6I/AAAAAAAAAF4/yQOCzXgodeE/s400/Master+Tinkerer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Somos ingenuos, seguramente, cuando pensamos que el énfasis en la &lt;a href="http://seminariogargarella.blogspot.com/2009/01/obama-como-alumno-de-unger.html"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;relación&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de Mangabeira con cierto presidente de cierta superpotencia mundial es exagerado. Quizás porque creemos que el &lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1092996"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;deslumbramiento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; en todo caso, fue en sentido contrario. Y que la &lt;a href="http://www.diarioperfil.com.ar/edimp/0336/articulo.php?art=12549&amp;amp;ed=0336"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;apuesta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; es relativa. Pero como lo que verdaderamente importa es la difusión de las ideas, a continuación incluimos el reportaje que hizo recientemente El País de España a nuestro &lt;a href="http://www.merriam-webster.com/dictionary/tinkerer"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Master Tinkerer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTREVISTA: ROBERTO MANGABEIRA UNGER Ministro de Asuntos Estratégicos de Brasil&lt;br /&gt;"Brasil es el país más parecido del mundo a EE UU"&lt;br /&gt;Brasilia - 09/02/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger (Río de Janeiro, 1947) es un ministro atípico. Primero por su propia biografía: es catedrático en la facultad de leyes de Harvard (ocupó el cargo a los 29 años, el más joven que ha tenido nunca ese centro universitario y fue profesor del actual presidente de Estados Unidos, Barack Obama), ha escrito numerosos libros sobre política y construcción social y esta considerado como uno de los teóricos más brillantes, y polémicos, en el ámbito del pensamiento social contemporáneo (sus trabajos están disponibles en &lt;a href="http://www.robertounger.net/"&gt;http://www.robertounger.net/&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es autor de un corto, y muy polémico, ensayo sobre "España y su futuro", que escribió antes de ser ministro, que supone una crítica muy directa a los sucesivos gobernantes que ha tenido la democracia española y que podría resumirse en una línea: España es hoy un país sin proyecto, incapaz de aprovechar su potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implicado desde hace años en la política cotidiana de su país, Mangabeira, que se considera de izquierda, fue un crítico muy duro del presidente Luiz Inacio Lula da Silva, quien, sin embargo, le llamó un día, en su segundo mandato, para ofrecerle una cartera que sería insólita en cualquier otro país que no fuera Brasil: ministro de Asuntos Estratégicos. Desde Brasilia, donde recibe a El País, Mangabeira analiza las grandes líneas de la vida política social y económica de Brasil y las grandes corrientes internacionales, pero eso no le parece suficiente. "El presidente Lula me propuso que ayudara a formular un modelo conceptual sobre el futuro de Brasil, pero para hacer eso no necesito estar en Brasilia. Para escribir panfletos podría continuar en Harvard. Lo que intento es definir iniciativas concretas que encarnen o anticipen ese cambio en la trayectoria institucional del país. Escoger iniciativas en políticas públicas sectoriales, educación, trabajo, política agrícola o industrial, que tengan efecto práctico inmediato pero que también prefiguren el cambio de rumbo que necesita el país".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En medio de la formidable crisis económica y financiera actual, sus propuestas, no solo para Brasil, sino para la comunidad internacional en su conjunto, adquieren cada día mayor relevancia y son objeto de mayor debate. Uno de sus últimos libros se titula: "¿Qué debería proponer la izquierda?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregunta: ¿Qué debería proponer hoy la izquierda en todo el mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respuesta: Básicamente hay tres izquierdas en el mundo. Hay una vendida, que acepta el mercado y la globalización en sus formas actuales y que quiere simplemente humanizarlas por medio de políticas sociales. Para esa izquierda, solo se trata de humanizar lo inevitable. Su programa es el programa de sus adversarios, con un descuento social y una renta moral y narcisista. Hay otra izquierda, recalcitrante, que quiere desacelerar el progreso de los mercados y la globalización, en defensa de su base histórica tradicional (los trabajadores sindicados de grandes empresas industriales). Y hay una tercera izquierda, la que me interesa, que quiere reconstruir el mercado y reorientar la globalización con un conjunto de innovaciones institucionales. Para esa izquierda, lo primero es democratizar la economía de mercado, lo segundo capacitar al pueblo y lo tercero, profundizar la democracia. Yo entiendo ese proyecto como una propuesta de la izquierda para la izquierda. Diría, con un lenguaje provocativo y algo teológico, que la ambición de esa izquierda no es humanizar la sociedad, sino divinizar la humanidad. El objetivo es elevar la vida común de las personas comunes al plano más alto. Y todo lo que se hace en materia de lucha contra la desigualdad es accesorio a esto. Rousseau dice en algún lugar: ellos no consiguieron ser hombres; entonces, decidieron ser ricos. Nosotros, la izquierda, no queremos eso, queremos que sean hombres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Como analiza hoy día la crisis económica internacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Yo diría que hace mucho tiempo que el mundo está sometido al yugo de una dictadura de falta de alternativas y que, en general, en la historia moderna, contrariamente a lo que pensaron muchos de los grandes teóricos sociales, los cambios fueron forzados por las guerras y los colapsos económicos. El trauma fue el requisito de la transformación. Hoy hay una gran pobreza de ideas sobre las alternativas en el mundo. Las ideas que orientaron la izquierda históricamente, como el marxismo, están fallidas y la respuesta a la crisis financiera internacional revela de una forma muy dramática las consecuencias de esa pobreza de ideas. No hay nada que no sea una versión momificada del keynesianismo vulgar, es la única luz en esta obscuridad. Hasta ahora, el debate ha estado casi enteramente dominado por dos temas superficiales: el imperativo de regular los mercados financieros y la necesidad de adoptar políticas fiscales y monetarias expansionistas. Son ideas muy por debajo del nivel, de la dimensión del problema. Los líderes de las veinte economías más importantes del mundo se reúnen en Washington y no tienen nada que decir. La verdad es que los poderosos aborrecen a las ideas; cuando ellos llegan, las ideas se van.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿De que habría que debatir entonces?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Hay tres temas suprimidos en el debate, mucho más importantes que esos dos temas superficiales. Todo lo que se puede hacer, y se debe hacer, en materia de regulación de los mercados financieros y de expansionismo fiscal y monetario depende, para su eficacia, del enfrentamiento de esos temas subyacentes más importantes. Son tres. Primero, la necesidad de superar los desequilibrios estructurales en la economía mundial entre los países con superávit en comercio y ahorro, empezando por China, y los países deficitarios en comercio y ahorro, comenzando por EEUU. El motor del crecimiento mundial, en los últimos años, fue el acuerdo implícito entre esos dos elementos. Ese motor se ha roto y vamos a tener que conseguir otro. Eso exigirá grandes cambios en EEUU, en China y la organización de la economía mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.¿No se trata de regular, sino de reorganizar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Efectivamente. Vamos al segundo punto: la necesidad de que la regulación de los mercados financieros sea parte de una tarea mayor, que es reorganizar la relación entre el sistema financiero y la producción. Reorganizar específicamente el vínculo entre finanzas y producción. De la forma en que se organizan hoy las economías de mercado, el sistema productivo está básicamente autofinanciado. ¿Cuál es entonces el propósito de todo el dinero que está en los bancos y en las bolsas de valores?. Teóricamente sirve para financiar la producción, pero en realidad es solo va oblicuamente a ese cometido. Eso no tiene que ser así y eso es el resultado de las instituciones existentes. En este sistema, las finanzas son relativamente indiferentes a la producción en tiempos de bonanza y son una amenaza destructiva cuando surge una crisis como esta. Es decir, son indiferentes para el bien y eficaces para el mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Y el debate sobre la distribución de la riqueza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Ese es el tercer punto del que hablaba. El vínculo entre recuperación y redistribución. Todos admiramos la construcción en la segunda mitad del s. XX en EEUU de un mercado de consumo en masa. En principio, la construcción de ese tipo de mercado exige la democratización del poder adquisitivo y, por lo tanto, redistribución de la renta y de la riqueza, pero eso no sucedió en EEUU. Ocurrió lo contrario, hubo una violenta concentración de la renta y de la riqueza. ¿Cómo entonces consiguieron los norteamericanos la construcción de un mercado de consumo en masa?. Parte de la respuesta está en lo que sucedió con la supervalorización inmobiliaria ficticia. Ha habido una falsa democratización del crédito, una democratización postiza, precaria del crédito, que hizo las veces de la democratización de redistribución la renta y de la riqueza, que no hubo. Y ahora que ese sistema está destruido, es necesario crear una nueva base para el mercado. Es necesario insistir en cambios más profundos. Lo que yo le digo a mis ciudadanos es que yo quiero una dinámica de rebeldía; pero la rebeldía es una condición necesaria, pero no suficiente. Necesita una aliada que es la imaginación, la imaginación institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Cuál es el papel de Brasil en esa polémica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Voy a decir inmediatamente lo que me parece más importante de Brasil. Su atributo más destacable es su vitalidad. Brasil es, sobre todo, vida. Hierve de vida que viene de abajo y esa vitalidad tiene una expresión social muy importante. La clase media tradicional en Brasil hace mucho tiempo que esta debilitada, económicamente y espiritualmente. Yo digo espiritualmente porque esa clase media tradicional amenaza, al igual que en los países ricos del Atlántico Norte, con una cultura de desencanto con la política. Pero Brasil no es Dinamarca, en nuestro país todo continúa dependiendo de soluciones colectivas a problemas colectivos. Nosotros necesitamos desesperadamente la política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Esta surgiendo una nueva clase media?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Surge, al lado de esa clase media tradicional, una segunda clase media que viene de abajo. No es una clase media europeizada, sofisticada; es ruda, morena, mestiza, de millones de personas que trabajan, luchan, para abrir pequeñas empresas, que estudian por la noche y que inauguran una cultura de autoayuda iniciativa. Es el horizonte que la mayoría quiere seguir. Pero sin tener cómo seguirlo, sin instrumentos ni ayuda. Yo entiendo que la gran revolución en Brasil hoy, sería que el Estado usara sus poderes y recursos para permitir a la mayoría seguir el camino de esa vanguardia de batalladores emergentes. Para eso tendría que innovar en las instituciones, económicas y políticas. Y ahí está un gran problema, porque nuestros dirigentes históricamente demostraron una completa falta de imaginación y de audacia. Nuestra gran tarea nacional hoy, colocada en sus términos más sencillos, sería instrumentalizar esa energía, esa energía que viene de abajo. Ahí hay dos grandes proyectos. Un proyecto de democratizar la economía de mercado y un proyecto de profundizar la democracia política. Y eso vale para encarar la crisis en todo el mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Impulsará Brasil la construcción de un proyecto común en América Latina?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Al proyecto de unión sudamericana le falta un corazón, un cerebro. Es todo esqueleto, estructura, no tiene espíritu. La UE tuvo dos premisas: ser un proyecto de paz perpetua, para poner el fin al siglo de las guerras europeas, y ser un gran espacio de un modelo de organización social y económica diferente del modelo de EEUU. Nosotros no construimos aún en América del Sur una contrapartida para eso, tratamos de comercio, de integración energética y logística, pero no tratamos de lo más importante: cuál es nuestro proyecto, cuál es nuestro camino en el mundo. Yo creo que la afirmación de ese modelo, de esa trayectoria, en Brasil, que es, de lejos, el país más preponderante de América de Sur, permitiría dar un corazón, un cerebro, al proyecto de unión sudamericana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Como son las relaciones entre Brasil y Estados Unidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Yo digo siempre que Brasil es el país del mundo más parecido a EEUU, aunque esa semejanza no se reconoce, ni en EEUU ni en Brasil. Son dos países con tamaños prácticamente idénticos, fundados con la mismas bases, población europea y esclavitud africana, multiétnicos. Los más desiguales de su tipo. EEUU, el más desigual de los países ricos; Brasil, el más desigual de los grandes países en desarrollo. Y paradójicamente, en esos dos países muy desiguales la mayor parte de los hombres y de las mujeres comunes continúan pensando que todo es posible. Brasil tiene, sobre todo ahora, una oportunidad extraordinaria y considero que un compromiso crítico con EEUU. Ellos están buscando en este momento, un momento de inflexión histórica, un sucedáneo al proyecto de Roosevelt. En Brasil estamos en una búsqueda paralela de un nuevo modelo de desarrollo que transforme la ampliación de las oportunidades económicas y educativas, en el propio motor del crecimiento económico. No se trata de discutir solo en el nivel de las abstracciones ideológicas; mi propuesta es que construyamos experimentos comunes en las instituciones que definen la economía de mercado y la democracia (FMI,BM, OMC, ONU)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. ¿Participa el presidente Lula de su análisis estratégico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Lula es, en algunos aspectos, una personalidad opuesta a la mía, pero él tiene intuición, y capta y traduce en sus discursos, lo noto cada vez más, esas cosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="despiece1"&gt;&lt;/a&gt;El profesor de Obama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Barack Obama es un hombre muy inteligente, muy abierto, pero al mismo tiempo muy cauteloso". Roberto Mangabeira tuvo como alumno al actual presidente de Estados Unidos en un curso que impartió en Harvard dedicado al análisis de posibles alternativas progresistas para democratizar la economía de mercado y profundizar la democracia tanto en países ricos como pobres. ¿Comparte Obama sus teorías?. El catedrático de Harvard se expresa con mucho cuidado: "Obama fue mi alumno. Tengo relaciones cordiales con el y un gran aprecio. Es un hombre con una gran inteligencia, una inteligencia con cualidades morales y de índole práctica. Cuando se formó en la escuela, rechazó a grandes firmas y fue a enseñar derecho constitucional a Chicago. Eso impresiona y da muestra de su gran capacidad de sacrificio. Pero no se debe centrar todo en la personalidad del nuevo presidente, sino en el propio país, porque el gran actor en estos momentos es Estados Unidos, un país en evolución que vive hoy día una gran apertura y un gran fervor". "El resultado de todo esto", asegura Mangabeira, "dependerá de la alianza entre política y pensamiento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Obama es, sobre todo, un hombre muy representativo de la cultura pública de Estados Unidos, centrado en lo pragmático. Sabía poner de lado la retórica engañosa y enfocar el contenido práctico de los experimentos libertadores". ¿Será ahora capaz de responder a todas las expectativas que ha levantado? Mangabeira cree que la mayoría de los colaboradores del nuevo presidente son personas muy experimentadas, muy inteligentes, pero con ideas muy convencionales. Por ahora, explica, las ideas que han expresado están muy circunscritas a un programa en el que lo básico es regular los mercados financieros, adoptar políticas fiscales y monetarias expansivas, promover energías renovables relacionadas con el cambio climático, usar el poder del Estado para ampliar la cobertura de seguros privados salud, respetar más el multilateralismo en las relaciones internacionales y, finalmente, sacar las tropas de Irak y recolocarlas en Afganistán.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eso puede parecer mucho", afirma el ministro de Asuntos Estratégicos de Brasil, "pero es muy poco desde el punto de vista de las expectativas de Estados Unidos. El presidente va a oscilar entre el horizonte programático circunscrito a esos elementos y ese mandarinato, y la inquietud del país, que está más abierto a un cuestionamiento y a un autocuestionamiento de lo que estuvo nunca desde la década 30 del siglo pasado. Yo solo puedo esperar que EEUU continue hirviendo y que la imaginación aparezca en su gran tarea para tomar el lado de los inquietos".&lt;br /&gt;"Lo más importante en estos momentos en Estados Unidos es la actitud de sus jóvenes. Más de 10 millones de voluntarios trabajaron gratuitamente en la campaña de Obama: son un síntoma de ese momento increíble. Ese idealismo necesita un rumbo, necesita de imaginación. Todo va a estar determinado por el ambiente del país. A mi me gustaría que ese movimiento crítico en Brasil y en estados unidos nos pueda ayudar recíprocamente. A librarnos de nuestros pecados, ellos de su idolatría institucional y nosotros de nuestra rendición institucional. Espero que los norteamericanos mantengan la presión al servicio de la humanidad. Será muy importante para todo el mundo. Y si los europeos despiertan, porque el ritmo histórico dice que los europeos despiertan en las guerras y se adormecen en la paz, sería aun mejor". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6195747670258087781?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6195747670258087781/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6195747670258087781' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6195747670258087781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6195747670258087781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2009/02/de-apuestas-deslumbramientos-e-ideas.html' title='De apuestas, deslumbramientos e ideas'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SZHSLuLej6I/AAAAAAAAAF4/yQOCzXgodeE/s72-c/Master+Tinkerer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-921816479445760549</id><published>2008-12-03T07:12:00.000-08:00</published><updated>2008-12-03T07:16:59.938-08:00</updated><title type='text'>Revulsivo</title><content type='html'>&lt;p&gt;Recientemente, un académico argentino de enorme prestigio nos dijo que Mangabeira era un pensador revulsivo. Se trató de un elogio sincero y profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revulsivo…¿Será porque dice cosas como &lt;a href="http://www.rodaviva.fapesp.br/materia_busca/271/unger/entrevistados/roberto_mangabeira_unger_1993.htm"&gt;estas&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;Anexo idiomático:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;revulsivo, va.&lt;br /&gt;(Del lat. revulsum, supino de revellĕre, separar).&lt;br /&gt;&lt;a name="0_1"&gt;&lt;/a&gt;1. adj. Med. Dicho de un medicamento o de un agente: Que produce la revulsión. U. t. c. s. m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;revulsión.&lt;br /&gt;(Del lat. revulsĭo, -ōnis).&lt;br /&gt;1. f. Med. Medio curativo de algunas enfermedades internas, que consiste en producir congestiones o inflamaciones en la superficie de la piel o las mucosas, mediante diversos agentes físicos, químicos y aun orgánicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-921816479445760549?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/921816479445760549/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=921816479445760549' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/921816479445760549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/921816479445760549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/12/revulsivo.html' title='Revulsivo'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3233555067487363753</id><published>2008-11-03T08:44:00.000-08:00</published><updated>2008-11-10T09:09:10.385-08:00</updated><title type='text'>Estado, democracia y desarrollo en América Latina y Argentina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*) Por Leandro Sowter&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Introducción&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;El abordaje de la relación entre estado y democracia en América Latina sufrió una serie de oscilaciones que marcaron la tónica del debate desde la Segunda Guerra Mundial hasta la actualidad.&lt;br /&gt;En una primera etapa, hasta la década del ’60, el debate latinoamericano estuvo centrado en la modernización, entendida esta como una lógica de desarrollo que tendía a seguir el patrón de los países centrales, pero cuyo agente principal era el estado. Ello implicaba la transformación de las estructuras económicas, sociales y políticas, que pasaban de ser “tradicionales” a ser “modernas”. Es decir, se explicaba, a la vez que se proponía, la modernización económica cuyo eje sería la acumulación capitalista y cuyo régimen político sería, consecuentemente con el desarrollo histórico de los países centrales, la democracia.&lt;br /&gt;Sin embargo, y a pesar de las previsiones de los teóricos de la modernización, el desarrollo capitalista no solo que no tuvo éxito en tanto no logró generar un crecimiento sostenido de la economía, además de agudizar las desigualdades en una de las regiones más desiguales del planeta, sino que además no se confirmaron las hipótesis respecto del desarrollo bajo condiciones de democracia. Esta segunda etapa, que se puede situar entre las décadas del ’60 y el ’70, el divorcio entre estado y democracia se genera paralelamente desde dos instancias: desde abajo, en tanto que se comenzó a ver que el desarrollo no podría ser alcanzado a través de las formas capitalistas, en todo lo cual el ejemplo de la Revolución Cubana en 1959 significa un punto de inflexión; y desde arriba, en tanto que los sectores económicos concentrados junto con las Fuerzas Armadas ven la necesidad de que el estado asegure el desarrollo capitalista ante la amenaza originada en una creciente conflictividad social, frente a la cual se postula como solución la neutralización y desmovilización de los sectores populares&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;En una tercera etapa, y tras la conclusión de la violencia generalizada, en gran parte provocada por el choque entre las dos instancias recién mencionadas, se abre el camino para una transición política de los regímenes de facto, mayoritarios en la región, y una progresiva democratización de los regímenes políticos. Lo distintivo, y verdaderamente novedoso a nuestro entender en esta etapa que se abre en la década de los ’80, es la re valorización de la democracia como un valor en sí mismo y su separación respecto del tipo de desarrollo económico propuesto.&lt;br /&gt;Esta breve y sucinta introducción tuvo por objeto hacer una síntesis de la relación entre estado y democracia simplemente para llamar la atención sobre un punto: el problema del desarrollo económico fue central tanto en el debate teórico como en el desarrollo histórico en lo que hace a la relación estado-democracia y, de manera más amplia, a la relación estado-sociedad.&lt;br /&gt;En este trabajo nos proponemos explorar las oscilaciones que tuvo la relación estado y democracia en América Latina. A su vez, intentaremos mostrar que el papel que cumplió el problema del desarrollo es fundamental para entender esta relación.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estado y democracia hasta la década del ‘80&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal como mencionamos anteriormente, la década del ’80 representa un punto de inflexión en lo que hace a la relación estado-democracia ya que por primera vez la democracia cobra valor como un bien en sí mismo y es compartida por la gran mayoría de la población. Frente a este hecho, cabe preguntarse por qué existió en toda la etapa previa un desencuentro entre estado y democracia. Como veremos, los estudiosos del tema aportaron distintos aspectos al debate.&lt;br /&gt;En primer lugar, se llama la atención sobre el hecho de que en América Latina no se dieron dos desarrollos históricos que fueron fundamentales en los países del norte y que precedieron, en estos últimos casos, al surgimiento de la democracia. Por un lado, la emergencia y consolidación de fuertes estados nacionales precedió a la discusión acerca del régimen político. En estos casos, el proceso de construcción del estado estuvo “libre” de discusiones “democráticas” y logró expropiar recursos políticos de la sociedad, concentrar el poder y monopolizar el uso de los medios legítimos de violencia, incluyendo los recursos fiscales y simbólicos. En América Latina, por el contrario, la democracia debió “realizar, al mismo tiempo, los propósitos de construir el Estado, la nación, la ciudadanía, la representación política y la sociedad civil” (Botana, 2004).&lt;br /&gt;En efecto, tal como señala el mismo autor, la democracia precedió a la consolidación del estado y la nación en América Latina. Esto configuró toda una serie de problemas que marcarían todo el desarrollo histórico de la región, porque este hecho se dio en un contexto de gran heterogeneidad estructural (geográfica, económica, social, racial y étnica) que, si bien variaba de una región a otra, retroalimentó el proceso de anarquía posterior a las guerras de independencia. Así, la máxima que formularan los autores del El Federalista para la construcción de la república en el país del norte –“primero que haya un gobierno, y después que se lo controle”- no tuvo consenso en el sur del continente, factor que no ayudó a superar la situación de anarquía y, menos, a morigerar las condiciones de heterogeneidad estructural.&lt;br /&gt;Por otro lado, se destaca en América Latina la inexistencia de una red de relaciones económicas y sociales, propias de la modernidad, que funcionan como la infraestructura de las prácticas y las instituciones democráticas y que en la teoría democrática de los países centrales se la pasa por alto, pues se da por sentada, cuando en realidad fue, en occidente mismo, el producto de una construcción histórica. Nos referimos a que en esos casos antes de la democracia y del liberalismo, y como base de ella, se generó un denso entramado de derechos y garantías subjetivas que fueron conformando una red o tejido social que funcionó como sustrato de la ciudadanía civil (O’Donnell, 2001). Tal proceso formó parte del capitalismo moderno, que conllevó en un proceso paralelo la expansión de instituciones civiles que contenían una figura jurídica universal. “La construcción de esta figura jurídica que postula que una buena capa de individuos son agentes responsables (…) se registra antes del liberalismo y antes de la democracia” (O’Donnell, 2001: 12). En los países de industrialización tardía, como los de América Latina, este proceso no existió.&lt;br /&gt;Esta secuencia histórica determinó que la democracia tuviera dificultades en encontrar posibilidades de desarrollo concretas en la América Latina. Tales asincronías, al menos respecto del desarrollo clásico en occidente, conllevaron la dificultad o imposibilidad en algunos casos de que el estado cumpla ciertas funciones clave para el funcionamiento posterior de la democracia, y fueron un elemento fundamental en el tipo de tensión que tuvo el estado con la democracia en esta región.&lt;br /&gt;Michael Mann (2004) resume esos factores en términos de grandes procesos sociales que fueron fundamentales para el establecimiento de estados-nación infraestructuralmente poderosos&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; y democráticos. En general, esa evolución implicó una drástica reducción de heterogeneidad al interior de cada estado-nación. En primer lugar, reducción de la heterogeneidad étnica que, a través de la opresión y el asesinato, generaron un sentido común de nacionalidad. En segundo lugar, el desarrollo de una maquinaria bélica centralizada que fue clave en el proceso de monopolización fiscal y de la violencia. Este mismo proceso provocó una “resistencia (que) trajo consigo gobiernos representativos, haciendo que las burocracias se hicieran responsables ante las legislaturas” (página 118). Por último, la combinación de industrialización y la explosión de presiones democráticas a nivel económico, social y político generaron importantes reducciones de desigualdades de clase en cada sociedad nacional. Todo ello, dio lugar a “sociedades civiles relativamente centralizadas, homogéneas e igualitarias, articuladas políticamente por un sentimiento compartido de ciudadanía nacional”. Es sólo en este contexto de estados infraestructuralmente poderosos en donde el sistema electoral pudo producir gobiernos estables. Así, vemos que estado y democracia se combinan de forma equilibrada, y solo así se generan las condiciones para el desarrollo económico en un contexto de libertades ampliadas.&lt;br /&gt;Por el contrario, como la regla general en América Latina es la heterogeneidad estructural, habría surgido desde un principio una débil conciencia nacional sobre la cual se construyó a su vez un débil poder infraestructural estatal en el cual la democracia tiene pocas chances y puede ella misma ser factor de inestabilidad de los gobiernos, pues genera la ficción de gobernabilidad en base al poder obtenido en éxitos electorales. En estos casos, la norma histórica fue la de una cierta cuota de autoritarismo para generar gobernabilidad en estas sociedades.&lt;br /&gt;Estas consideraciones llevan a la conclusión de que una relación positiva entre estado y democracia solo es posible bajo estados infraestructuralmente poderosos.&lt;br /&gt;A nosotros nos gustaría llamar la atención sobre otro aspecto que, a nuestro entender, fue fundamental en la relación estado-democracia. En América Latina el proceso de construcción del estado estuvo basado en una legitimidad que respondía a una doble demanda: por un lado, la imposición del orden que superara de manera efectiva el proceso de anarquía que había resultado del proceso de independencia, y por otro lado, algo que, entendemos, fue particular de América Latina, la implementación de un proyecto de desarrollo como parte constitutiva del estado nacional. Ambos procesos, resumidos en la fórmula “orden y progreso” fueron en realidad un solo y se implicaron mutuamente (Oszlak, 2006).&lt;br /&gt;El estado como agente de desarrollo implicó una serie de cuestiones que llevarían a una permanente alteración del equilibrio social, todo lo cual redundó negativamente en la consolidación de la democracia en la región. No obstante, estos desequilibrios no se manifestaron abiertamente sino hasta después de la crisis de 1930, que puso en jaque el modelo de desarrollo llevado a cabo hasta ese momento.&lt;br /&gt;En efecto, desde 1930, y hasta la década del ’80, la implicación abierta del estado en materia económica, ahora en un sentido que no era el proyectado por las mismas élites que habían orientado al estado durante la fase de formación del mismo, provocó mayores o menores niveles de conflictividad social en torno al apoyo u oposición respecto del patrón de intervención del estado en la economía y la sociedad. Tales tensiones no pudieron ser analizadas a través de las incipientes instituciones democráticas. Y ello, en parte por los factores antes mencionados, pero también debido a la oposición y al éxito en la implementación de estrategias de veto por parte de los actores que se oponían a la nueva orientación que se le quería imprimir a la intervención estatal. Así, en muchos casos, las élites de poder ligadas a la economía agroexportadora, cuando no tuvieron bajo su poder las riendas del estado, no tuvieron ningún interés y vieron con desconfianza y como una amenaza a sus intereses el cambio en el rol que estaba teniendo el estado.&lt;br /&gt;Este contexto determinó los cortes sociales que harían dificultosa la tarea de consolidación de un orden democrático que sea aceptado por todos los actores sociales. Por el contrario, la lógica de oposición, en la que se mezclaban inseparablemente las diferencias en cuanto al rumbo que tomaría la intervención estatal, el sentido del nuevo modelo de desarrollo y la participación económica, social y política de las masas antes excluidas, degeneró en una dinámica política en la cual la definición de un nuevo modelo de desarrollo post 1930 era vista por no pocos actores como excluyente: la construcción de un estado moderno y una sociedad industrial tenía el precio de eliminar del proceso político a aquellos actores consideramos como no-modernos, anarquizantes, y/o desestabilizantes, dependiendo de quién lo mire. En este sentido, tal como se desprende de Lechner (1983) los actores se consideraban a si mismos como constituidos de forma previa al orden social y al estado, por lo tanto no encontraban un parámetro común en base al cual construir un orden social consensuado. Tal fue la base de no pocos conflictos y tensiones.&lt;br /&gt;Este es el período que Portantiero (1984) nombra como “estado social” cuya dinámica política “neocorporativista” estatal implicaba un tipo de gobernabilidad que tenía como eje la organización y reducción de demandas como requisito para controlar el ciclo económico del capitalismo.&lt;br /&gt;Sin embargo, y en consideración de las observaciones antes realizadas, la dinámica política real generó fuertes oposiciones sociales que llevaron, no a la construcción consensuada de un orden políticamente democrático y económicamente industrialista, sino más bien a una lógica de guerra por la cual se consideraba necesario la exclusión, y posteriormente la eliminación, del adversario como requisito para la construcción de un orden, ahora sí, coherente y ordenadamente factible&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;En ese contexto, la consolidación de un orden democrático quedó negativamente afectada, y en algunos casos expresado sólo a nivel discursivo, hasta que la lógica de violencia desatada por la dinámica política antes mencionada estalló en tal magnitud que los actores sociales, siguiendo el trayecto trazado por Kant respecto del aprendizaje de la violencia como camino para llevar a la paz, entendieron que la democracia era la única manera civilizada, si se quiere, de saldar las diferencias y canalizar organizadamente las demandas. Recién allí, la democracia tuvo un valor intrínseco. Pero eso sólo sucedió, como dijimos al principio, en la década del ’80.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estado y democracia después de la década del ‘80&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Si bien en esta década se da una ruptura en cuanto a la revalorización de la democracia como régimen político deseable, al mismo tiempo convergen dos procesos de manera simultánea que, aunque por distintas razones, provocan un mismo resultado: una nueva contraposición entre estado y democracia, pero bajo otros términos. Tal como destaca Iazzetta (2005), la renovada legitimidad de la democracia tuvo como contrapartida una reacción anti-estado en la opinión pública. Como si la existencia de la primera necesitara como condición el retraimiento del último. El otro proceso que se combinó con este fue el discurso neoliberal que, subido a esta ola democratizante, malentendidamente anti estatista, logró colar sus demandas anti estado e imponer al “mercado como máxima instancia de regulación social”.&lt;br /&gt;Frente a esta situación, que planteaba un juego de suma cero entre estado y democracia y, también vale la pena decir, entre estado y mercado, y en última instancia entre estado y sociedad; fueron alzándose voces críticas que intentaron desarmar, no siempre con éxito en la práctica, la fórmula neoliberal de que mas estado implica siempre menos libertad, menos democracia, fórmula inexpugnable cuya simpleza facilitó su apropiación por parte de sectores sociales históricamente opuestos a ese tipo de discursos.&lt;br /&gt;Autores como O’ Donnell, entre otros, plantearon que la democracia en realidad es impensable sin un estado. Con gran economía de leguaje, Iazzetta lo resume en estos términos: “No es posible pensar la ciudadanía fuera de la democracia; sin embargo, pese a requerirse mutuamente, ambas precisan del Estado, pues si bien la ciudadanía sólo puede existir dentro de la legalidad de la democracia, la mera existencia de ésta no basta para tornarla efectiva sin un Estado que pueda asegurarla y garantizarla” (2005: 75, subrayado original).&lt;br /&gt;Es importante destacar que esta visión es relativamente nueva, de ahí la necesidad de “reconceptualizar la democracia” que el autor recién citado destaca. En la práctica, dicho discurso comienza a tener entidad una vez que el huracán neoliberal, en gran parte pero no sólo por haber operado achicando, neutralizando y/o desarticulando el estado, dejara un profundo legado de desigualdad, desregulación y desprotección social. Recién cuando la práctica de la “libertad” de mercado opera bajo los términos tal como los entiende el neoliberalismo, comienza a recobrar legitimidad la necesidad de articular estado y democracia, pero por sobre todo la necesidad de recomponer al estado en sus capacidades, tarea en la que, por cierto, no se ha avanzado mucho, dejando intactos los presupuestos neoliberales, aunque sea por defecto.&lt;br /&gt;O’ Donnell incluso fue más allá, entrando en un arduo debate con sus colegas del norte, al proponer no sólo la necesidad de que el estado y la democracia se reencuentren, sino la necesidad de establecer las bases de un nuevo tipo de estado, el democrático, en donde las estructuras burocráticas y el funcionamiento del mismo quede, entre otras cosas, sometido tanto a una accountability vertical, a través de elecciones democráticas (componente democrático de la democracia), como horizontal, a través del funcionamiento efectivo de las agencias de control (componente republicano de la democracia).&lt;br /&gt;En este contexto, vemos como el problema del desarrollo, junto con el estado, sale de la agenda como problema público. Y este es otro de los aspectos donde el neoliberalismo logra imponerse, porque en una etapa en la que el eje de la discusión pública pasa por el renacimiento de la democracia, se logra generar consenso, ya sea conciente o inconscientemente, en amplios sectores de la sociedad de que la presencia del estado en la sociedad, per se, es negativa y que el desarrollo se daría de manera natural una vez que se desataran las fuerzas productivas del mercado.&lt;br /&gt;En este sentido, cabe destacar que en América Latina, en donde predominan sociedades civiles débiles o gelatinosas, el desempeño de los proyectos de desarrollo, y de la economía en general, ha dependido de una presencia activa por parte del estado. En este trabajo hemos sostenido que al no haber consenso sobre esta presencia estatal, ni sobre su orientación, se ha generado un contexto en el que el desempeño económico ha sido más bien pobre y con dificultades extremas tanto para lograr un crecimiento sostenido como socialmente igualitario.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conclusiones&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;En este breve trabajo hemos explorado de manera muy sucinta la plausibilidad de la hipótesis que relaciona la tensión entre el estado y la democracia en América Latina con el papel que cumplió el problema del desarrollo, en tanto que éste requirió un rol extendido del estado.&lt;br /&gt;Ahora bien, como la legitimidad de esta intervención no fue compartida por todos los actores sociales políticamente relevantes –en especial aquellos perjudicados o no beneficiados en la medida que su posición social subjetiva lo demandaba- esto se tradujo en una creciente conflictividad social acerca de las reglas de juego bajo las cuales debía intervenir el estado. La dinámica política rápidamente se transformó en un problema cuyo conflicto básico fue cómo acceder y hacer uso del poder del estado. Consideramos que esta trayectoria histórica, en sus rasgos generales, es válida para América Latina y sobre todo para los países grandes y/o que llevaron a cabo procesos de industrialización por sustitución de importaciones. Tal vez Argentina sea el caso paradigmático.&lt;br /&gt;En este sentido, cabe destacar con O’ Donnell (1978) que, ante la división de la sociedad -progresivamente capitalista a medida que se afianza el proyecto modernizador de las élites latinoamericanas- entre capital y trabajo, el estado en América Latina tuvo grandes dificultades y/o fracasó en algunos casos en establecer mediaciones efectivas que permitieran superar o encubrir tal división, de manera de hacer posible una hegemonía estable. Como contrapartida, ello implicó el uso creciente de la violencia por parte del estado en un marco de creciente conflictividad social.&lt;br /&gt;Así, desde esta perspectiva, podemos decir que la imposibilidad de construir un consenso social amplio tanto con respecto al modelo de desarrollo como a un régimen político democrático, se vincula con la dificultad o la debilidad que tuvo el estado (entendido como estado capitalista y no meramente como estado para los capitalistas) para imponer una hegemonía que pueda prescindir de la coerción.&lt;br /&gt;Dicho fracaso se puede vincular con dos aspectos complementarios. Por un lado, se puede ver como el resultado de la escasez de recursos por parte del estado para organizar y satisfacer demandas de justicia sustantiva por parte de los sectores más desprotegidos de la sociedad, y así lograr una amplia legitimidad. Pero al mismo tiempo, puede verse como el resultado del fracaso del estado en establecer mediaciones efectivas que superen la división básica de la sociedad, ya sea a través de establecimiento de figuras como la Ciudadanía, la Nación y/o el Pueblo (O’ Donnell, 1978)&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;. En este punto, se podría pensar que dicho fracaso a su vez se articula con la inexistencia en América Latina de un entramado de derechos y garantías subjetivas que fundamentan la ciudadanía misma (O’ Donnell, 2001).&lt;br /&gt;Esa incapacidad del estado latinoamericano de establecer mediaciones efectivas también puede ser entendida a partir de la persistencia del legado colonial patrimonial. En efecto, puede pensarse que la no existencia de mediaciones efectivas se relaciona con la capacidad de veto de las élites tradicionales frente a la emergencia de un poder despersonalizado y abstracto encarnado en el estado. A partir de él, las élites ya no hubieran podido seguir reproduciendo un orden social basado en la autoridad que confiere la tradición de los que siempre mandaron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Ver al respecto Lechner (1983). El autor desglosa el fundamento conceptual de la lógica de la acción política de dos matrices teóricas o “vertientes que inspiran las estrategias políticas” en esta época: jurídico-liberal y económico-clasista-marxista. Ambas, tienen en común -desde que parten del supuesto de que los actores se constituyen de forma previa al estado y que hay una división tajante entre estado y sociedad- la subordinación de la política y el estado al proceso económico y social.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Mann (2004: 180) define al poder infraestructural como “la capacidad del estado para implementar realmente decisiones a lo largo de su territorio independientemente de quién tome dichas decisiones”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Al respecto ver Portantiero (1984) y Lechner (1983 y 2006).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Para O’ Donnell el estado, a fin de funcionar efectivamente como garante del orden capitalista, establece mediaciones en la sociedad para encubrir su división básica entre capital y trabajo. Las mediaciones más generales son: la Ciudadanía (fundamento más abstracto del estado capitalista, cuyo contenido de libertad e igualdad formal aseguran la concurrencia del trabajo al mercado como una mercancía); la nación (fundamenta la idea de un sustrato común permitiendo superar los clivajes de clase); y pueblo (tiene un menor nivel de abstracción –pero mayor que la clase, que es lo más concreto- y tiene una doble dimensión: por un lado es la muestra de la capacidad de la sociedad de imponer su propio sistema de solidaridades y desde ahí abrir una puerta para reclamar justicia sustantiva que supere lo formal y generar una mayor autoconciencia, y, por otro lado, puede ser utilizado por las fuerzas del orden para reunir a diferentes sujetos sociales en base a un criterio diferente que el de “su verdadera condición de dominados”, es decir un criterio distinto a la clase. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3233555067487363753?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3233555067487363753/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3233555067487363753' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3233555067487363753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3233555067487363753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/11/estado-democracia-y-desarrollo-en.html' title='Estado, democracia y desarrollo en América Latina y Argentina'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-555730702545115062</id><published>2008-10-27T13:37:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T13:48:30.495-07:00</updated><title type='text'>Coyuntura</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SQYolKa3brI/AAAAAAAAAFw/P1yHf-gzB_o/s1600-h/CRISIS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261937833546313394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 106px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SQYolKa3brI/AAAAAAAAAFw/P1yHf-gzB_o/s320/CRISIS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Y si... tuvo que hacerlo... RMU &lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1061951&amp;amp;high=mangabeira"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;opinó&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; sobre la crisis global o como quiera que se llame "eso" que está pasando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-555730702545115062?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/555730702545115062/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=555730702545115062' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/555730702545115062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/555730702545115062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/10/coyuntura.html' title='Coyuntura'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SQYolKa3brI/AAAAAAAAAFw/P1yHf-gzB_o/s72-c/CRISIS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5849283091034490999</id><published>2008-10-10T16:05:00.000-07:00</published><updated>2008-10-10T17:00:41.499-07:00</updated><title type='text'>Dos grupos, un proyecto</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_paBQ6kGI/AAAAAAAAAFo/PTV8nSQfJgM/s1600-h/BSB+082.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255675923389911138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_paBQ6kGI/AAAAAAAAAFo/PTV8nSQfJgM/s320/BSB+082.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Integrantes del Grupo Juramento tuvieron, recientemente, la oportunidad de encontrarse con los amigos del grupo &lt;a href="http://brasiledesenvolvimento.wordpress.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Brasil e Desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, constituido en su mayoría por estudiantes de Derecho de la Universidad de Brasilia interesados en temas de desarrollo y coordinado por Daniel Vargas, Subsecretario de Desarrollo Sostenible de la Secretaria de Asuntos Estratégicos de Brasil, y por Vitor Chaves, Jefe de Gabinete del Ministro Mangabeira Unger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se analizaron diversas formas de colaboración entre ambos grupos, tendientes a fomentar, desde nuestros lugares de lucha, estrategias para el desarrollo común de Argentina y Brasil, que a la vez que supere las diferencias del pasado, venza las desconfianzas actuales y construya futuro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_nIq-OuWI/AAAAAAAAAFY/gt7UcrtPP9c/s1600-h/BSB+081.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255673426324928866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_nIq-OuWI/AAAAAAAAAFY/gt7UcrtPP9c/s320/BSB+081.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5849283091034490999?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5849283091034490999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5849283091034490999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/10/dos-grupos-un-proyecto.html' title='Dos grupos, un proyecto'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_paBQ6kGI/AAAAAAAAAFo/PTV8nSQfJgM/s72-c/BSB+082.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7590227416363100527</id><published>2008-10-10T14:45:00.000-07:00</published><updated>2008-10-10T17:15:14.953-07:00</updated><title type='text'>Mangabeira Unger en el CARI</title><content type='html'>El viernes 12 de septiembre pasado, Roberto Mangabeira Unger &lt;a href="http://www.mercosurabc.com.ar/nota.asp?IdNota=1724&amp;amp;IdSeccion=7"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;disertó&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; en el Consejo Argentino para las Relaciones Internacionales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquí pueden ver una precaria filmación de los últimos cuatro minutos de la exposición. (Pido disculpas por el terremoto que se desata a partir del minuto 3:47… es que me puse a aplaudir y me olvidé de la filmación).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-cf1f1029ff9caf90" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dcf1f1029ff9caf90%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331369499%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D16C8687351988FE4899CB8CD2C7EED4A9FD7F4.276D47B1FD8DAAFB5C721774DF91D7233074F997%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dcf1f1029ff9caf90%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DRqhJvkD7m2UzINTNN2ewX_fiK4U&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dcf1f1029ff9caf90%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331369499%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D16C8687351988FE4899CB8CD2C7EED4A9FD7F4.276D47B1FD8DAAFB5C721774DF91D7233074F997%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dcf1f1029ff9caf90%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DRqhJvkD7m2UzINTNN2ewX_fiK4U&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;GLS&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7590227416363100527?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7590227416363100527/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7590227416363100527' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7590227416363100527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7590227416363100527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/10/mangabeira-unger-en-el-cari.html' title='Mangabeira Unger en el CARI'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-3769778703834562271</id><published>2008-10-10T14:30:00.000-07:00</published><updated>2008-10-10T16:55:35.357-07:00</updated><title type='text'>Apostillas mediáticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_MDhURtUI/AAAAAAAAAEw/0PWnwJunCvk/s1600-h/RMUCGT.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255643651019748674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_MDhURtUI/AAAAAAAAAEw/0PWnwJunCvk/s320/RMUCGT.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Algunas menciones en los diarios argentinos sobre la visita de Mangabeira Unger a nuestro país y las iniciativas que de esa visita resultaron.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;En Clarín, sobre el &lt;a href="http://www.clarin.com/diario/2008/09/15/elpais/p-01760431.htm"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;encuentro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; con Nilda Garré.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;En La Nación, sobre el escudo de &lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1048820&amp;amp;high=MANGABEIRA"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;defensa de Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; y sobre el&lt;span style="color:#330099;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://anteriores.lanacion.com.py/noticias/noticias_um.php?not=203162&amp;amp;fecha=2008/09/12"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;encuentro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; con Jorge Taiana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;En Perfil, sobre la &lt;a href="http://www.perfil.com/contenidos/2008/09/21/noticia_0006.html"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;charla&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; en el CARI y un &lt;a href="http://www.perfil.com/contenidos/2008/10/04/noticia_0011.html"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;artículo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; del ex canciller Rafael Bielsa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Además, se ha comentado en trabajo del Ministro Mangabeira Unger en América 24, C5N, Radio Continental, Radio América, y Ámbito Financiero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-3769778703834562271?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/3769778703834562271/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=3769778703834562271' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3769778703834562271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/3769778703834562271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/10/apostillas-mediticas.html' title='Apostillas mediáticas'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SO_MDhURtUI/AAAAAAAAAEw/0PWnwJunCvk/s72-c/RMUCGT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5467372353634074672</id><published>2008-10-06T05:21:00.000-07:00</published><updated>2008-10-06T05:25:30.737-07:00</updated><title type='text'>Vivir de la política</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SOoDq28OzxI/AAAAAAAAAEY/JK4WEuW_37c/s1600-h/Weber.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254015950118637330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SOoDq28OzxI/AAAAAAAAAEY/JK4WEuW_37c/s400/Weber.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Habitualmente los periodistas y comunicadores, como el público en general, tergiversan las citas de grandes autores con el fin de otorgarle autoridad y solvencia a sus argumentos. Es así como se ha vuelto un lugar común las caracterizaciones de Max Weber (1864-1920) acerca de dos situaciones: vivir “de la política” y “para la política”. Se cita a Weber diciendo que se refería los primeros como los políticos corruptos que se sirven de su cargo para beneficio personal en tanto que los segundos eran los dirigentes abnegados que cumplían su auténtica función de representantes, bregando por el bienestar general. Leyendo “El político y el científico” observamos lo errado de la caracterización. Para Weber, quienes viven “para la política” son los honoratiores, es decir aquellos hombres que habiéndose asegurado su bienestar personal en otros campos (empresarial, por linaje, por poseer algún tipo de renta, etc.) dedican su tiempo libre, de ocio creativo, a la cosa pública; en tanto que los que viven de la política son los políticos de la Modernidad, cuya dedicación a la cosa pública es permanente y perciben una remuneración por ello. Weber celebraba que los que viven de la política prevalecieran por sobre los que viven para la política, porque ello implicaba el paso de un sistema patrimonialista o feudal hacia uno más democrático, igualitario y por lo tanto moderno. El sociólogo alemán no planteaba la dicotomía entre corruptos y honestos o bien entre pícaros y abnegados, sino la contraposición entre un sistema de estamentos o castas y un sistema de profesionales que se insertaban en la estructura de un Estado burocrático moderno. En síntesis, la conceptualización weberiana implica algo diametralmente opuesto al lugar común que se le asigna habitualmente en los debates políticos mediatizados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;JIM&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5467372353634074672?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5467372353634074672/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5467372353634074672' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5467372353634074672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5467372353634074672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/10/vivir-de-la-poltica.html' title='Vivir de la política'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SOoDq28OzxI/AAAAAAAAAEY/JK4WEuW_37c/s72-c/Weber.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8931196803373039772</id><published>2008-09-19T15:17:00.000-07:00</published><updated>2008-09-19T15:30:15.213-07:00</updated><title type='text'>Cornel West con el Grupo Juramento</title><content type='html'>En este corto video, filmado a los pies del Cristo Redentor en Rio de Janeiro, el tío Cornel expresa sus deseos de venir a nuestro país, para "escuchar y aprender, y para involucrarse en la realización de esa gran fusión entre el Evangelio Cristiano y la lucha por la justicia. Porque creo en el Amor; y la Justicia es la forma en que el Amor se ve en público".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En mayo de 2009 lo estamos trayendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f2aa7949a7f9c961" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df2aa7949a7f9c961%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331369499%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D62CC1D32E55153FA7E0CCB3CD7FDFF6A20C7A0A8.5A1D57EEB4B27D312D719D7113226A6B5F7BD499%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df2aa7949a7f9c961%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DWS99lxzhq3Q2HU9g5QYaFkBIHc0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df2aa7949a7f9c961%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331369499%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D62CC1D32E55153FA7E0CCB3CD7FDFF6A20C7A0A8.5A1D57EEB4B27D312D719D7113226A6B5F7BD499%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df2aa7949a7f9c961%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DWS99lxzhq3Q2HU9g5QYaFkBIHc0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8931196803373039772?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=f2aa7949a7f9c961&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8931196803373039772/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8931196803373039772' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8931196803373039772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8931196803373039772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/09/cornel-west-con-el-grupo-juramento.html' title='Cornel West con el Grupo Juramento'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6734720785360254564</id><published>2008-09-19T14:46:00.000-07:00</published><updated>2008-11-10T09:06:06.190-08:00</updated><title type='text'>El impulso experimentalista: la gran ausencia en el entramado institucional de Estados Unidos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SNQgwPgTaHI/AAAAAAAAAEQ/zYwaZ_40JZA/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247855478961301618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SNQgwPgTaHI/AAAAAAAAAEQ/zYwaZ_40JZA/s400/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SNQf-Y1F-2I/AAAAAAAAAEI/ciGP-YqL4fI/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;/a&gt;(*) Por Gabriel Saez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A esta altura de los desarrollos históricos, decir que Estados Unidos es un gran país suena, en la mayoría de los oídos, como una obviedad. Sin embargo, otros pueden encontrar esa declaración muy irritante. La admiración y la desconfianza que la potencia global despierta en el mundo pueden provocar una u otra reacción.&lt;br /&gt;Dejemos de lado los indicadores de su poder económico, la contundencia de su capacidad militar y la enorme penetración que su impronta cultural ha alcanzado en todos los rincones del planeta. Observemos, en cambio, los méritos que el pueblo y los gobiernos de ese país han hecho para asegurar el cumplimiento de sus más profundos y duraderos deseos. Deseos de libertad y de seguridad. Anhelos de grandeza y desarrollo individual. Esperanza de poder involucrarse en el mundo, sin atarse al mundo.&lt;br /&gt;Cuando ensayamos esa mirada, las posturas críticas se reducen todavía más. Estados Unidos tiene muchas cuentas pendientes. Es vergonzoso aún hoy comprobar el trato que han recibido los afro americanos en ese país hasta bien entrado el siglo XX; y la forma dolorosa, lenta y contradictoria en la que esa situación se fue revirtiendo. Por otra parte, la pobreza no es un fenómeno desconocido. Es, al contrario, un elemento cada vez más común en el paisaje estadounidense. Sin embargo, el país se ha demostrado ser un terreno fértil para iniciativas grupales e individuales, para ideas y proyectos, para la innovación y la transformación. En definitiva, Estados Unidos ha sido exitoso en cumplir sus propios sueños, de su propia manera.&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger y Cornel West han definido la conjunción de esos sueños y la forma en que los estadounidenses concuerdan en realizarlos como “the American religion of possibility”: la creencia que sostienen los estadounidenses de que ellos pueden reinventarse y rehacer su sociedad, de que todo puede transformarse en algo nuevo. Dicen estos autores:&lt;br /&gt;“Faith in the power of the individual to better his or her life is the most prominent element in the American religion of possibility, but it is not the only or even the most important one. That religion also includes something more basic and something more ambitious: a belief in the unlimited potential of practical problem solving and a faith in democracy as a terrain on which ordinary men and women can become strongly defined personalities, in full possession of themselves”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esos elementos -fe en poder del individuo para alcanzar su propio desarrollo autónomo, confianza en que el resolver problemas en forma práctica acarrea la solución de problemas de fondo y convencimiento de que la democracia es el encuadre apropiado – se han combinado para asegurar el progreso de quienes profesan la religión referida.&lt;br /&gt;Pero el recorrido ha sido, en buena medida, complejo. Los debates entre federalistas y antifederalistas han sido reemplazados, a lo largo de la historia estadounidense, por otros debates, con distintos focos pero con pasiones, intereses e influencias similares. La definición de esos debates se ha dado en las ocasiones que Roberto Gargarella llama “momentos constitucionales”. Gargarella sostiene que “la teoría de los momentos constitucionales propone dividir los tiempos constitucionales en dos. Tiempos de decisiones extraordinarias, propiamente constitucionales, y tiempos de decisiones ordinarias, acciones de gobierno común, periodos normales, de política de baja intensidad… Los momentos ordinarios son los de cualquier gobierno que pretende respetar y reglarse según una Constitución que no dictó y que se le impone, supuestamente como freno y garantía del gobierno de la ley. También existen estos otros momentos, los especiales, los inauditos, los infrecuentes, los excepcionales: los momentos constitucionales. Más allá de los fácilmente identificables, los momentos fundacionales hay contextos históricos en que se puede observar (con o sin modificación del texto constitucional) un cambio, una reconstrucción de esa fundación, una movilización de la ciudadanía, al ámbito público discutiendo más, la sociedad participando activamente, interviniendo inusitadamente, rompiendo el consenso tácito para expresar la necesidad de cambio… (Son) momentos donde el contrato puede ser reafirmado o reformado por este evento extraordinario, un movimiento ciudadano y democrático en acción en la arena política institucionalizada y no institucionalizada.”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Coincidentemente, Marc Landy y &lt;a name="OLE_LINK1"&gt;Sydney M. Milkis&lt;/a&gt; identifican instancias claves en la historia estadounidense a las que llaman “constitutional refoundings”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Se trata de “major points of developmental transition (that) involve debate and conflict about fundamental questions of American political life: the meaning of rights and how government can best protect them… Each episode was a refounding that engaged citizens in conflict and resolution about the meaning of the Declaration and Constitution for their own time.”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estos autores definen cuatro refundaciones constitucionales ocurridas, cronológicamente, durante las presidencias de Thomas Jefferson, Andrew Jackson, Abraham Lincoln y Franklin Delano Roosevelt.&lt;br /&gt;De esta forma, la primera refundación promovió la democracia al apoyar y nutrir principios como la libertad de opinión, la supremacía de poder legislativo y la defensa de los poderes estaduales autónomos. La segunda refundación expandió el impulso democrático de la primera y estableció un sistema de partidos en el que el liderazgo presidencial pasó a jugar un papel protagónico. La tercera refundación, durante la presidencia de Lincoln, se suscitó debido a la controversia sobre la esclavitud. Implicó la decisión de mantener intacta a la Unión al tiempo que se la re-consagraba a los principios de la Declaración de la Independencia. A principios del siglo pasado tuvo lugar la así denominada “era progresista”. No es considerar como una refundación, pero si un momento en el que se generaron nuevas ideas sobre la democracia directa y la expansión del gobierno nacional que aún continúan vigentes y controversiales. La cuarta refundación rescribió el contrato social existente y estableció un Estado mucho más fuerte con el objetivo de contrarrestar la concentración del poder económico y adicionar derechos económicos a los derechos políticos.&lt;br /&gt;Puede pensarse, entonces, que todo el éxito alcanzado como país ha sido consecuencia de un desarrollo progresivo, que ha superado –y aprovechado- las circunstancias críticas para modificar lo que había que modificar y suprimir lo que había que suprimir. Sin embargo, el progreso económico, social y tecnológico alcanzado no siguió esa lógica simplista. Un impulso experimentalista ha caracterizado casi todas las áreas del quehacer estadounidense. Invención, prueba y error, descarte de formulas viejas o impracticables, y, sobre todo, cooperación en todos los ámbitos han definido al genio de los estadounidenses, como en su momento remarcaran de Tocqueville, Sarmiento y otros.&lt;br /&gt;Es ese impulso experimentalista el que toma una dimensión mayor ante las crisis, como las arriba mencionadas. De hecho, una expresión incontrastable de ese impulso tuvo lugar cuando se orquestó el New Deal, cuando medidas novedosas, profundas y de alcance amplio fueron aceptadas y aplicadas con singular fervor. Los estadounidenses jamás aceptarían la provocación que presenta a tales medidas como una aproximación práctica al socialismo. Pero lo interesante de esta experiencia radica en el hecho de que relativizó las etiquetas ideológicas. Socialismo y capitalismo se fusionaban o convivían o se transformaban en algún otro sistema, a partir del ingenio de los dirigentes estadounidenses y de la claridad de su visión respecto a prioridades e intereses.&lt;br /&gt;Un ejemplo mucho más cercano en el tiempo, muy reciente de hecho, aunque menor en comparación, es la decisión por parte de la Reserva Federal de rescatar del inminente colapso al American Internacional Group (AIG), adquiriendo casi el ochenta por ciento de sus activos, en una maniobra que en latitudes más cercanas se llamaría estatización. Acciones de este tipo, que en principio estarían excluidas de las reglas de juego, son iniciadas cuando intereses vitales están en juego.&lt;br /&gt;Ahora bien, el impulso experimentalista, afín tanto a la cooperación como a la innovación, está presente en todos los aspectos de la vida del país excepto en uno: el armado político-institucional. Más allá de la enmiendas, la Constitución es tomada como palabra revelada. Se discute la intención de los framers y la metodología de interpretación, pero nunca su reinvención. Incluso sin tocar a la Constitución, otros aspectos institucionales también son preservados incluso sin tener en claro el motivo de la férrea resistencia al cambio. ¡Por qué? Quizás la respuesta está en la afirmación de Unger y West de que “Americans have always wavered between the idea that they have to keep reinventing themselves and their arrangements to make good on the promises of American freedom, and the contrary idea that they have already found the basic design of a free society.”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta actitud conlleva serias consecuencias. Las rigideces en los sistemas no han dejado de provocar problemas. Estos problemas son variados. Pero general tienen que ver con el debilitamiento de las formas de asociación voluntaria, con la pérdida, según la definición de Robert Putnam, de capital social.&lt;br /&gt;Putnam describe: “‘social capital’ refers to features of social organization such as networks, norms, and social trust that facilitate coordination and cooperation for mutual benefit… By almost every measure, Americans’ direct engagement in politics and government has fallen steadily and sharply over the last generation, despite the fact that average levels of education –the best individual-level predictor of political participation—have risen sharply throughout this period…It is not just the voting booth that has been increasingly deserted by Americans… Americans have also disengaged psychologically from politics and government over this era.”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estos problemas tienen dos elementos en común: el primero es que todos ellos pueden ser atendidos a partir de un calentamiento en la participación política de la ciudadanía, disparado por modificaciones institucionales. El segundo es que de no solucionarse, esos problemas pueden redundar en la difusión de este ‘anti-impulso’ en las áreas en las que los estadounidenses han mostrado ser innovadores y creativos.&lt;br /&gt;Las modificaciones institucionales pueden referirse al sistema de partidos, al sistema electoral, especialmente en lo referido a las primarias, al financiamiento de las campañas, etc. Muchas de ellas fueron abordadas en el seminario “Estados Unidos hoy: Construcción e implementación de la política exterior y doméstica”, organizado por la Comisión Fulbright y la Universidad de San Andrés en agosto pasado. Cada una merece un análisis y un diagnóstico certero, y no es ese el propósito de este corto trabajo.&lt;br /&gt;El propósito es simplemente comentar una situación y llamar la atención sobre un punto muy relevante, que quizás no sea tan ajeno a la realidad que vivimos los argentinos.&lt;br /&gt;Unger y West terminan advirtiendo (y proponiendo): “Americans should use the tools of institutional experimentalism to rethink and rebuild each strand in their religion of possibility: the hope of social opportunity and mobility for the individual; the hope that practical ingenuity can resolve, one by one, the problems people face; and the hope that under democracy individual men and women can achieve the largeness of vision and experience that less democratic civilizations have reserved for the exceptional few. …Unless Americans prove themselves willing to be as open-minded about institutional arrangements of the country as they have been about almost everything else they will (..) find their hopes frustrated.”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quizás el beneficio principal de la campaña presidencial 2008 no sea la perspectiva de que algún representante de alguna minoría o grupo postergado llegue al poder, sino la diseminación de que la arena política aún puede ser un lugar caliente, decisorio, imposible de suplantar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Mangabeira Unger, Roberto &amp;amp; Cornel West. The Future of American Progressivism, Beacon Press Boston, 1998. Página 10.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; En http://seminariogargarella.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Landy, Marc y Sydney M. Milkis. American Government: Balancing Democracy and Rights. Cambridge University Press.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Landy y Milkis, páginas 129-130.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Mangabeira Unger y West, página 40.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; En Bowiling Alone: America’s Declining Social Capital&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6224275792559905325#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Mangabeira Unger y West, página 24.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6734720785360254564?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6734720785360254564/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6734720785360254564' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6734720785360254564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6734720785360254564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/09/el-impulso-experimentalista-la-gran.html' title='El impulso experimentalista: la gran ausencia en el entramado institucional de Estados Unidos'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SNQgwPgTaHI/AAAAAAAAAEQ/zYwaZ_40JZA/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7624274878098920140</id><published>2008-09-15T09:00:00.000-07:00</published><updated>2008-09-15T09:50:45.835-07:00</updated><title type='text'>Roberto Mangabeira Unger en televisión abierta de Argentina</title><content type='html'>En el marco de su visita a nuestro país para promover el debate binacional sobre estrategias de desarrollo conjuntas entre Argentina y Brasil, el Ministro de Asuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger estuvo en el programa Visión 7 Internacional el día sábado. Acceda aquí a la entrevista que le hicieron Pedro Brieger e Hinde Pomeraniec:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-90c4dbe5a6b70eba" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D90c4dbe5a6b70eba%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331369499%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8094CB9E20808A246C00CA81CF345B12670499C5.56C44E04D61DA674970A834108420EC63837B68F%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D90c4dbe5a6b70eba%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGHr0Kn7bDzBYOvqmq2oJZrXpq3U&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D90c4dbe5a6b70eba%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331369499%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8094CB9E20808A246C00CA81CF345B12670499C5.56C44E04D61DA674970A834108420EC63837B68F%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D90c4dbe5a6b70eba%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGHr0Kn7bDzBYOvqmq2oJZrXpq3U&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7624274878098920140?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=90c4dbe5a6b70eba&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7624274878098920140/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7624274878098920140' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7624274878098920140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7624274878098920140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/09/roberto-mangabeira-unger-en-televisin.html' title='Roberto Mangabeira Unger en televisión abierta de Argentina'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-1466445995431941733</id><published>2008-08-21T10:01:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T09:55:45.274-07:00</updated><title type='text'>“Ministro de las Ideas” brasileño discutirá temas estratégicos con pares locales</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SK2gA-xFveI/AAAAAAAAAEA/3en3q5QgImE/s1600-h/LulayManga.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237017880411094498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SK2gA-xFveI/AAAAAAAAAEA/3en3q5QgImE/s400/LulayManga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;El 11 y 12 de septiembre próximo el ministro de Asuntos Estratégicos de Brasil, Roberto Mangabeira Unger, visitará nuestro país y sostendrá reuniones de alto nivel con funcionarios nacionales de primera línea con el fin de discutir posibles convergencias en las estrategias nacionales de desarrollo, establecer vínculos formales con distintas áreas del gobierno argentino y explorar posibilidades de cooperación en temas como defensa, educación y producción.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Mangabeira Unger se reunirá con los ministros de Relaciones Exteriores, Comercio Internacional y Culto, Jorge Taiana; de Defensa, Nilda Garré; de Planificación Federal, Inversión Pública y Servicios, Julio De Vido; y de Educación, Jorge Tedesco.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Luego de esta agenda oficial, los días 13 y 14 de septiembre, el Ministro -en coordinación con un grupo de profesionales argentinos dedicados a la difusión de sus ideas, “Grupo Juramento”- entablará reuniones informales con personalidades destacadas, tales como el presidente de la Corte Suprema de Justicia, Ricardo Lorenzetti, y el ministro Raúl Zaffaroni. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira Unger ocupa su actual cargo desde hace poco más de un año. Su responsabilidad es pensar a Brasil en el largo plazo, tarea poco habitual para los países sudamericanos. Tiene responsabilidades en temas de defensa, de reorganización de las relaciones laborales, de educación, de profundización del mercado por parte del estado y del programa “Amazonas sustentable”, entre otras cosas. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Son conocidas las ideas que nutren la estrategia política de Mangabeira Unger en cuanto a la necesidad de superar las políticas neoliberales basadas exclusivamente en una estabilidad macroeconómica. Para ello, implementa acciones que se basan, por ejemplo, en el estímulo a la producción con alto valor agregado, promoción de la industria local, fomento a las pequeñas y medianas empresas y la defensa de un modelo de desarrollo medioambiental y socialmente sostenible. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira Unger es un intelectual de prestigio internacional, profesor de la Escuela de Leyes de Harvard (el único latinoamericano) desde que tenía 24 años y uno de los principales referentes de la corriente de estudios críticos del derecho. Ha escrito sobre economía, psicología, historia y teoría social en general. En una entrevista de principios de año, el New York Times lo presentó como el “Ministro de las Ideas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-1466445995431941733?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/1466445995431941733/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=1466445995431941733' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1466445995431941733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/1466445995431941733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/08/ministro-de-las-ideas-brasileo-discutir.html' title='“Ministro de las Ideas” brasileño discutirá temas estratégicos con pares locales'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SK2gA-xFveI/AAAAAAAAAEA/3en3q5QgImE/s72-c/LulayManga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-845484397641524368</id><published>2008-08-11T16:15:00.000-07:00</published><updated>2008-08-11T16:18:12.738-07:00</updated><title type='text'>Seguridad y desarrollo en América Latina: El Consejo Sudamericano de Defensa</title><content type='html'>El análisis de una relación interdependiente entre la seguridad y el desarrollo es tanto o más antiguo que el del huevo o la gallina. En ese marco, está claro que nunca estarán seguros aquellos países en donde no se brinde una educación solvente a sus pueblos –no a unos pocos sino a la totalidad o, al menos, para intentar no ser tildado de “utópico”, a la gran mayoría-; mientras no se los incluya a un sistema de salud eficiente; hasta que no se amplíen las oportunidades laborales. Es decir, hasta que no se presenten alternativas efectivas que incluyan y eviten seguir escondiendo la realidad debajo de la alfombra con las soluciones habituales, normalmente pensadas para se adoptadas durante un interlapso muy limitado y habitualmente perpetuadas en el tiempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero lo cierto es que también resulta difícil dar solución a esas demandas, que se han profundizado con el paso del tiempo, en un contexto de profunda violencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoy, en América Latina, y a diferencia de la situación por la que atraviesan las potencias mundiales, las principales amenazas no provienen de cuestiones tales como el terrorismo. Las mismas están vinculadas, entre otras cosas, al hambre, la pobreza, la falta de educación y el limitadísimo acceso a un sistema de salud decente. En suma, a problemas internos de cada país vinculados a los precarios niveles de desarrollo sustentable, en donde la violencia ya es estructural -prácticamente heredada de generación en generación y expandida gradualmente por el agravamiento de los niveles de exclusión y marginalidad en la región-.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No obstante, esos problemas, de tipo principalmente domésticos, suelen trasladarse hacia otros países. Pero como la idea no es que esos efectos sean abordados en estas breves reflexiones, simplemente vale la pena tener en cuenta que en la actualidad América del Sur, no sin tener en cuenta las amenazas que la aquejan, propias de las asimetrías que la caracterizan, se encuentra en paz y tiene en sus manos la posibilidad de resolver sus propias limitaciones domésticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ello viene en consideración a que no existe una región en el mundo que esté en condiciones de mejorar la calidad de vida de las naciones que la integran mientras se esté en estado de guerra. Otra vez, las causas y los efectos tienden a desdibujarse. ¿Utópico nuevamente? Tal vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero voy a tratar de argumentar esto brevemente: los conflictos limítrofes que persisten en la actualidad han sido heredados, como mínimo, del S. XIX (verbigracia Chile y Perú, Chile y Bolivia, Colombia y Nicaragua y Venezuela y Guyana). Los últimos acontecimientos entre Colombia y Ecuador, que llevaron a la amenaza del uso de la fuerza militar, con la inclusión en el plató de Venezuela, demostraron que el poder del diálogo civil y la resolución pacífica de los conflictos es el modus operandi de los gobiernos del subcontinente. A eso debería ser incorporado, y no es cosa menor, el hecho de que la región está libre de la existencia de armas nucleares, demostrando un claro compromiso por una cultura de paz. En ese contexto, lejos estamos de un conflicto armado y como reaseguro de ello se decidió crear un grupo de trabajo, en el marco de la Unión Sudamericana de Naciones, para que presentara una propuesta para crear un Consejo Sudamericano de Defensa al Consejo de Jefes de Estado de ese bloque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y es así que 12 países con realidades profundamente disímiles, grandes asimetrías en diversas áreas (sistema de modernización de sus sistemas de defensa, capacidades, producción industrial para la Defensa) y hasta marcadas diferencias políticas han decidido avanzar, por consenso, en la creación de un Consejo que se propone consolidar a América del Sur como una zona de paz. Esa condición permitirá que los países involucrados puedan hacer hincapié en las verdaderas amenazas de la región, vinculadas a la necesidad, ardua y compleja, de generar un desarrollo integral de sus pueblos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NMC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-845484397641524368?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/845484397641524368/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=845484397641524368' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/845484397641524368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/845484397641524368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/08/seguridad-y-desarrollo-en-amrica-latina.html' title='Seguridad y desarrollo en América Latina: El Consejo Sudamericano de Defensa'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-9112253302380538128</id><published>2008-08-01T14:44:00.000-07:00</published><updated>2008-08-01T16:00:09.839-07:00</updated><title type='text'>Paulo Freire: entre Cristo y Marx</title><content type='html'>Alfredo me llamó la atención sobre una entrevista a Iván Petrella que salió en La Nación el 16 de julio. El título es esperable de alguien que se ha especializado en la teología de la liberación: “&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1030529&amp;amp;high=petrella"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Se pueder ser religioso y progresista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;”&lt;/span&gt;. Además de elocuente, ese título es para mi –ya sé que para muchos no- además, obvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vean este pasaje de la última entrevista dada por el gran Paulo Freire, en el que habla de Cristo y de Marx, y de cómo y por qué se sintió cercano a ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1Wz5y2V1af0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1Wz5y2V1af0&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Freire no se lo podría, en principio, catalogar de religioso. Pero ya sabemos que las etiquetas no sirven para casi nada…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1030529&amp;amp;high=petrella"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1030529&amp;amp;high=petrella"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-9112253302380538128?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/9112253302380538128/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=9112253302380538128' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/9112253302380538128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/9112253302380538128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/08/paulo-freire-entre-cristo-y-marx.html' title='Paulo Freire: entre Cristo y Marx'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8032819533619360454</id><published>2008-07-30T13:21:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T13:41:08.520-07:00</updated><title type='text'>Los jóvenes y la política</title><content type='html'>La semana pasada participé de un almuerzo de debate en una ONG. El tema principal era “los jóvenes y la política”. No estoy seguro de haberme llevado demasiadas certezas de dicho encuentro, pero creo que valió la pena solamente por la valija de preguntas que podría llenar hoy con los interrogantes que quedaron dando vueltas en mi cabeza…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Una de las primeras preguntas que me hice fue ¿qué porcentaje de jóvenes argentinos tiene interés por la política? No se si por la falta de credibilidad en encuestas oficiales, observatorios K y anti-K, etcétera, pero resulta difícil encontrar un número representativo que responda a esto… Me animo a generalizar: muy pocos (al menos fuera de los ámbitos de las ciencias sociales). Encontré, por ejemplo, una encuesta de febrero de 2008 que dice que el 74% de los jóvenes de nuestro país no tiene interés alguno por la política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otra pregunta, que en realidad, deriva del párrafo anterior, sería ¿qué entendemos por política o qué entienden los jóvenes por política? El concepto de política no sólo ha evolucionado mucho con el correr del tiempo sino que sus ámbitos de aplicación son, digamos, bastante elásticos según la coyuntura: en época de elecciones, en democracia, la política parecería adueñarse de todas las mesas de discusión, mientras que el resto del tiempo sólo en ámbitos exclusivos parece ser una constante… Lo que creo: los jóvenes entienden (o entendemos) por política, política partidaria. Y lamentablemente, la crisis de representatividad de nuestro sistema de partidos hace que la militancia y participación estén en peligro de extinción. Hay una tendencia a no conectar la política con la vida cotidiana, a tener una visión individualista de los temas sociales y a vincular la política sólo con la corrupción.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahora bien, y siendo de lo menos riguroso, supongamos que esa muestra utilizada por los encuestadores sea apropiada, mi duda pasa a ser ¿cuales son los canales a través de los cuales ese 26% restante puede participar en política? Con un sistema de partidos en crisis, las organizaciones de la sociedad civil parecen ser el salvoconducto para cientos de jóvenes que no ven (o no entienden) la ideología (suponiendo que la tengan) que representa tal o cual partido. Entonces, y como dijo sin anestesia un profesor que participaba del almuerzo, “como no saben bien que intereses representa el PJ, la UCR o la Coalición Cívica, salvemos a las ballenas [en alusión a la militancia ambientalista, por ejemplo, de Greenpeace]”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal vez sea erróneo juzgar a la juventud (que, por cierto, es un concepto también cada vez más elástico) de comienzos del siglo XXI con los mismos criterios que la de los ochenta. El tema de “la política” se encontraba a flor de piel con el regreso de la democracia y, después de los tormentos de la dictadura, el compromiso con los valores democráticos se expresaba principalmente en la participación de los jóvenes en política. Pero hoy la situación es muy diferente, muchos de nosotros nacimos en democracia y, tal vez, sólo tal vez, las crisis recurrentes, sumadas a los incontables casos de corrupción y al deterioro de la calidad de vida de gran parte de la población, han promovido el desencanto juvenil por la política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como decía al comienzo, me quedo con más dudas que certezas. Lo importante, creo, es que los miembros de este grupo podemos dar cuanta (como muchos otros jóvenes argentinos) de que existe todavía un espíritu deseoso de cambio y de compromiso político. Quizás falte todavía mucho para que alguno de nosotros acceda a un cargo de poder que permita “hacer política” en términos clásicos, sin embargo, estimo que hablo en nombre de la mayoría cuando digo que, para nosotros, la política está en cada momento, y honraremos este compromiso desde donde nos toque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En mayo del 2008 se cumplieron 40 años del famoso “mayo francés”, en el que un grupo de jóvenes estudiantes se hicieron escuchar al más alto nivel. Sin profundizar demasiado en las banderas que llevó la protesta, pocos podrían negar el impacto que esa masa crítica juvenil tuvo en el gobierno de De Gaulle, el impacto que generaron en “la política” de Francia. A más de cuatro décadas de ese acontecimiento, los invito a que pensemos y luchemos juntos por una mayor y mejor participación de los jóvenes en la política argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8032819533619360454?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8032819533619360454/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8032819533619360454' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8032819533619360454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8032819533619360454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/los-jvenes-y-la-poltica.html' title='Los jóvenes y la política'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8063558904249379044</id><published>2008-07-28T10:53:00.000-07:00</published><updated>2008-07-28T15:05:19.110-07:00</updated><title type='text'>Extremo Occidente</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI5Ck-HiPbI/AAAAAAAAAD4/xtqOak58FCA/s1600-h/NAPOLE%C3%93N_III.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228189420341050802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI5Ck-HiPbI/AAAAAAAAAD4/xtqOak58FCA/s400/NAPOLE%C3%93N_III.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;El tema de la Identidad es un tópico recurrente en la literatura y las ciencias sociales latinoamericanas. La cuestión del Ser Latinoamericano como ente socio-político y cultural ha sido tema de estudio y discusión para hombres del pensamiento y la acción de estas latitudes. Así y todo, el origen del concepto “América Latina” es poco conocido; para muchos, inédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muy pocos saben que fue en la Corte de Napoleón III donde se acuñó esta idea que permitiera emparentar a los franceses con todos aquellos nacidos al Sur del Río Grande. El Emperador francés, sobrino de Napoleón I, había iniciado una aventura imperialista que incluyó la invasión a México y la posterior coronación de un descendiente de la Casa de Habsburgo como emperador del país azteca. Más allá de la pintoresca anécdota, los franceses, en pos de justificar la intervención militar, se remitieron al origen común de todos los pueblos que hablan lenguas romances, es decir, derivadas del latín. El origen común implicaba solidaridad e intereses comunes; en realidad, derecho para invadir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que la construcción identitaria es un proceso complejo que va más allá de esta anécdota palaciega. Asimismo, el carácter latinoamericano pasa a ser una apropiación de muchas otras tradiciones que interactuaron desde hace cinco siglos en nuestro subcontinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JIM&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8063558904249379044?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8063558904249379044/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8063558904249379044' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8063558904249379044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8063558904249379044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/identidad-latinoamericana.html' title='Extremo Occidente'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI5Ck-HiPbI/AAAAAAAAAD4/xtqOak58FCA/s72-c/NAPOLE%C3%93N_III.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-4534398246676365886</id><published>2008-07-28T10:05:00.000-07:00</published><updated>2008-07-28T10:50:38.508-07:00</updated><title type='text'>Demofilia</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GU5S9_kI/AAAAAAAAADo/Uydar5my0eY/s1600-h/guayasamin3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228123173471256130" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GU5S9_kI/AAAAAAAAADo/Uydar5my0eY/s400/guayasamin3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GUvb4tzI/AAAAAAAAADg/4Kpmu_9Bj68/s1600-h/guayasamin2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228123170824304434" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GUvb4tzI/AAAAAAAAADg/4Kpmu_9Bj68/s400/guayasamin2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GeW6xJWI/AAAAAAAAADw/DMDyHUIUcuo/s1600-h/Guayasamin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228123336041637218" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GeW6xJWI/AAAAAAAAADw/DMDyHUIUcuo/s400/Guayasamin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;          (&lt;em&gt;Obras de Oswaldo Guayasamín&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Cuando empezamos, una de las primeras cosas que queríamos y teníamos que decidir era el nombre del grupo. Algunos de nosotros propusimos, entre otras posibilidades, el nombre “Demofilia”. No tuvimos suerte. Fuimos tomados a la chacota y reprimidos, verbal pero violentamente, por el resto del grupo. No importa… ya nos recuperamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuestra frustrada propuesta había nacido de un concepto no muy difundido (de hecho, el procesador de textos que estoy utilizando no lo reconoce como palabra). Demofilia es amor por el pueblo, como resulta obvio una vez que pasamos la barrera auditiva que emparienta al concepto con diversas enfermedades y perversiones. Otras interpretaciones lo describen como “atracción por las muchedumbres”, lo que también sería comprensible porque los que proponíamos ese nombre somos de Boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El concepto era apreciado por Augusto Cesar Sandino, quien repetía a menudo “Yo estoy enfermo de demofilia. No sólo amo a mi pueblo sino que amo a los pueblos, y con esta enfermedad me voy a la tumba.” Y si… suena como una enfermedad, pero es algo muy sano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo siguiente es de Mangabeira Unger y Cornel West, en &lt;em&gt;The Future of American Progressivism&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;The soul of the ordinary man and woman hides vast recesses of intensity. The sadness of much human life lies in the disproportion between this intensity and the accidental or unworthy objects on which people so often lavish their intense commitments. That this reserve capacity for devotion and obsession can be tapped productively, for the good of the community as well as the individual, has always been a major tenet of the American religion of possibility. Democracy, Americans understand, depends upon &lt;strong&gt;demophilia&lt;/strong&gt;, love of the people&lt;/em&gt;.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La demofobia, también comentada en el libro citado, es él antídoto para esa supuesta enfermedad. Decidamos, si no lo hemos hecho ya, contagiarnos alegremente y no recuperarnos nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-4534398246676365886?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/4534398246676365886/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=4534398246676365886' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4534398246676365886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/4534398246676365886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/demofilia.html' title='Demofilia'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SI4GU5S9_kI/AAAAAAAAADo/Uydar5my0eY/s72-c/guayasamin3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-9161246368949419126</id><published>2008-07-23T12:11:00.000-07:00</published><updated>2008-08-04T14:25:06.475-07:00</updated><title type='text'>Encuentro de intelectuales y políticos progresistas en Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SIeH59HNQkI/AAAAAAAAADA/AvirlB1mCN0/s1600-h/CristoenRio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226295322313835074" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SIeH59HNQkI/AAAAAAAAADA/AvirlB1mCN0/s200/CristoenRio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;El Grupo Juramento ha sido invitado a asistir al Seminario "&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.nae.gov.br/hotsite_inovacao/index.html"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Instituciones para la Innovación&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;" organizado por Roberto Mangabeira Unger y Eric Besson. Tendrá lugar en Rio el 6 y 7 de Agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además, estamos asistiendo al Gabinete del Ministro en la elección e invitación de potenciales participantes de nuestro país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los temas que se abordarán incluyen:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Innovation with crisis, innovation without crisis.&lt;br /&gt;- Innovation and inequality.&lt;br /&gt;- Innovation in the economy.&lt;br /&gt;- Innovation in the organization and practice of education.&lt;br /&gt;- Innovation in social policy.&lt;br /&gt;- Participation and experimentalism in representative democracy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre los prestigiosos invitados estarán Marco Aurelio Garcia, David Lammy, Jorge Castañeda, Cornel West, Charles Sabel, Sanjay G. Reddy, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos seguros que será una experiencia que nos inspirará y potenciará nuestros esfuerzos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;GLS&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-9161246368949419126?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/9161246368949419126/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=9161246368949419126' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/9161246368949419126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/9161246368949419126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/encuentro-de-intelectuales-y-polticos.html' title='Encuentro de intelectuales y políticos progresistas en Rio de Janeiro'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SIeH59HNQkI/AAAAAAAAADA/AvirlB1mCN0/s72-c/CristoenRio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5892056094558748600</id><published>2008-07-18T16:22:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T16:27:25.382-07:00</updated><title type='text'>Proyecto Amazonas</title><content type='html'>En este video, el Ministro de Asuntos Estratégicos de Brasil, Roberto Mangabeira Unger, habla de su visión y propuestas para Amazonas. Disfruten...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EkMCqMyjkNI&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EkMCqMyjkNI&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5892056094558748600?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5892056094558748600/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5892056094558748600' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5892056094558748600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5892056094558748600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/proyecto-amazonas.html' title='Proyecto Amazonas'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8358338094056912863</id><published>2008-07-16T10:08:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T11:06:36.169-07:00</updated><title type='text'>En Australia y en Canadá</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SH42gxZ4X9I/AAAAAAAAAC4/GWMbfYw29tI/s1600-h/Nungala+Fejo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223672554441957330" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SH42gxZ4X9I/AAAAAAAAAC4/GWMbfYw29tI/s200/Nungala+Fejo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Inaugurando nuestra videoteca, colgamos aquí un video cortito pero muy significativo. Se trata del momento en el que Kevin Rudd, Primer Ministro de Australia, le pide perdón, en nombre de la nación, a la “generación robada” de indígenas australianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante el siglo que va de 1869 a 1969, el gobierno australiano, a través de sus agencias nacionales y locales, quitó sistemáticamente a los niños indígenas del seno de sus familias. Las excusas se basaron, parcialmente, en situaciones reales de abuso, pero no se hizo ningún tipo de distinción entre los afectados ni se buscaron salidas más imaginativas, que resultaran el progreso de toda la población autóctona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La historia es compleja, con muchas aristas. Es un caso que vale la pena estudiar. Simplemente me limito a compartir el momento histórico en que un jefe de gobierno se hace cargo de la historia y pide perdón. Aclaro que muchos no estuvieron de acuerdo con este gesto. Otros, criticaron el hecho de que las palabras no fueron acompañadas por compensaciones económicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El mes pasado, el Primer Ministro canadiense siguió el ejemplo de su par australiano al pedir perdón por el sistema de escuelas residenciales indias, cuyo propósito solía esperarse cruelmente como "to kill the Indian in the child."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosotros, en la Argentina de hoy, saludamos cualquier esfuerzo de reconciliación nacional que tenga lugar en cualquier país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b3TZOGpG6cM&amp;amp;hl=es&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/b3TZOGpG6cM&amp;hl=es&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;GLS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8358338094056912863?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8358338094056912863/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8358338094056912863' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8358338094056912863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8358338094056912863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/en-australia.html' title='En Australia y en Canadá'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SH42gxZ4X9I/AAAAAAAAAC4/GWMbfYw29tI/s72-c/Nungala+Fejo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2315637824785250865</id><published>2008-07-16T08:52:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T12:30:37.652-07:00</updated><title type='text'>Las Feiras</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SH4cc_BgewI/AAAAAAAAACg/ZEgjMP3An1c/s1600-h/Olga.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223643902076025602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SH4cc_BgewI/AAAAAAAAACg/ZEgjMP3An1c/s400/Olga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; La otra semana tuve que viajar a Rosario. Fui en micro. En el viaje pasaron una película. Me resultó extraña la elección: se trataba de la producción brasileña “Olga”, sobre la vida de Olga Benario, primera mujer de Luis Carlos Prestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Más allá de la evaluación de los méritos artísticos de la obra en cuestión, siempre es interesante repasar la vida de una persona que, desde un campo de concentración y en las vísperas de su muerte, dice, convencida, “Luché por lo justo, por lo bueno, por lo mejor del mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al regresar de Rosario fui a buscar en mi biblioteca una biografía de Prestes que me había comprado el año pasado. En ella se cuenta sobre el tiempo que pasó en Buenos Aires el “Caballero de la Esperanza”. Aquí se hace amigo de Rodolfo Ghioldi, baluarte (¡?) del comunismo argentino, quién se transforma en una especie de mentor ideológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;También se relata el momento de la liberación de Prestes y se incluye unos párrafos de “Confieso que he vivido” de Neruda, donde el chileno evoca la ocasión en que lo conoció.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hay ciento treinta mil almas en el Pacaembú. Llega Prestes, sobrio, solemne. Neruda lee un poema en honor del liberado. Lo lee en español. Para sorpresa del autor, la multitud parece entender cada palabra. Más tarde, los dos personajes se encuentran. Relata Neruda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Por fin me encuentro frente a frente con el legendario Luis Carlos Prestes. Está esperándome en la casa de unos amigos suyos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de su reserva, es muy cordial conmigo. Creo que me dispensa ese trato cariñoso que frecuentemente recibimos los poetas, una condescendencia entre tierna y evasiva, muy parecida a la que adoptan los adultos al hablar con lo niños.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestes me invitó a almorzar para un día de la semana siguiente. Entonces me sucedió una de esas irresponsabilidades solo atribuibles al destino o a mi irresponsabilidad. Sucede que el idioma portugués, no obstante tener su sábado y domingo, no señala los demás días de la semana como lunes, martes, miércoles, etcétera, sino con las endiabladas denominaciones de segunda-feira, terca-feira, quarta-feira, saltándose la primera-feira para complemento. Yo me enredo enteramente en esas feiras, sin saber de qué día se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me fui a pasar algunas horas en la playa con una bella amiga brasileña, recordándome a mí mismo a cada momento que al día siguiente me había citado Prestes para almorzar. La quarta-feira me enteré de que Prestes me esperó la terca-feira inútilmente con la mesa puesta mientras que yo pasaba las horas en la playa de Ipanema. Me buscó por todas partes sin que nadie supiera mi paradero. El ascético capitán había encargado, en honor a mis predilecciones, vinos excelentes que tan difícil era conseguir en Brasil. Íbamos a almorzar los dos solos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que me acuerdo de esta historia, me quisiera morir de vergüenza. Todo lo he podido aprender en mi vida, menos los días de la semana en portugués.&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que no nos pase a nosotros…. ¿se entiende?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2315637824785250865?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2315637824785250865/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2315637824785250865' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2315637824785250865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2315637824785250865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/las-feiras.html' title='Las Feiras'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SH4cc_BgewI/AAAAAAAAACg/ZEgjMP3An1c/s72-c/Olga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-6781423745484079757</id><published>2008-07-14T12:04:00.000-07:00</published><updated>2008-07-15T07:20:36.338-07:00</updated><title type='text'>Sentaku</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHuniKI6CsI/AAAAAAAAABw/dvD0t_DRKR4/s1600-h/300px-The_Great_Wave_off_Kanagawa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222952398145325762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHuniKI6CsI/AAAAAAAAABw/dvD0t_DRKR4/s320/300px-The_Great_Wave_off_Kanagawa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHum3aONwXI/AAAAAAAAABo/HZCFr1nA-C8/s1600-h/300px-The_Great_Wave_off_Kanagawa.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mucho de lo que proviene de Japón es asociado con la perfección. Para nuestras sociedades latinoamericanas, ciertos rasgos de comportamiento social y de eficiencia productiva son admirados sin necesidad de ser estudiados a fondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, incluso para los parámetros de nuestras problemáticas realidades, es evidente que Japón ha fallado en sus intentos (he hecho esos intentos?) por crear un sistema político competitivo, en el que los partidos puedan alternarse en el ejercicio del poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con el tiempo – y la ayuda de los reveses económicos – esta carencia ha redundado en la situación actual: un Partido Liberal Democrático que ya no monopoliza el gobierno y una oposición que no logra la fuerza necesaria para reemplazarlo. Hace un año el Partido Democrático de Japón alcanzó la mayoría en la Cámara Alta de la Dieta. Lo que en otras circunstancias hubiera sido promisorio, en este caso es inquietante (aunque no necesariamente negativo), ya que la Constitución japonesa no prevé que las cámaras sean controladas por fuerzas políticas distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La necesidad de renovación es, entonces, más que evidente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Más allá de ciertos intentos de reciclaje (uno de los más notorios protagonizado por Junichiro “Richard Gere” Koizumi) surgen impulsos interesantes. Me refiero al movimiento Sentaku, compuesto por intelectuales, miembros de los principales partidos políticos (incluso miembros de la Dieta y políticos reformistas provenientes de los niveles locales del gobierno) y hasta hombres de negocios. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;El objetivo de máxima de este grupo es lograr la reestructuración del sistema político, hasta el punto de alcanzar la ansiada alternancia y al menos cierta coherencia ideológica por parte de los partidos. Para ello, presionan por una descentralización del sistema, demandan que las campañas de basen en plataformas claras y alientan a la población en general, que suele estar en otra cosa, a que controlen a los funcionarios que han elegido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Coherencia en las propuestas, control de los funcionarios y descentralización del poder son, en definitiva, sus premisas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algunos ven la salvación en Sentaku. Otros cuestionan su capacidad para empujar el cambio, siendo que no pudieron hacerlo en el interior de sus propios partidos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Otros, los que estamos lejos, vamos a seguir su desarrollo con mucho interés.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-6781423745484079757?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/6781423745484079757/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=6781423745484079757' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6781423745484079757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/6781423745484079757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/sentaku.html' title='Sentaku'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHuniKI6CsI/AAAAAAAAABw/dvD0t_DRKR4/s72-c/300px-The_Great_Wave_off_Kanagawa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8214454206689805581</id><published>2008-07-11T11:24:00.000-07:00</published><updated>2008-07-11T13:19:27.937-07:00</updated><title type='text'>Los ángeles de nuestra naturaleza</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHel2G3vYiI/AAAAAAAAABQ/Ko9A3z0zMeA/s1600-h/Abe.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221824641935303202" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHel2G3vYiI/AAAAAAAAABQ/Ko9A3z0zMeA/s320/Abe.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;En cierta ocasión, siendo yo chico, miraba TV cuando me crucé con episodio de Polémica en el Bar. Tenía la palabra su creador, Gerardo Sofovich. No, no estaba hablando sobre su disputa judicial con el Dr. Ekmekdjian. Tampoco se refería al osito Totón ni a los planes que tenía para la carrera artística de Patricia Sarán. Estaba hablando de política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contaba que a finales de 1983 tuvo la oportunidad de entrevistar al Dr. Frondizi. Por esos días Argentina vivía un clima de fervor democrático que posiblemente no se haya repetido desde entonces. Se había votado, la Constitución pronto volvería a imperar. El futuro tenía que ser mejor. El pasado no iba a repetirse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofovich comentaba lo sorprendido que estuvo cuando el Dr. Frondizi, aparentemente inmune al ánimo reinante, le sentenció que, de acuerdo a su leal saber y entender, Argentina no tenía remedio. El país no tenía solución. No recuerdo mucho de ese programa, pero si tengo presente lo sorprendido que yo también estuve al escuchar que un ex presidente (el “último estadista”, según la opinión de algunos) tenía una visión tan pesimista en un contexto de tanto optimismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mi reacción fue pensar: “Esta hombre algo sabe”. Algo, algún secreto que explique el motivo de semejante decreto sobre nuestra suerte. Evidentemente, algo sabía. Sus debates con Cooke en la Cámara, su trabajo en la oposición, primero, y luego en el gobierno, sus intentos afianzar el desarrollismo, le habían dado mucha experiencia. Claro que algo sabía. Si bien sus últimos años no lo tuvieron en su esplendor intelectual ni mucho menos, algo seguía sabiendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descarto que la sentencia de Frondizi haya sido original. Podría haber venido de cualquier taxista o de cualquier historiador. La condición para sostener esa idea no tiene que ver con alguna profesión particular o con alguna formación intelectual, sino con un estado de fatiga moral. Muchas veces, muchos argentinos nos encontramos exhaustos. Nos cansamos. A veces de esperar; a veces de hacer. A veces, incluso, nos cansamos de auto engañarnos. Pero después nos cansamos de la realidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Más allá de ese cansancio, ¿hay elementos para, objetivamente, pensar que no tenemos solución? Yo puedo pensar en uno (porque creo que hay solo uno): el fetichismo de la enemistad. Amamos tener enemigos. Si son enemigos internos, mejor. Pero no descartamos los externos. Si son enemigos mortales, nuestra vida esta justificada. Ponemos mucho amor al odiar. Creemos que, de esa forma, nos reivindicamos, nos limpiamos. Ponemos nuestra fe en la victoria definitiva sobre el otro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No voy a hacer referencia al reiterado ejemplo del Pacto de la Moncloa. Tampoco voy a hablar de la reciente declaración del Ingrid Betancourt, en la que manifestaba haber logrado perdonar a sus secuestradores. No voy apoyarme en el esfuerzo de reconciliación que realizó Nelson Mandela. A todo eso se le puede contestar con un vacío ejercicio de evasión, del tipo de: “Se trata de otra situación. Acá es distinto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero permítanme, a cambio, decir que en nuestro país se ha secuestrado, torturado y matado gente, se ha vivado al cáncer cuando Evita estaba muriendo, se ha declarado que al enemigo no se le dará ni agua, se ha pisoteado la Constitución Nacional, se ha combatido en guerras suicidas, se han entregado las riquezas del país, etc, con el mismo odio con el que se ha repudiado esas mismas acciones. Odiamos por haber sido odiados. Por nuestros hermanos, nuestros enemigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Querremos, algún día perdonar? ¿Podremos hacerlo entonces?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superar el fetichismo de la enemistad no implica rechazar a la justicia y el castigo que esta traiga a los ofensores. No requiere sepultar la memoria histórica. Se trata, en cambio, de potenciar la imaginación sanadora. Pensar en los futuros deseables. Patalear en contra de los destinos impuestos, especialmente cuando esos destinos están cargados de odio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando Abraham Lincoln asumió su primer mandato, su nación estaba a punto de dividirse. Entonces toma el mando y toma la palabra. Explica, tranquiliza, negocia, advierte, aconseja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pregunta, &lt;em&gt;Why should there not be a patient confidence in the ultimate justice of the people?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invita, &lt;em&gt;My countrymen, one and all, think calmly and well upon this whole subject&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y termina diciendo, apelando a la memoria con el propósito de unir a sus compatriotas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“We are not enemies, but friends. We must not be enemies.&lt;br /&gt;Though passion may have strained it must not break our bonds of affection.&lt;br /&gt;The mystic chords of memory…will yet swell …&lt;br /&gt;when again touched, as surely they will be,&lt;br /&gt;by the better angels of our nature.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frondizi sabía algo. Lincoln también.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8214454206689805581?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8214454206689805581/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8214454206689805581' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8214454206689805581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8214454206689805581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/los-ngeles-de-nuestra-naturaleza.html' title='Los ángeles de nuestra naturaleza'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHel2G3vYiI/AAAAAAAAABQ/Ko9A3z0zMeA/s72-c/Abe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8983814007538356988</id><published>2008-07-01T09:18:00.001-07:00</published><updated>2008-07-01T09:27:21.377-07:00</updated><title type='text'>Integrantes del Grupo Juramento visitan a Roberto Mangabeira Unger</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SGpauJ-0iGI/AAAAAAAAAAY/tr2wiGcCi0w/s1600-h/RMU-GLS-NOP.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218082867262031970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SGpauJ-0iGI/AAAAAAAAAAY/tr2wiGcCi0w/s320/RMU-GLS-NOP.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recientemente visitamos al reconocido pensador y actual Ministro Extraordinario de Asuntos Estratégicos de Brasil, Dr. Roberto Mangabeira Unger. En compañía de su Jefe de Gabinete, Dr. Daniel Vargas, el Ministro Mangabeira compartió casi dos horas con integrantes de nuestro Grupo discutiendo temas relativos a la actualidad política, social y económica de Argentina y Brasil, así como también acerca de la necesidad de promover una mayor “comunión intelectual” entre ambas naciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Dr. Unger es una figura intelectual sobresaliente. Entre sus muchos logros académicos se destaca como único profesor latinoamericano de la Escuela de Leyes de la Universidad de Harvard y, a la vez, por haber sido uno de los hombres más jóvenes nombrados al frente de una cátedra en esa prestigiosa institución. Es un referente de la corriente de estudios críticos del Derecho. Desde mediados de 2007, Mangabeira ocupa un destacado espacio en el gabinete del Presidente Lula, al frente del Núcleo de Asuntos Estratégicos, desde donde Brasil ha comenzado a articular su planificación a largo plazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Mangabeira Unger posee un pensamiento extremadamente agudo, es un hombre de acción y ha demostrado poseer una energía inextinguible. Su visión estratégica sobre su país, sobre el mundo desarrollado y sobre las naciones en vías de desarrollo lo presenta como impulsor, en sus propias palabras, de una “herejía global”, opuesta radicalmente al dogma que impera en el mundo. El suyo es un pensamiento verdaderamente holístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando leemos su obra, dos sentimientos parecen sobresalir. Por un lado nos estimula, nos entusiasma, nos invade una alegría temeraria y desafiante; al mismo tiempo, nos invita a la acción. Roberto Mangabeira Unger tiene un verdadero programa, un proyecto integral; con una arista de política económica, que también se expresa en una teoría social, que implica una propuesta institucional, que incluye un aporte crítico a la disciplina del derecho y que, finalmente, es una concepción filosófica general.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre las elites gobernantes de nuestro país ha existido siempre una marcada reticencia frente a las construcciones intelectuales provenientes de Latinoamérica en general y de Brasil en particular; las ideas más atractivas parecen siempre haber venidos de los ricos países del Atlántico Norte. Hoy, Argentina está desaprovechando una de las coyunturas internacionales más favorables de la historia y se ha embarcado en una nuevo período de autodestrucción; sin debate, sin proyección, sumergida en una “dictadura de las no alternativas” (concepto desarrollado por Roberto Mangabeira Unger en sus libros “The Self Awakened. Pragmatism Unbound” y “What Should the Left Propose?”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Una vez finalizado el encuentro, creemos haber experimentado una sensación similar a la vivida por el Dr. Unger apenas una década atrás cuando visitaba a un viejo y prestigioso economista. Sentimos una especie de “rejuvenecimiento instantáneo”, estamos convencidos de haber recibido una antorcha, una que no apagaremos al dejar que nos venza la apatía o el descreimiento. Una antorcha que sostendremos a pesar de nuestras propias limitaciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos aprovechar este espacio para agradecer al Dr. Unger por su cálido recibimiento y su invaluable aporte intelectual para con el Grupo Juramento. Asimismo, los invitamos a navegar en la riquísima obra de Mangabeira visitando su web: &lt;a href="http://www.law.harvard.edu/faculty/unger/"&gt;http://www.law.harvard.edu/faculty/unger/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8983814007538356988?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8983814007538356988/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8983814007538356988' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8983814007538356988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8983814007538356988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/07/integrantes-del-grupo-juramento-visitan.html' title='Integrantes del Grupo Juramento visitan a Roberto Mangabeira Unger'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SGpauJ-0iGI/AAAAAAAAAAY/tr2wiGcCi0w/s72-c/RMU-GLS-NOP.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-7905815716146770898</id><published>2008-06-27T09:05:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T09:05:57.998-07:00</updated><title type='text'>Lo mejor como enemigo de lo bueno: La publicidad oficial y el juego en la provincia de Buenos Aires</title><content type='html'>La ludopatía es un trastorno reconocido por la Organización Mundial de la Salud (OMS) y consiste básicamente en una alteración del comportamiento, donde una persona siente una incontrolable necesidad de apostar, menospreciando cualquier consecuencia negativa que esto pueda acarrear. ¿Cómo es posible afirmar, entonces, que el Estado combate el juego compulsivo si, al mismo tiempo, se repiten las bondades generadas a partir de la reinversión de sus utilidades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Probablemente sea familiar para todos, una publicidad oficial de televisión abierta en la que se muestra impunemente la imagen de fachadas de bingos, casinos y otras salas de juego, bajo el nombre de hospitales, escuelas y comedores (de Loterías y Casinos de la Provincia de Buenos Aires). Frente a tal negligencia comparativa vuelve a despertarse en mí un interrogante: ¿Es esta la forma más eficiente de mantener alejada de la tentación a una persona afectada por una patología tan nociva?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo mejor es enemigo de lo bueno. Probablemente todos estemos de acuerdo con que, ante la necesidad de combatir el juego clandestino, sea preferible la lotería oficial. Sin embargo, estimo que realizar comparaciones del tipo citado en el párrafo anterior, tan absurdas como peligrosas, atenta no sólo contra quienes luchan por mantenerse alejados del vicio del juego, sino también contra quienes creemos en la necesidad de atender las demandas de los sectores más vulnerables de nuestra sociedad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El problema es que, por supuesto, muchos llenan sus bolsillos con el juego. Y en ese sentido, me pregunto, por última vez: ¿Sabe el jugador cuáles son sus chances reales de ganar en cada apuesta? Los juegos de azar están regidos por leyes probabilísticas de matemática pura, y los dueños de salas de juego conocen perfectamente dicha probabilidad. Estimo que el ciudadano argentino que consume este tipo de “servicio” debe tener derecho a recibir, también, esa información. Sin embargo, los entes reguladores y las autoridades de aplicación parecen conformarse con los carteles que tan efectivamente alejan a los apostadores afirmando que “jugar compulsivamente puede ser perjudicial para la salud”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptado, este texto fue enviado a cuatro de los periódicos más importantes del país, para su publicación en la sección “carta de lectores”. Sin respuesta de ninguno de ellos a la fecha, cumplo con el deber que mi conciencia mi dicta, publicándolo en este espacio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-7905815716146770898?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/7905815716146770898/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=7905815716146770898' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7905815716146770898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/7905815716146770898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/06/lo-mejor-como-enemigo-de-lo-bueno-la.html' title='Lo mejor como enemigo de lo bueno: La publicidad oficial y el juego en la provincia de Buenos Aires'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-5595206396537083997</id><published>2008-06-26T13:26:00.000-07:00</published><updated>2008-07-11T08:43:32.886-07:00</updated><title type='text'>El esfuerzo de Bayer (o cómo Sarmiento y José Hernández se volvieron a saludar)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHd_fcggo6I/AAAAAAAAABA/u3y7eHeffyk/s1600-h/JoseHernandez.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221782471164601250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHd_fcggo6I/AAAAAAAAABA/u3y7eHeffyk/s320/JoseHernandez.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHd_fUEnyMI/AAAAAAAAABI/-X92EHGUT7Y/s1600-h/sarmiento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221782468900145346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHd_fUEnyMI/AAAAAAAAABI/-X92EHGUT7Y/s320/sarmiento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ayer miraba un reportaje a Osvaldo Bayer en canal 7. El motivo de la charla era rendir homenaje al talentoso y valiente anarquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En un momento del programa, el periodista Eduardo Anguita (co-autor con Martín Caparrós de “La Voluntad”), relata una experiencia que vivió con Bayer en un viaje por Santa Cruz. Al aproximarse al lugar que habían identificado como una de las fosas comunes en las que fueron arrojados los cuerpos sin vida de decenas de obreros rurales, fusilados por las huestes de Varela, Bayer empieza a pensar en voz alta. Regresa mentalmente al contexto de la tragedia. Se pregunta (por enésima vez, supongo) por qué todo tuvo que terminar así. “Estaban dadas las condiciones para el diálogo”, se repite. “Había espacio para la negociación”, insiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anguita resalta este ejercicio de intercesión histórica por parte de Bayer. El autor de “La Patagonia rebelde” se esfuerza por volver atrás, aún en su mente, para reparar lo irreparable. Para evitar lo peor. Para no tener nunca que contar lo que contó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El haber escrito sobre estos tristes episodios le cambió, a Bayer, la suerte para siempre; le trajo notoriedad, reconocimiento y persecución. Sin embargo, nunca aceptó esos hechos. No tendrían que haber ocurrido. Y ahora, décadas después, en el ring de su cabeza, seguía luchando por evitarlos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hace algunos años tome un curso en un centro cultural. El curso se planteaba repasar la historia argentina, pero evitando –y confrontando- a la historiografía mitrista. Aprendí mucho. Nuestro digno maestro era un sabio autodidacta (por lo menos en temas históricos) que hoy tiene mucha más llegada al público que en aquellos años.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me llamaba la atención, sin embargo, que el volante que se repartía por el barrio para publicitar el curso, incluía una frase muy similar a esta: “¿Sabía Ud. que Sarmiento le puso precio a la cabeza de José Hernández?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esa era una ingeniosa forma de llamar la atención. Los autores de dos libros fundacionales, enfrentados a muerte: una invitación al festival del morbo. Además, era cierto. Sarmiento efectivamente amenazaba la vida de Hernández. Pero más allá de eso, la invitación, formulada en esos términos, implicaba una postura específica ante la historia. Efectivamente, esa postura se reflejo en todo el curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me parece que está muy bien tomar posturas, incluso posturas fuertes, ante procesos, figuras o momentos históricos. En alguna etapa del desarrollo intelectual del ciudadano, ese ejercicio es casi vital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, a la luz del recorrido histórico que nuestro país ha realizado desde el intento de cacería de Hernández hasta hoy, me pregunto si no podríamos hacer otro tipo de ejercicio. Uno parecido al que hizo Bayer en Santa Cruz. Uno que construya, que ni desconozca los hechos ni anule los méritos de aquellos que protagonizaron la historia. ¿Es Sarmiento algo más que ese exabrupto que vomitó? ¿En qué circunstancias el autor del Facundo y el autor del Martín Fierro se hubieran dado la mano, aún luego de ese enfrentamiento encarnizado? ¿Buscaban, cada uno a su manera, la grandeza de la Nación?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mi intención no es disculpar ni defender a Sarmiento. Simplemente me pregunto si la memoria colectiva del país, su mirada al pasado, puede, a los efectos de lograr una reconciliación profunda y una concepción integral y realista de la historia, hacer el esfuerzo imaginativo de propiciar un encuentro definitivo de los supuestos civilizados y los supuestos bárbaros. Las personas ya no se reconciliarán. Su tiempo biográfico pasó. Pero nosotros podemos seguir el ejemplo de Bayer. Preguntar, aunque más no sea, por qué fue así. Y cómo podría haber sido diferente. Y entonces determinar que, por nuestro propio bien, ahora será diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Es la mía una visión inocente y/o utópica? Muy posiblemente, si. Pero al menos no es deprimente ni autodestructiva, adjetivos que se han transformado en sinónimos de lo argentino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Démosle, entonces, una oportunidad al “experimentalismo historiográfico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-5595206396537083997?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/5595206396537083997/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=5595206396537083997' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5595206396537083997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/5595206396537083997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/06/el-esfuerzo-de-bayer-o-cmo-sarmiento-y.html' title='El esfuerzo de Bayer (o cómo Sarmiento y José Hernández se volvieron a saludar)'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JGA_P8SjOSU/SHd_fcggo6I/AAAAAAAAABA/u3y7eHeffyk/s72-c/JoseHernandez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-2588951338899045444</id><published>2008-06-23T11:51:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T12:06:20.841-07:00</updated><title type='text'>¿Por qué Grupo Juramento?</title><content type='html'>“Si fuéramos romanos del siglo III AC buscaríamos el altar donde se conservaba la memoria de los mayores y allí juraríamos no descansar hasta ver derrotados a los hombres que envilecieron a nuestro país, y ver destruido el orden que -en nombre del destino- ellos le impusieron. Como somos argentinos en el siglo XXI, escribimos estas palabras en vez de ir al altar. Que sirvan como otra manera de prestar, ante nuestros conciudadanos, el mismo juramento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hemos adaptado y hecho nuestras estas palabras, enunciadas por el prestigioso intelectual Roberto Mangabeira Unger en su libro “Democracia Realizada. La Alternativa Progresista”, con el fin de ilustrar nuestro sentido compromiso para con el bienestar de nuestros conciudadanos argentinos. Este es nuestro juramento, nuestro compromiso. Hemos encontrado, en esta hermosa frase, una forma de honrar esa tarea, dándole el mismo nombre a nuestro grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos un grupo de jóvenes profesionales y estudiantes de diversas disciplinas, comprometidos con los valores democráticos, republicanos y federales. Estamos profundamente convencidos de la necesidad de construir desde la pluralidad de ideas y el debate sano y responsable. Y para jamás olvidar nuestros objetivo, el de derrotar a quienes llevaron a nuestro país al precipicio y quebrar el orden que éstos le imprimieron, decidimos crear este Grupo, como un Juramento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-2588951338899045444?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/2588951338899045444/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=2588951338899045444' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2588951338899045444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/2588951338899045444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/06/por-qu-grupo-juramento.html' title='¿Por qué Grupo Juramento?'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6224275792559905325.post-8959324582531159586</id><published>2008-06-23T10:19:00.000-07:00</published><updated>2008-06-27T09:13:09.563-07:00</updated><title type='text'>El Llamado y la Asunción</title><content type='html'>En parte por pertenecer a generaciones a las que no se puede, con rigor histórico, endilgar las culpas por el rumbo autodestructivo que nuestro país ha tomado, muchos de nuestros jóvenes compatriotas se sienten relevados de la responsabilidad de contribuir a la restauración de la dignidad nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se han difundido la indolencia y la cobardía, se ha generalizado la renuncia al rol de ciudadanos. El Soberano se esfuerza por abdicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosotros, que también hemos caído en esa trampa por demasiado tiempo, hoy escuchamos un llamado. No estamos seguros si es la primera vez que llega a nuestros oídos. Posiblemente, no. Tampoco estamos seguros sobre la forma de responder a él.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta vez, al menos, no vamos a desoírlo. Entonces asumimos una responsabilidad, la que relacionamos con una tarea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsabilidad asumida ante nuestra conciencia y ante nuestro pueblo. Este quizás nunca nos reproche nada, aquella nos acompañara por siempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La tarea se presentará desde este momento, a medida que la vayamos desarrollando, en este espacio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que sirva para que vos también escuches el llamado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224275792559905325-8959324582531159586?l=grupojuramento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://grupojuramento.blogspot.com/feeds/8959324582531159586/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6224275792559905325&amp;postID=8959324582531159586' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8959324582531159586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6224275792559905325/posts/default/8959324582531159586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://grupojuramento.blogspot.com/2008/06/el-llamado-y-la-asuncin.html' title='El Llamado y la Asunción'/><author><name>Grupo Juramento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10712765520722757910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
